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Data:10/fev/2012, 12h51min

Ato médico aprovado, a vergonha para os médicos éticos

Aprovado na última quarta-feira pela Comissão de Constituição e Justiça do Congresso do Senado Federal, o texto do relator Antônio Carlos Valadares estabelece uma hierarquia entre a medicina e as outras profissões da área da saúde, condicionando à autorização do médico o acesso aos serviços de saúde.

Biomédicos, farmacêuticos, enfermeiros, psicólogos, acupunturistas, nutricionistas, fisioterapeutas, odontólogos, fonoaudiólogos, optometristas, terapeutas ocupacionais, biólogos e outros profissionais da saúde não podem mais exercer cargos de chefia e direção em núcleos multidisciplinares de saúde, mas apenas de direção administrativa de serviços. A própria filosofia e prática multidisciplinar, que já vem engatinhando no SUS, em tentativas sempre derrubadas pelas políticas médicas corporativistas, entra num retrocesso sem parâmetros na história.

O Conselho Federal de Medicina, que articula desde 2002 a aprovação do Ato Médico, acredita que a necessidade de regulamentação da profissão é fundamental já que há dois mil anos, quando foi fundada, não existiam outros profissionais de saúde e, assim, todos os diagnósticos e prevenções estavam sob controle dos médicos. Os primeiros textos do Ato Médico reivindicavam que a aplicação de simples injeções fosse exclusividade dos médicos, por exemplo. A regulamentação da profissão é um direito dos médicos, mas as reivindicações estapafúrdias deixam claro que é apenas uma briga de mercado, uma tentativa de bloqueio corporativista contra o crescimento das outras profissões e não a favor da medicina.

O cerco aos profissionais de saúde não-médicos foi longe, e mesmo depois de tantos remendos, ainda apresenta problemas. No artigo 4º da PL aprovada, o diagnóstico nosológico se transforma em exclusividade dos médicos e atrapalha diretamente o exercício de outros profissionais de saúde, como os psicólogos, que agora não podem mais diagnosticar sinais e sintomas das doenças.

Fisioterapeutas que atendem pacientes com problemas respiratórios ficarão literalmente segurando o balcão na mão até a chegada do médico: a “definição da estratégia ventilatória inicial” passa a ser uma exclusividade médica.

As enfermeiras brasileiras continuam de bandeja na mão diante da aprovação do Ato Médico, que propõe um modelo falido de atendimento à saúde, centrado no atendimento clínico, medicamentoso, intervencionista e hospitalocêntrico, ou seja, tudo aquilo que enriquece médicos e corporações privadas de saúde. A prestação de serviços desse modus operandi aos cidadãos é o que temos visto diariamente estampando capas de jornais. Os médicos estão sobrecarregados, há sobra de clientes pobres, a briga é por clientes de alto padrão e os argumentos caem como luva para uma sociedade que foi aculturada à mitomania médica.

Aprovado o Ato Médico e posto em prática, vamos ter falta de médicos no SUS e excesso de médicos em clínicas privadas de fonoaudiologia, fisioterapia, casas de parto, brincando de chefes sabe-se lá com que ideias de poder. A desvalorização dos outros profissionais de saúde, que vieram crescendo na área privada mais rapidamente do que na pública, vai supervalorizar a figura do médico no atendimento público. Um grande golpe em que a classe médica será a única beneficiada.

A competência médica não está em cheque, nunca esteve, os médicos sempre tiveram e sempre terão o seu lugar na sociedade; o choque é entre a visão corporativista, fechada, que não dialoga com a saúde de maneira multidisciplinar e as novas formações, muitas delas nem tão novas, que não vêem a saúde apenas como ausência de doença, mas sob conceitos mais amplos. O que faz falta atualmente nos hospitais públicos é a presença maior de outros profissionais de saúde, eles serviriam para, no mínimo, desafogar as filas, mas obviamente não é invertendo a lógica que se encontrará a solução do caminho do meio.

Os psicólogos e nutricionistas, por exemplo, não estão reivindicando receitar medicamentos, mas defendendo o direito de muitos cidadãos de curarem seus transtornos emocionais sem entupir-se de medicamentos e aumentar as filas das cirurgias desnecessárias. As categorias atingidas não estão reivindicando poder sobre a saúde das pessoas e muito menos sobre suas doenças, seus pesares, mas é exatamente isso que o Ato Médico significa: um maior poder dos médicos, como se já não fosse grande o bastante, sobre nossa saúde e principalmente nossas doenças, quando nos tornamos extremamente vulneráveis.

Tenho conversado com vários amigos médicos e nenhum deles é a favor do Ato Médico, todos eles trabalham em conjunto com outros profissionais de saúde, encaminham pacientes para psicólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e nenhum deles acha graça da síndrome da sexta-feira à noite, quando os médicos plantonistas recebem nos hospitais pessoas que não têm doença alguma, apenas carência, dor de solidão.

Meus amigos médicos éticos pensam que é preciso melhorar o acesso a outras categorias, ampliar vagas nos hospitais e maternidades para outras categorias e não o contrário. Eles sabem que muitos de seus colegas se chateiam com as carências da sexta-feira à noite e são capazes de receitar remédios para dormir, irresponsavelmente, apenas para não encaminhar a um outro profissional melhor habilitado. De qualquer maneira não há nos hospitais plantonistas de outras áreas e, com a aprovação do Ato Médico, a tendência do quadro não é melhorar.

O momento não é bom para centralizar a saúde ainda mais nas mãos dos médicos. Como temos visto aqui nessa coluna, as parteiras e enfermeiras obstetras têm feito muita falta dentro dos hospitais para diminuir o vergonhoso número de cesarianas no país. O Ato Médico vai contra o desenvolvimento de uma medicina humanizada, que é necessariamente rica em multidisciplinaridade. Por vaidade da corporação e reserva de mercado as mulheres não podem contar com uma assistência digna no trabalho de parto, sendo rotineiramente encaminhadas, com as desculpas mais estapafúrdias e sem base científica, diretamente para a cirurgia de extração de bebês, mais rápida e mais rentável e também mais arriscada para a saúde da dupla mãe-bebê.

Por estudarem demais as tecnologias, os procedimentos, as químicas dos remédios e menos a fisiologia do corpo humano e sua estreita relação com hormônios e sintomas comportamentais, os pediatras são os maiores incentivadores de desmames precoces. A maior parte dos bebês nascidos no Brasil já sai do hospital com uma receita de leite artificial. Não é costume desse profissionais, médicos pediatras, encaminhar as parturientes para os bancos de leite, locais em que elas teriam acesso a informações de qualidade, técnicas de pega, atendimento ou encaminhamento à atenção física e psicológica adequada por outros profissionais de saúde.

O Ato médico é, sem dúvida e em primeiro lugar, uma ação corporativista e de reserva de mercado, mas é também uma dor narcísica, uma impossibilidade emocional da categoria de colocar em prática um relacionamento igualitário com outros pares da saúde e em prol do ser humano, em benefício da vida. O Ato Médico é uma traição ao juramento da profissão, por isso envergonham-se dele todos os médicos éticos.

