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Os cautelosos primeiros passos de Dilma na TV

Dilma começa a se mostrar na televisão. Aqui, em Porto Alegre, Dilma não é nenhum mistério. Por isto, no Rio Grande, desde antes de tomar posse, ninguém jamais admitiu que ela pudesse ser uma boneca de marionete presa a cordéis manipulados por mãos ocultas como ainda dizem acolá algumas más línguas.

Consumismo leva árabes à democracia?

É muito provável que a crise do Oriente Médio se acomode em democracia. Para muita gente seria uma grande surpresa se aqueles países, que até poucos dias pareciam ameaçados pelo fundamentalismo islâmico mais obscuro dessem uma guinada neste sentido e se alinhassem com os regimes predominantes na Europa e Américas. É a emergência da classe […]

Lembranças de Moacyr Scliar

Domingo enterramos Moacyr Scliar. Digo que “enterramos” porque ao sepultar esse gigante da literatura e, por conseguinte, da cultura de nosso País, sua família e seus amigos estão levaram ao cemitério uma parte de cada gaúcho. Todo o Rio Grande acompanhava apreensivo sua agonia e, depois, seu funeral com uma irreparável sensação de perda. Scliar […]

A herança maldita de Aldo Rebelo

“Se queres salvar a natureza, mate um gaúcho”, é o que diz o eslogam que se repete ainda à boca pequena nas comunidades da Chapada dos Veadeiros, no norte goiano. Naqueles ermos, vindos de Nova York, Berlim, Paris e outras cidades pós-tecnológicas dos países ultrarricos, vê-se rapazes e moças recém graduados nas universidades mais famosas do mundo, prontos para adentrar às receitas da altíssima renda em seus países.

Patrus Ananias, a maior expressão da esquerda mineira

Deu no Estadão que a presidente Dilma vai chamar o professor Patrus Ananias para integrar seu gabinete. Eu lhe disse a mesma coisa que está na matéria do jornal paulista: nenhum governo pode se dar ao luxo de não tê-lo na equipe. Um quadro qualificado da sua categoria, por mais que esperneie, não conseguirá ficar de fora.

Guerra do Rio II

A guerra do Rio de Janeiro contra o tráfico vai, aos poucos, mostrando seus limites, quais sejam a retomada do território ocupado pelos bandidos em plena área urbana da segunda maior cidade do país e símbolo de nossa civilização tropical, São Sebastião do Rio de Janeiro.

Guerra do Rio I

A primeira vítima da guerra do Rio de Janeiro foi o bordão politicamente correto que demonizava a polícia e admitia o traficante como uma vítima inocente da sociedade consumidora, quando não um militante social anunciado nos textos e discursos.

A esquerda em Minas e o fator Aécio Neves

José Antônio Severo A candidata Dilma Rousseff (PT) vai encerrar sua campanha num ato público sentimental em Belo Horizonte, reafirmando sua identidade mineira. É um ato simbólico, mas também de grande significado político-eleitoral: não obstante previsões, ela foi derrotada pela oposicionista Marina Silva na capital de seu estado. Como será em Minas que se decidirá […]

Fora da picaretagem não há salvação?

É uma sensação, nestes dias eleitorais, ver o filme de Oliver Stone “Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme” (apresentado em muitos cinemas brasileiros com o título mais comercial de Wall Street 2). Enquanto nas telas das TVs de todo   o País os candidatos se acusam de pró-estatizantes ou neo-liberais, o novo episódio da ciranda […]

Faltou gaúcho na Independência

Domingo deparei, no aeroporto de Belo Horizonte, com o flamante exemplar do 1822, que Laurentino Gomes lançou oficialmente dois dias depois, em 7 de setembro.