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Dilma e os 300 picaretas

Quando saí de férias no final de janeiro, registrei na coluna o desejo de que Dilma conseguisse resolver as encrencas políticas que, no seu início de governo, vinha enfrentando com seus parceiros. Volto após ela ter aprovado o projeto do salário mínimo com ampla margem de votos e com a unanimidade na Câmara de seu […]

Reforma pela via da sociedade

Dilma, com esse estilo minimalista que tem adotado até agora de governar, não deu qualquer sinal de que criará essa agenda, e de que virá do Executivo alguma proposta fechada de reforma política, apesar da ênfase que ela deu ao tema no seu discurso de posse.

Um novo Congresso instalou-se no STF

Quem primeiro me chamou a atenção para isso foi o saudoso amigo Ariosto Teixeira, jornalista e cientista político falecido no ano passado. Em 1997, o tema da tese de mestrado em ciência política de Ariosto na Universidade de Brasília foi a judicialização da política brasileira. Ele foi dos primeiros a observar esse fenômeno: mais e mais os tribunais, especialmente o Supremo Tribunal Federal, eram acionados para resolver querelas políticas. Até chegar ao ponto absurdo de hoje, em que vários assuntos da vida política brasileira estão em suspenso esperando a decisão dos excelentíssimos ministros da Suprema Corte.

Inimigo meu

Os seguidos problemas vividos entre o PT e o PMDB desde antes mesmo da posse de Dilma no dia 1º de janeiro lembram muito a convivência forçada de Quaid e Gosset Jr. em “Inimigo meu”. Chamemos de “Terra da Governabilidade” o planeta em que os dois partidos vêem-se forçados a conviver.

O correr da vida embrulha tudo

Diante da sombra que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) já começa a fazer como principal referência da oposição, alguém perguntou a uma figura eminente do novo governo, durante o coquetel de comemoração da posse da presidente Dilma Rousseff no Itamaraty, se não estava faltando um mineiro importante na articulação política do governo. A resposta: “E não basta a Dilma”?