Cláudia Rodrigues, jornalista, terapeuta reichiana, autora de Bebês de Mamães mais que Perfeitas, 2008. Centauro Editora. Blog: Buenaleche.


309 comentários para “Ato médico aprovado, a vergonha para os médicos éticos”

  1. Flavio disse:

    Claudia, me desculpe, mas seu texto esta tomado pelo preconceito da primeira a última linha. Talvez você não enxerge isso, mas na minha humilde opinião isso é um fato. Os 350.000 medicos do Brasil não merecem tanta generalização. Uma pena…

  2. igorbica disse:

    os pediatras São os maiores incentivadores do desmame precoce… escreve a Cláudia! uhuuul… quanta mágoa neste texto, quanto uso da palavra ética sem saber o que Joaquim Clotet sempre falou sobre o que é ética…

  3. igorbica disse:

    não sabia que existia está especialidade na medicina : médico ético! conheço obstetra, otorrino, dermato, mas eticologista conheci hoje através de seu texto! quem sabe a faça um dia para poder ser seu amigo!

  4. Oh prezado Igor Bica, a afirmativa sobre serem os pediatras os maiores incentivadores dos desmames precoces não é minha, mas do Professor Dr em pediatria na USP, Hugo Issler. Ele coordenou o estudo acima citado em que fica clara a presença da pediatria no desmame, seja por má conduta ou falta de encaminhamento. O professor Dr Issler afirmou em seminário sobre aleitamento que são os pediatras os maiores responsáveis pelo desmame precoce, ele mesmo, em pessoa.

    Prezado Flavio, os 350.000 médicos brasileiros não têm nada a ver com esse Conselho Federal de Medicina de vocês, o Brasil inteiro sabe que esse conselho não representa a voz dos médicos brasileiros e muito menos da sociedade.

    Não tenho mágoas pessoais com médicos, escolho médicos quando preciso de atendimento e tenho sido muitíssimo bem atendida ao longo da minha vida por profissionais extremamente competentes da medicina, assim como de outras áreas da saúde.

  5. Laura disse:

    Ouvi da pediatra ao ligar apavorada com meus seios sangrando durante a amamentação : Melhor uma mamadeira com amor do que um peito com dor! Já sai da maternidade com receita de nan… lamentável a falta de apoio que o sistema público dispensa as mães. Somos objetos de estudo e estatisticas …

  6. igor bica disse:

    como fica bonito a expressão professor doutor na frente de qualquer argumento ! se é professor dr pode falar que vc assina embaixo ?
    Mas existe mágoa no seu texto , percebe-se que foi escrito sob forte emoção, as pressas e sem cuidar na defesa dos argumentos ,somente no ataque a classe ou ao “vilaõ CFM”, nunca concordei com politicas de ato médico ou qualquer politica de corporativismo, mas nem por isso preciso apelar na argumentação !

  7. Prezado Igor Bica, você desqualificou minha afirmativa por eu ser apenas uma “Cláudia uhuuuu” uma profissional não médica e o fez sem ler o estudo que defende a minha afirmativa, casualmente em concordância com a afirmativa de um professor Dr, por isso o citei e porque ele é bastante respeitável, um dos pediatras que está tentando melhorar o atendimento da pediatria em relação à amamentação no Brasil, que é realmente lamentável, conforme vários estudos, inclusive estudos que responsabilizam a mãe, a nutriz desinformada que sai das maternidades ainda mais desinformada ou com informação deformada pelos médicos que deveriam ao menos encaminhá-la aos outros profissionais.

    De resto, é um texto de opinião, não uma matéria, assim é direito seu não gostar, não concordar, enxergar mágoas. Até entendo, provavelmente você percebeu que mesmo sendo um tipo de pediatra bom o bastante, não atenderia às minhas exigências como profissional. Acontecem diferenças, não é preciso brigar com as mágoas e seus reflexos.

  8. Vinicius disse:

    A verdade é que a política brasileira está cada vez mais conservadora. Todas as leis que se aprova no Congresso visam proteger interesses corporativistas. E nada de avanços sociais como nossos vizinhos. Exemplificadamente a Argentina, onde há casamento gay, lei de imprensa e investiga-se a ditadura.

  9. Mariana disse:

    Eu passei por três pediatras com a minha filha. Dois deles diziam que era o melhor começar a dar suquinho com 4 meses e que se eu estivesse muito cansada de acordar a noite, que poderia dar NAN para a minha filha na mamadeira, assim o meu marido poderia me ajudar…

    Faça-me o favor, pra ficar com um médico desses, prefiro não ser atendida mesmo.

    Eu tive um parto com médica humanizada e foi maravilhoso. Minha irmã foi ter no hospital, com plantonista, um hospital bem “renomado” de SP… foi obrigada a ficar deitada tendo contrações, com acesso na veia e cardiotoco na barriga, levou uma episiotomia desnecessaria que inflamou e uma cruel manobra de kriestller na barriga. Tudo isso, pra fugir de um obstetra que a cada consulta, arrumava um motivo para que ela caísse em uma cesárea eletiva com 39 semanas. Na última consulta com ele, com 38 semanas, a desculpa foi pouco líquido e risco de sofrimento fetal (oi?). Se ela não estivesse informada, teria caído na conversa do médico que estudou anos e sabe tudo, inclusive como identificar sofrimento fetal só de olhar pra barriga dela.
    E sendo bem generalista, realmente, está cheio de médicos assim por aí, que vão contra o que prega o código de ética da profissão. Afinal, todo mundo sabe que eles nao devem (ou pelo menos, nao deveriam) indicar procedimento cirurgico sem necessidade.

  10. Flavio disse:

    Claudia,
    Abaixo o link para a Sociedade Brasileira de Pediatria. Instituição que representa oficialmente os pediatras do Brasil. Observei que a edição da revista de dezembro de 2011 foi voltada especificamente para a questão da amamentação e aleitamento exclusivo até os seis meses. Não se trata de opinião pessoal, mas política institucional. Espero que nos seus próximos textos, evite generalizações, em prol da verdade e sem tom alarmista.

    http://www.sbp.com.br/

  11. igor bica disse:

    Pelo contrário , vc é a claudia que eu leio muitas vezes aqui no sul 21 , a claudia que já veio em minha cidade Blumenau e que já conheci pessoalmente, mas que ,novamente vou afirmar, demonstra uma mágoa , quando argumenta que todo médico “ético” é contra o ato médico, colocando todos os outros com “anti éticos” , desculpe se te ofendi não foi minha intenção, só quis expressar também a “minha opinião ” .

  12. Flavio disse:

    Limo artigo que vc coloca no link para justificar que os pediatras são os maiores incentivadores do desmame precoce. Em nenhuma linha do artigo este argumento ou conclusão são citados. Espero que vc tenha a humildade de corrigir suas palavras, pois não condizem com a verdade.

  13. Fabrício Nicolao Mattei disse:

    A autora claramente não leu o texto da lei, ou se leu, já o fez carregada de preconceitos. Mania de perseguição, complexo de inferioridade, paranóia, várias expressões me vem à mente. Por exemplo, quanto aos pediatras: eu, como estudante de medicina, vejo na prática como o incetivo à amamentação tem partido dos médicos e não de outros profissionais. Como a própria autora cita, os pontos mais absurdos da lei já não constam mais do texto final. Ela certamente não tem a mínima idéia do que é um diagnóstico nosológico, ou do que significa “definição de estratégia ventilatória inicial”. Muita gente falando sobre o que não sabe. Muita.

  14. Roberto Moraes disse:

    O console que resta é que ao lado dos médicos, somente os advogados podem se auto denominar ‘Doutores’ .. daí já se tira algum parâmetro ..

  15. Prezado Flavio
    O artigo é um estudo sociocultural que avaliou vários fatores. Em seminário, o coordenador do artigo explicou que a responsabilidade é dos pediatras sim porque quando a mãe afirma que tem pouco leite ou que o leite é fraco, eles receitam o tal complemento ainda nos primeiros dias, não educam, não orientam sobre a pega correta, não ajudam a desfazer os mitos culturais, que datam coincidentemente com a introdução do leite em pó no Brasil.
    O assunto é complexo, não é um ataque aos pediatras, é ótimo que a Sociedade Brasileira de Pediatria esteja fazendo campanha pro aleitamento materno, mas isso não basta, é preciso melhorar a relação entre pediatras e educadoras perinatais, humanizar o atendimento pediátrico ao recém-nascido e deixar de vê-lo como um saco de batatas que precisa mamar tantos ml, em tanto tempo tentas vezes ao dia. Os números são incontestáveis, o desmame precoce é uma realidade no Brasil e afirmar que a pediatria não teve responsabilidade nessa história ou que os pediatras podem resolver isso sozinhos com campanhas recentes na SBP é uma afronta ao trabalho das educadoras perinatais. Não dá para entender porque os pediatras se sentem ameaçados pela presença e pelo trabalho das educadoras perinatais.

  16. Flavio disse:

    Claudia, o artigo cientifico não cita o fator profissional, especificamente o pediatra como incentivados do desmame, como voce preconceituosamente colocou. Nunca ouvi falar que os pediatras são contrários ou se sentem afrontados por educadores perinatais. Seus argumentos deveriam ser baseados em posições institucionais, e não em opinião de cunho estritamente pessoal e deturpada. Entendo que é muito difícil voce reconhecer isso, pois o,preconceito é algo muito complicado, que cega a razão. Mas tudo bem, assim é a vida….

  17. Ana Paula Gaia disse:

    Cláudia,

    Adorei o texto e você tem TODA razão! Não fosse a ajuda de enfermeiras que trabalham em Bancos de Leite Humanos e de outros profissionais da área da saúde meus filhos já estavam desmamados há muito tempo. Aliás, a pediatra deles queria que eu introduzisse alimentação complementar já desde os quatro meses de idade, o que mostra muito claramente que ela não entende patavinas de amamentação, fora todo o fato de querer entupir meus filhos de vitaminas, mesmo eles estando em amamentação exclusiva. Corri por muitos consultórios tentando achar um pediatra que prestasse, mas depois de rodar quase a cidade inteira, simplesmente desisti! Me voltei à informação (mais ainda) e tomei as rédeas totalmente da nutrição de meus filhos. Chega de NAN, chega de papinha múmia nestlê, chega de geléia de mocotó, chega de pão, chega de danoninho e de todas as outras porcarias que querem dar anos nossos filhos, inclusive antes mesmo deles terem 6 meses completos. Acabamos ficando com uma pediatra que atende próximo à nossa residência, já que todos são a mesma coisa. Já perdi a conta de quantas vezes nos foi passado antibiótico para VÍRUS!!!

    Se minha lida para conseguir ter um parto normal foi difícil (para conseguir um obstetra), para conseguir um pediatra, após o nascimento, foi mais difícil ainda! Com muito bem disse minha obstetra: “Se vc tiver alguma dificuldade na amamentação e quiser continuar a amamentar, POR FAVOR, não ligue para a pediatra, vá num banco de leite! A pediatra não tem tempo de ir olhar seu seio, ela vai prescrever logo os 60ml de NAN!”.

    Eu consegui enfim achar uma obstetra que me assistesse o parto, mas uma pediatra que cuidasse do meu filho sem querer entupi-lo de remédio, isso eu ainda não achei.

    Parabéns pelo texto! Como sempre, maravilhoso!

  18. Ana Paula Gaia disse:

    Cláudia,
    Lendo os comentários acima me veio uma questão: sim, eles sabem que a amamentação deve ser exclusiva PELO MENOS até os 6 meses, mas porque NA PRÁTICA agem como se não soubessem?
    Porque quando o bebê “não quer comer” no 1º dia após os 6 meses de idade, a culpa é do “vício de peito”, e a solução é desmamá-lo?
    Porque quando o bebê está um pouco abaixo da curva de crescimento a culpa é da amamentação, e “tem que tirar o menino do peito pra começar a comer melhor e engordar”?
    Porque não pode mamar de madrugada?
    Mamar dá cárie?
    Amamentar gestante é perigoso e tem que tirar o primeiro filho do peito?
    O bebê tem alergia alimentar e a solução é desmamá-lo?
    Tá magro então tem que tomar nan misturado com sustagem, neston e farinha láctea, tudo ao mesmo tempo?
    Quando é bebê tem que ser gordo e quando é adulto tem que ser magro?
    SOCORRO!!!

  19. Geraldo Costa disse:

    Parabéns pelo texto reflexivo…Afinal estamos ou não no Sec.XXI?! Buscamos alternativas para melhor consolidar a saúde do cidadão na sociedade?!… Retrocesso se faz presente pelo conservadorismo pelo Ato Médico, através das ações do corporativismo existente do Conselho Federal de Medicina e seus seguidores contra o crescimento das outras profissões…Lamentável.

  20. Infelizmente, o que mais vemos na pediatria são profissionais despreparados para manejar a amamentação. Ao sinal de primeira dificuldade, eles não hesitam em prescrever complemento. Na minha primeira filha, passei por 7 pediatras. Relatei a problemática da nossa amamentação e em nenhum momento avaliaram a minha mama, ou consideraram o ganho ponderal, ou sugeriram um acompanhamento mais de perto. A solução mágica estava concentrada nas fórmulas de leite artificial. O resultado disso foi o desencadeamento de uma baita alergia. Aos trancos e barrancos consegui, por mim mesma, mantê-la em aleitamento misto (leite materno e leite de soja) até 01 ano e 04 meses. Depois disso, o pediatra desta época me fez desmamar pq existia um elevado risco dela desenvolver outras alergias a partir do que eu ingeria. O resultado foi o pior possível. A única proteção que ela tinha contra infecções era o leite materno. E, hoje, trabalhando com outros profissionais da área de saúde em contato com tantas outras mães, é nítido o despreparo dos pediatras que fazem puericultura. O atalho para resolução dos problemas sempre é a mamadeira de leite. Nunca encaminham as mães pra um banco de leite ou pra um hospital amigo da criança ou a uma consultora de amamentação. Quando as mães chegam a estes caminhos, vem através do apoio de mães mais experientes ou de grupos de apoio virtuais.

  21. Michele disse:

    Quando nasceu minha primeira filha, a pediatra que fez a sala de parto foi nos dar alta e recomendou: “compre uma chupeta, porque ela sugando desse jeito vai machucar teu peito e vc não vai conseguir amamentar” – essa frase ecoou dias e dias na minha cabeça. Não deu nenhuma orientação sobre amamentação, não orientou sobre pega, posição, não falou sobre a apojadura, nem sobre o que fazer em caso de empedramento, mastite, falou apenas vagamente “de 3 em 3h”.

    Quando aos 3 meses ela passou por uma fase “agitada”, pedindo peito 24h por dia, a pediatra (que já era outra) me “tranquilizou” dizendo que era falta de leite mas que se eu desse o complemento do jeito certo ela não desmamaria. Não falou em nenhuma técnica para aumentar a produção de leite, sequer investigou mais a fundo se era de fato falta de leite (não era, óbvio, era apenas um pico de crescimento, e uma mãe cansada e solitária).

    Fui aprender de fato sobre amamentação com as Amigas do Peito, com os grupos de mães, consultoras de amamentação, enfim, mulheres com diferentes formações e experiência profissional bem variada. E tudo isso porque EU QUIS MUITO AMAMENTAR, senão teria logo ficado com o complemento.

  22. Michele disse:

    Esse negócio de “ato médico” as vezes me parece um tiro no pé, porque quanto mais os médicos quiserem estar acima dos outros profissionais, assumindo toda a responsabilidade sozinhos, mais processos vão levar, mais na defensiva vão trabalhar, e pior seremos atendidos.

    Não entendo como em pleno século XXI se prefere concentrar o “poder da verdade” nas mãos de uma classe, ao invés de fortalecer as outras, investindo em melhor formação, equipes multidisciplinares trabalhando com base em evidências científicas.

    Porque nesse caso na prática o pediatra nem precisa ser um especialista em amamentação, basta encaminhar as mulheres para os profissionais corretos ao invés de boicotar todo o processo decretando não ter leite suficiente e entrando com a fórmula.

  23. Ric Jones disse:

    É tão difícil assim aceitar a responsabilidade dos pediatras no desmame precoce? Caríssimos pediatras… não se trata de demonizar a especialidade, apenas de reconhecer uma falha histórica lamentável!! Existem inúmeros pediatras da mais alta qualidade trabalhando a favor da amamentação. Posso citar Roberto Issler, Elza Giuliani, Marcus Renato de Carvalho, Jose Martins e tantos outros colegas no Brasil, baluartes do aleitamento como grande fator de combate às doenças da primeira infância. Entretanto, é evidente que a maioria dos pediatras brasileiros devotam pouco tempo a essa parte fundamental da puericultura. Todas as pessoas que conheço têm histórias relacionadas com o “descaso” dos pediatras com esse tema. Pode-se ler algumas acima (e provavelmente abaixo) desse comentário. Dizer que os puericultores médicos não são os principais responsáveis pelo abandono precoce do aleitamento materno é o mesmo que afirmar que os obstetras nada têm a ver com a epidemia de cesarianas. Ora, sejamos justos. Não há como tapar o sol com a peneira. Fazer uma “mea culpa” profissional apenas nos engrandece, e não o contrário. Aceitar as nossas falhas e culpas é o primeiro passo para mudar estruturas profissionais arcaicas e que pouco ajudam a melhorar a saúde dos brasileiros. Quanto ao ato médico, por concentrar poder nas mãos do profissional médico, igualmente não ajuda a saúde, e nem combate adequadamente as doenças. Só o que faz é manter inalterado um sistema de poderes que beneficia a categoria mais poderosa, em detrimento de uma democratização nos saberes que seria benéfica para a saúde de todos.

  24. Regina Goularte disse:

    Cláudia, quero te parbenizar, mais uma vez, pelo excelente texto!!!
    Ric Jones, também quero parabenizá-lo pela lucidez, coerência e sinceridade!!!
    Obrigadas aos dois pela valorosa reflexão!!!

  25. Fernanda disse:

    Claudia, excelente texto.
    O mais engraçado que vejo profissionais que se doeram com o seu texto, mas não conhecem a prática do que é ser mãe nesse Brasil que impõe a ditadura médica a nós reles mortais, sem o Dr na frente do nome. A minha primeira filha o desmame aos 6 meses foi estimulado a ponto de tomar medicamento para secar o leite, já que jorrava, mas já não era mais necessário, segundo orientação da pediatra. Com isso, o meu segundo filho que veio com um ano e meio após ficou sem leite. Meu organismo completamente alterado pelo medicamento não produziu leite. Assim, avalio humildemente antes que um Dr que conhece mais que eu venha me apedrejar. A terceira filha, bati o pé e tive a ajuda de enfermeira obstetra e doula (é essa função que é tão criticada pelos obstetras, mas que salvou a minha amamentação) e pude amamentar até os dois anos. Sou leiga, mas o meu filho do meio é o mais cheio de alergias, rinites, etc… a mais nova nunca precisou dos famosos ATB’s (que graças a Deus agora precisa de receita controlada). Venho de família de médicos, respeito a profissão, mas esse ato médico e nos enfiar goela abaixo que apenas essa classe conhece o suficiente para dirigir e presidir o que quer que seja em detrimento aos outros profissionais mostra o quanto se sentem ameaçados e fracos mediante ao enorme grupo de profissionais de saúde que se interessam e fazem o trabalho”sujo”, que suas mãos limpinhas se recusam a fazer. Não posso e não quero generalizar, seria injusto, já que é uma classe tão grande em número.
    Enquanto leiga sem o conhecimento técnico da classe, mas muito curiosa, leitora, pesquisadora, questionadora, só consegui apoio daqueles que são mais criticados por eles. Consegui amamentar até os dois anos a minha filha, tinha um pequeno desconforto porque quis amamentar logo depois que ela nasceu, mas com a cesárea e a anestesia ainda parcial não consegui me sentar direito e a pega ficou errada. Obrigada à enfermeira e à doula que pacientemente me orientaram, incentivaram, cuidaram das rachaduras permitindo que em menos de uma semana o peito estivesse cicatrizado… sendo o restante do período que amamentei uma maravilhosa e prazerosa experiência. Mais uma vez, parabéns Claudia pela reflexão e por trazer à tona um assunto tão polêmico que levanta a ira, mas trás também o debate para que possamos nos tornar democraticamente fortes, com espaço para todos, sem a necessidade desse hipócrita Ato Médico!!!

  26. Isis disse:

    Minha filha nasceu de 37 semanas pq eu estava com a PA
    muito alta, cesáreana…ñ tive opção! Na maternidade ficou
    na UTI por cuidados naturais com um prematuro, porém lá
    tinha hora pra tudo…mamar principalmente. Resultado
    minha filha só perdeu peso o que acabou prolongando
    nossos dias na maternidade. Por conta do baixo peso que
    ela atingiu, ela tomava complemento após mamar LM.
    Quando teve alta. saiu com prescrição de complemento,
    que eu nunca dei!!! Em casa pratiquei LD incentivada pela
    pediatra que acertei de primeira após a alta hospitalar.
    já em casa minha filha ganhou peso e muitas dobrinhas só
    com LM! Sou testemunha de que ñ precisamos de leite em pó
    para termos crianças saudáveis e fortes. H j ela tem 6 meses
    e meio está na escolinha e nunca teve uma dór na unha, gra
    ças a imunização do LM que dou com mto prazer.
    Vamos incentivar a vida!

  27. igor bica disse:

    O que começou com um texto (opinião) ruim sobre ato médico virou uma caça as bruxas(pediatras) , me admiro vc ricardo caçar assim, porem:

    - a culpa da segurança é da pm
    - a culpa do judiciário é dos juizes
    - os desabamentos são culpa dos “pessimos ” engenheiros civis
    - o brasil ser como é culpa exclusivamente dos políticos e não do conjunto povo / politicos
    - assistência ao doente ruim = enfermeiras ruins
    - acidentes nas estradas = codigo de trânsito horrível

    ASSIM fica fácil escrever opiniões – não trata-se de mea culpa nem de mudança nos “paradigmas” trata-se de escrever para pessoas que admiram vcs de uma maneira mais elegante…

    E UMA QUESTÃO AINDA BASTANTE INTRIGANTE PARA MIM QUE A AUTORA E SEUS DEFENSORES (precisa defender?) AINDA NAÕ COMENTARAM:

    AFINAL, O QUE SÃO MEDICOS ETICOLOGISTAS ????

  28. Lianna Mendes disse:

    Cláudia Rodrigues acho que você está deturpando os fatos. Profissionais ruins existem em todas as áreas, não é exclusividade da área médica. É óbvio que o atendimento multidisciplinar é fundamental para uma série de assuntos, dentre eles a amamentação. Mas o ato médico não é contra outras profissões, só quer regulamentar a profissão de médico que até hoje não o é. Inclusive, um dos parágrafos diz o seguinte:”o disposto neste artigo será aplicado de forma que sejam resguardadas as comoetências próprias Das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico,fonoaudiologo, nutricionista, profissional da educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional, técnico e tecnólogo em radiologia. Isso é reserva de mercado? Agora dizer que o pediatra é o grande culpado pela baixa adesão, à amamentação é um pouco demais e, aí sim, é desrespeitoso. Leia o livro “Filhos” da Sociedade Brasileira de Pediatria e você verá que trabalho maravilhoso, que força à amamentação.

  29. Luciana disse:

    Gostaria de saber se o Igor e Lianna são pediatras, se tem filhos, e quanto tempo esse filhos foram amamentados. Pode ser? Não é possível que tenham entendido tão mal o texto da Cláudia.

    Como mãe e não profissional de saúde, só posso dizer que a esmagadora maioria dos pediatras que conheci e ouvi falar dizem que amamentar é ótimo mas na prática não orientam, assim como a maioria dos obstetras que tem por aí diz que parto normal é ótimo mas no último momento acaba operando a maioria das mulheres.

  30. Ric Jones disse:

    Caríssimo Igor…

    Acho que você está confundindo as coisas. O que se quis dizer é que o pediatra, o principal piericultor, deveria ter uma ação MUITO mais intensa na defesa da amamentação do que percebemos cotidianamente. Infelizmente não é o que se vê. Como a ação de puericultura no nosso país é centrada na figura do pediatra, é óbvio que a importância dele no desmame supera a importância de outros atores. Nossos índices de amamentação são extremamente baixos e é inegável a responsabilidade da pediatria, por ação ou omissão, neste estado de coisas. Livros publicados e artigos patrocinados pela sociedade de pediatria – aparte de serem iniciativas elogiosas – tem um impacto limitado sobre a prática pediátrica rotineira. Posso apostar com você como a Febrasgo estimula, de forma institucional, o parto normal. Entretanto, que efeito tem tal conduta sobre o proceder obstétrico no “país das cesarianas”? Nenhum !!! A Febrasco subscreve o livro “Parto, aborto e Puerpério – Assistência Humanizada à Mulher – MS”, de 2001, mas o que se encontra nesse livro é radicalmente diferente do que se vê nos hospitais. E porquê? Porque nossa ação é mitológica e relacionada com o desejo, e não com a luz da ciência. Escrever é muito pouco. Falta à Febrasgo uma campanha nacional e abrangente sobre as vantagens do parto normal, assim como uma política de proteção aos profissionais que atendem sob o paradigma humanista. Infelizmente não há nenhuma vontade nesse sentido. Você está tentando colocar em mim a afirmação de que “os pediatras são os culpados”, quando na verdade eu disse que eles são as principais figuras na puericultura, e portanto, os principais (mas não os únicos) responsáveis pelo desmame. Perceber essa responsabilidade e essa FALHA é fundamental, assim como entender que tal desacerto vem lá do aparelho formador, principalmente pelo exemplo que recebemos dos mestres, muito mais do que os textos que nos oferecem. Construir um modelo mais humanizado pressupões assumirmos as falhas coletivas, assim como assumimos os erros catastróficos da obstetrícia no descalabro das cesarianas desmedidas.
    Um grande abraço
    Ric Jones

  31. Helena disse:

    Concordo plenamente… acho um retrocesso para todas as conquistas que os profissionais da saúde estão conseguindo! Médico é bom, mas o ato médico é um exagero!

  32. Catia Reis disse:

    MEDICOS ETICOLOGISTAS eu não sei, mas posso dizer o que espero que um médico faça quando preciso de um: conversar, examinar, ouvir, avaliar, levar em consideração que o paciente possa conhecer bem a si mesmo e seu corpo, cogitar possibilidades e diagnósticos, explicar, oferecer opções baseadas em evidências científicas, informar sobre riscos e benefícios dos tratamentos/procedimentos/medicações, sugerir busca de 2ª opinião, colocar-se em posição de ser questionado, responder perguntas, apontar outras especialidades/profissões não médicas que possam ter outra visão sobre o assunto.

    Tudo isso numa consulta de 10 minutos de plano de saúde? rsrsrs

  33. zilda pavão disse:

    Sim, o ato médico é corporativista e voltado para a reserva de mercado. Sim, os pediatras são os principais incentivadores do desmame precoce. Digo isso como profissional e como mãe.
    No lugar de buscar igualdade e troca de saberes, o ato médico só aumenta a distância entre os profissionais. É uma pena! Perdem todos, mas principalmente o cliente.
    Como mãe já vivenciei diferentes situações em q o pediatra desvalorizou o aleitamento materno. Mas guerreira, amamentei 3 e ainda amamento uma bebê de 2 anos. Mas já ouvi a pediatra dizendo q eu estava tornando a minha filha obesa, com cáries e curando as minhas carências na amamentação.
    Só não vê essa realidade quem não quer ou quem está no Canadá, como a tal menina que virou febre na internet.

  34. Leiliane Conde disse:

    É fato que os pediatras são os maiores incentivadores dos desmames precoces. Sou mãe de 4 crianças, as duas primeiras nascidas de ceséreas eletivas desnecessárias e as as outras duas de partos NATURAIS humanizados hopitalares. Apesar de ser mãe de quatro crianças, somente agora, no quarto filho é que mantenho uma amamentação totalmente exclusiva que já entra no quarto mês, com total sucesso, apesar de ter “pouco leite”, aquele que é a conta certa, aquele que não vaza e não sobra. Meu filho é muito saudável.
    Nos primeiros 2 filhos já saí do hospital com a receita do NAN e no terceiro tive problemas que poderiam ser facilmente resolvidos se talvez tivesse sido encaminhada a um banco de leite, ao invés de ter tido a orientação expressa de que o complemento era a única solução. Conheço várias mães de bebês que tomam suco de laranja desde o primeiro mês – POR INDICAÇÃO DA PEDIATRA – e outras já dão painhas desde o terceiro mês. E várias outras que já saíram do hospital com receita de NAN, inclusive no ano de 2011, DEZ anos depois de eu ter tido a minha primeira filha.

  35. Raquel Olmedo Rodrigues disse:

    Com licença, mas ao acessar o site da SBP procurando a tal publicação que incentiva a amamentação, a primeira coisa que se enxerga é o logotipo psicante da Nestlé com os passarinhos no ninho… é assim que se incentiva a amamentação? Patrocinado por empresas de desmame enlatado?

  36. marcelo disse:

    Acho que seu maior sonho era ser médica…deve ter tomado bomba no vestibular várias vezes!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  37. Catia Reis disse:

    O pior cego é aquele que não quer ver…

  38. Lianna Mendes disse:

    Luciana, sou médica patologista, não sou pediatra, tenho duas filhas, a primeira com 2 anos que mama até hoje e a segunda com 2 meses que está e ficará até os seis meses em AME. Fico impressionada com a capacidade de vcs de generalizar. Será que vcs conhecem todos os pediatras da sua cidade, do seu Estado, do seu país para poder afirmar que a imensa maioria não orienta sobre amamentação? Li e entendi perfeitamente o que foi escrito pela Cláudia, só acho que vc e ela não leram o ato médico antes de escrever suas opiniões. Opinião cada um tem o direito de ter a sua, só não acho justo julgar uma classe toda por conta de uns ou muitos, nem muito menos acho justo não querer que uma profissão seja regulamentada por causa de preconceito.

  39. Lianna Mendes disse:

    Concordo totalmente com a Raquel, a SBP naão deveria aceitar patrocínio da nestlé e isso sim deve ser discutido , isso sim é argumento. Agora meter o ato médico nesta discussão não tem sentido porque o ato médico não é contra a multidisciplinaridade, não faz reserva de mercado, só regulamenta o exercício de uma profissão.

  40. Hemerson disse:

    Prezada Clauda,
    Parabéns pelo texto… Ele é claro e evidente!
    Não surpreende a reação daqueles que garantem ‘reserva de mercado’ sem liberdade e, pior, sem conhecimento teórico, e reconhecimento do aprimoramento científico. Não há no Brasil categoria mais corporativista que a dos médicos. Leia-se um corporativismo protecionista pois, quando se trata de coibir malfeitos dos seus pares, essa característica desaparece…!

  41. Fabrícia Melo disse:

    Marcelo: Que horror, hein? Deboche deixa bem claro que você é um médico bem humano…

    Alguns médicos ganham, sim, com a receita de remédios e muitas vezes já aconteceu isso comigo, procurei outro médico pra me atender, mais ético.

    Na profissão de médico não cabem ironias, não cabe mal trato ao paciente e desrespeito e, muito menos, o livre comércio e o ganho de comissões. Queriam ser médicos ou vendedores? Foram atrás da profissão por quê? Dá status? Dinheiro? Todos na família são? Mamãe e papai quiseram? Ou será que têm mesmo a vocação de cuidar de vidas, o que, ao meu ver, é algo de extrema importância.

    Acho que a banalização desta profissão gera tal tipo de coisa: politicagem, corporação, comércio, muitas vezes ilegal, patrocínio de marcas e pacientes vítimas destas pessoas, confiando no seu diploma e juramento.

    Ah, tenha dó! Tem muita gente que não teve a oportunidade de ser médico, por falta de dinheiro, mas não por falta de vocação! Quem pensa como Marcelo já está fora da minha lista de bons médicos.

    Quanto ao aleitamento materno, desde quando NAN é melhor que o leite da mãe, se, muitas vezes, o mesmo causa alergias, podendo levar a óbito; como foi o caso do meu irmão? (Quase morreu, é extremamente alérgico à proteína do leite e de qualquer espécie, menos à da mãe..bonito, não?)

    A SBP deveria rever estes estudos que, na prática, deixam crianças desnutridas, doentes e fracas (ou obesas). Não acho que todo médico é ruim, acho apenas que, achar médico bom e humano, aquele que procurou a profissão por vocação, está cada vez mais raro.

    Quero mais é que a natureza deixe meu leite fluir por muitos e muitos meses, quem sabe anos? Quero minha filha forte e bem nutrida! E com um vinculo materno lindo e indiscutível.

  42. Lianna Mendes disse:

    Fui ler o texto que é citado nesta matéria como fonte a afirmação de serem os pediatras os responsáveis pelo desmame precoce e em NENHUM MOMENTO O TEXTO FALA ISSO. O que o texto levanta é a falta de vontade das mães que ficam procurando desculpas socialmente aceitas, como o famoso “leite fraco”, para justificar a sua falta de vontade de amamentar. O que a gente devia discutir, PARA O BEM DA AMAMENTAÇÃO, é a vontade que a mãe deve ter de amamentar e o apoio que a sociedade COMO UM TODO deve dar a essa mãe. Agora, Cláudia e Luciana, nem o melhor pediatra do mundo conseguirá convencer uma mãe a amamentar um filho se ela não quiser e se comprometer com isso. Mais uma vez, antes de expressar suas opiniões leiam, informem-se porque se isso não acontece é preconceito! Eu amamento as minhas filhas porque as amo e quero o melhor para elas. E ninguém conseguiria me convencer do contrário, nenhuma opinião seria capaz de impedir a minha vontade.

  43. Franklin Cunha disse:

    Na famosa e saudosa expeirência do Prof.Galba Araujo no Ceará , décadas de 60/70, nas casas de parto do interioir onde só parteiras atuavam, a taxa de cesarainas ( de gestantes e fetos em risco que eram enviados a Fortaleza) situava-se em torno de de 2 a 5%. E a amamentação era geral e integral.
    Anos depois, as casas de parto foram desativadas e substituidas por hospitais com high tech sofisticada onde as parteiras e os famiiares que nas casas de parto assistiam ao mesmo, foram afastados.
    Resultado: as taxas de cesarianas foram a 50% e a amamentação em 50% das peuérperas foi substituida pelo alimento patenteado pela multinacional que tem seu quartel – general na cidade de Vevey na Suiça.
    De quem é a culpa?

  44. Fabrícia Melo disse:

    Tem muita gente com a cabeça fraca e que “se o médico disse, tá dito”. Por isso a importância e cuidado que o médico tem que ter com as palavras. Muitos são inescrupulosos e aproveitam de sua posição pra comercializar medicamentos. Receitar NAN a torto e a direito é comercializar, ou não? Indicar pra cesária sem indicação clínica aparente é pra ganhar dinheirinho, ou não? Já que o governo paga, senão me engano, 300 reais por cesárea. Tem um caso de um médico no RS que só faz cesárea, pois o incompetente perdeu uma parturiente num parto normal e, agora, se recusa a fazer o PN porque não quer ouvir gritos de mães parindo e, na condição de único obstetra da cidade, obriga todas as mães de um hospital público a fazer cesariana. Esse é um exemplo típico de médicos que abusam do poder de médico e da ingenuidade da população. Pois a educação brasileira mantém a maioria da população ignorante e sem opinião e, muitas das mães acreditam que o médico está certo e não é por falta de amor que não amamentam mais os seus filhos, muito pelo contrário… Foi porque acreditaram, na maior boa vontade, na autoridade do médico. Isso se aplica às outras áreas da medicina, também.

    Por favor, tenham consciência.

  45. Roberto Meirelles disse:

    Mais uma pessoa generalizando, misturando aleitamento com regulamentação da Medicina! Sou médico cardiologista e sempre me pautei pela ética, agora pergunto: Você leu o texto do Ato Médico recém aprovado? Creio que não, pois não haveria de publicar tamanhas inverdades. Senão vejamos: 1-Pacientes/clientes poderão procurar profissionais de saúde por livre demanda, o encaminhamento médico continua como é hoje, apenas uma ferramenta para auxiliar nesta procura, e em lugares cuja burocracia assim exige.Todos podem ir ao psicólogo, dentista, etc, isso é uma das maiores mentiras pregadas. 2-O cerne da profissão médica é o diagnóstico de patologias(nosológico) e sua respecttiva prescrição terapêutica (medicamentosa ou cirúrgica). Não precisa nem comentar, quando alguém vai ao médico busca um diagnóstico da patologia que o(a) aflige e o respectivo tratamento.3-Demais diagnósticos necessários para a conduta das demais profissões, psicológico, nutricional, de enfermagem(NANDA), em nada serão afetados, nada muda! 4-A legislação das demais profissões não pode e não será mudada por uma lei , que versa apenas sobre a profissão médica, além do que é a única lei que tem escrito em seu texto a manutenção das prerrogativas legais e privativas de todas as demais profissões de saúde.5- Pelo exposto deduz-se que a quase totalidade das covardes campanhas contrárias, pregam mentiras e seus mentores nem sequer leram o texto, ou se leram, preferem não entender e ser contra, por simples raiva ou interesses corporativos.A senadora Suplicy quer que psicólogos prescrevam psicotrópicos! Não é esse o papel da psicoterapia, não está previsto na lei da Psicologia e não há formação técnica sequer próxima da que o médico possui de fisiopatologia, etiopatogenia, farmacologia, efeitos colaterais, etc, é absurda tal proposta. Bem como vemos fisioterapeutas aplicando botox! Até como se fosse preenchimento! Optometria citada no texto, que nem lei regulamentadora tem, objetiva realizar exames de refração em óticas para vender óculos em seguida!! Venda casada(crime)! Bem como exercício ilegal da medicina(oftalmologia), que seria invadida descaradamente, privando a população atendida por estes irresponsáveis da consulta oftalmológica completa(fundo de olho, pressão ocular, retina, córnea).São estes absurdos apenas que o projeto irá suprimir e a sociedade agradecer por isso. Leiam o texto do PL antes de pregar inverdades!

  46. Luiz carlos fernandez rivera disse:

    Como Psicólogo, nada tenho contra a regulamentação da profissão médica. Tenho 32 anos de pratica profissional e uma conduta ética ilibada. Na medida em que a má interpretação do ato médico vier a interferir na minha prática profissional, restringindo direitos profissionais assegurados por lei, buscarei as medidas judiciais apropriadas. Atenciosamente, Psicólogo Luiz carlos F. Rivera – CRP 07 \ 1665.

  47. Getulio Bernardo Morato Filho disse:

    Sinceramente, ninguém que está comentando aqui deve ter ao menos lido o projeto da regulamentação da medicina. Matéria completamente mal informada, sem qualquer conteúdo de verdade. Pediatra que estimula o fim da amamentação ? Foi a sociedade brasileira de Pediatria que garantiu a licença materna de 6 meses para exatamente para que a mãe possa amamentar seu filho por esse período. Aliás, um dos maiores problemas de saúde pública é o binômio mãe/filho não ter acesso a consultas com pediatras, que não simplesmente faz o que o manual do SUS pede, mas tira as dúvidas dos familiares, ensina os pais como proceder em caso de urgências. Desvirtuam a medicina, oferecendo uma medicina de pobre para a população carente, que deixa de ter acesso a médicos, diminuindo a qualidade do atendimento. Quer fazer o que o médico faz, estude bastante, passe no vestibular, passe 6 anos de um curso de carga horária no mínimo 2 vezes maior que qualquer outro curso de graduação, faça 3 ou 4 anos de especialização, para poder oferecer à população um serviço de qualidade, com o mínimo de riscos. O ato médico não restringe nenhuma profissão da saúde, pois respeita todas as regulamentações já existentes. Os únicos profissionais de saúde atingidos são aqueles que querem ser médicos sem ter formação para tal. Aqueles profissionais que querem aplicar botox sem saber o que fazer num erro de aplicação, naquele profissional que quer prescrever medicamento sem saber fazer diagnóstico, quem quer fazer cirurgias que a própria regulamentação de sua profissão não permite. Equipe multidisciplinar não quer dizer bagunça. Não quer dizer que todo mundo pode fazer a função do outro. A equipe multidisciplinar que dizer que todos tem o seu papel bem estabelecido, trabalhando em conjunto, para oferecer o melhor ao paciente. Infelizmente, a única profissão que ainda não tem sua regulamentação é a medicina. A regulamentação da medicina não é boa para o médico. É boa para o paciente, que terá sua garantia que não será cobaia de nenhum profissional não habilitado na hora de ser atendido.

  48. Getulio Bernardo Morato Filho disse:

    Esse projeto foi feito a 14 mãos, com todos os conselhos de profissionais de saúde participando da elaboração e este foi o consenso de todos os conselhos. E ficam criando mitos que não existem. Sobre os cargos de chefia, apenas diz que as chefias MÉDICAS não podem ser feitas por outros profissionais, assim como existe na enfermagem que as chefias de enfermagem devem ser executadas por enfermeiros e não por médicos. Gastem um tempo e leiam o projeto da regulamentação da medicina antes de falarem bobagens, sem qualquer sentido.

  49. Carlos disse:

    Terapeuta Reichiana? Nem formada em psicologia você é. Isso tem nome: charlatanismo. Argumentos nada técnicos, baseados apenas no ódio generalizado. Procure alguém habilitado para fazer terapia, por favor.

  50. Getulio Bernardo Morato Filho disse:

    O psicólogo bem formado continuará fazendo todo o trabalho que sempre fez e que já está regulamentado. Está escrito na legislação que será respeitada as competências de cada profissão, já estabelecidas nas regulamentações das respectivas profissões. O psicólogo continuará podendo fazer o diagnóstico psicológico, os testes que já fazem, a terapia que já fazem. Isso já está regulamentado. O que o psicólogo não pode fazer é prescrever medicamentos, já que não tem formação para isso. Pode até haver algum psicólogo que fez algum curso de farmacologia, mas não é essa sua função. Todos os profissionais de saúde tem fundamental importância no acompanhamento do paciente, respeitando as próprias regulamentações já estabelecidas em lei. Falta ao médico a regulamentação da sua profissão.

  51. Gustavo disse:

    Meu Deus do Céu… Se fosse um blog com opinao pessoal sua, aceitaria esse monte de absurdo. Mas como jornalista você tem um compromisso de informar, não desinformar. O fato de voce ser contra não justifica essa irresponsabilidade. Faça a sua pesquisa decentemente antes de publicar algo. É minimo que você pode e deve fazer.

  52. carlos disse:

    ACHO MUITO PERTINENTE REGULAMENTAÇÃO DE QUAISQUER AREAS PROFISSIONAIS QUE SEJAM. ESTAMOS NO SECULO 21 !!!!! NÃO ENTENDO PORQUE A PREOCUPAÇÃO DE OUTRAS ESPECIALIDADES, ISSO DÁ ATÉ MAIS SEGURANÇA A TODOS. QUE OS OUTROS TB LUTEM PELA SUA REGULAMENTAÇÃO, ORA, É SIMPLES. AH, E COMO SAIU EM MANCHETE DE JORNAL, MÉDICO ÉTICO, NÃO PRATICA AQUILO QUE ESTÁ FORA DOS SEUS ATOS. TENHO A MAIOR HUMILDADE DE RECONHECER QUE NÃO TENHO A HABILIDADE DO PSICOLOGO, OU NUTRICIONISTA, OU FISIOTERAPEUTA OU ENFERMEIRO E ADMIRO TODAS ESSAS PROFISSÕES. ACHARIA MUITO BOM SE OS ATOS DE CADA UMA FOSSE REGULAMENTADO, ISSO DARIA MAIS SEGURANÇA, MENOS CONFUSAO E MENOS EXPLORAÇÃO PELOS EMPREGADORES.

  53. thais disse:

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o
    Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)
    recomendam o aleitamento materno exclusivo até seis
    meses e, a partir desta idade, a introdução de outros
    alimentos complementares, mantendo-se a amamentação ao peito até pelo menos dois anos de vida
    1
    . isso na introdução do texto em q vc afirma que os pediatras incentivam o desmame. É um estudo dos MOTIVOS do desmame entre as mães, não um incentivo. Que absurdo! Que coisa parcial, que coisa feia!

  54. Rafael disse:

    SIM AO ATO MÉDICO!!!!! – Quem é contra, é porque não lei toda a referente lei!

  55. Marcelo C. disse:

    Cláudia, realmente é notório em seu texto um sentimento que fica entre rancor e preconceito para com os médicos.

    Discordo da sua opinião, e vou usar um texto do Dr Edson A. a cerca desse assunto. um pouco extenso mais resume bem o sentimento da maioria da classe médica… apesar do CFM ir contra a algumas opiniões da classe, ela é sim, ainda uma representatividade da classe.

    Ato médico: em defesa da saúde do povo brasileiro

    Muitas bobagens têm sido propaladas acerca do projeto de lei que regulamenta os atos médicos. As mais recentes foram publicadas no jornal O Globo pelo médico Aloysio Campos da Paz Júnior, da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação. Antes de mais nada, é preciso esclarecer que todas as profissões da área da saúde têm sua regulamentação em lei, exceto a medicina. Isso, em tese, deve-se ao fato de todo mundo saber o que o médico faz, e os legisladores nunca se preocuparam com a matéria. No entanto, justamente devido à evolução do conhecimento científico e à complexidade cada vez maior da atenção à saúde, tal legislação hoje é necessária.
    O projeto de lei diz, em cinco artigos, que só o médico, ressalvado o odontólogo, tem a competência profissional para diagnosticar as doenças e prescrever o tratamento para os doentes. Nada além do óbvio. A atenção à saúde é obrigatoriamente praticada por equipe multiprofissional, pois ninguém a realiza sozinho. Cada profissão tem sua atribuição definida em lei e nenhum outro profissional diagnostica doenças e indica o respectivo tratamento. O psicólogo faz a avaliação psicológica; o fisioterapeuta, a avaliação cinésio-funcional; o enfermeiro, a de enfermagem e todos tratam dos pacientes de acordo com suas capacidades e com absoluta autonomia dentro das prerrogativas estabelecidas em suas leis.
    Dizer que todos os profissionais se subordinariam aos médicos após a aprovação da lei do ato médico é uma aleivosia. Só por desconhecimento ou má-fé pode-se disseminar a inverdade que, para ir ao dentista ou a um psicólogo, a pessoa precisaria antes do aval de um médico. Propagam tais inverdades aqueles interessados na não-regulamentação da medicina, que preferem manter uma área cinzenta de interface entre as profissões, abrindo caminho para o exercício ilegal da profissão e o charlatanismo.
    Quando o projeto de lei prevê que só o médico pode chefiar serviços médicos, não preconiza a subordinação de outros profissionais ao mesmo. Significa que os serviços de cirurgia, ginecologia, cardiologia e tantos outros, onde se praticam atos médicos, têm que ter um responsável técnico médico, que responda por eles. Estes são os responsáveis perante os Conselhos de Medicina, e são interpelados quando ocorrem denúncias envolvendo médicos. Os serviços de enfermagem, de nutrição, de fonoaudiologia, entre outros, são e serão sempre dirigidos pelos respectivos profissionais, como rezam as leis de cada um. Os médicos não querem, e nem podem, chefiá-los. Da mesma forma, a direção geral de uma instituição de saúde, ou uma secretaria, ou um ministério, que não requerem formação médica específica, poderão ser dirigidos por qualquer profissional (os dois últimos Ministros da Saúde são economistas), desde que tenham médicos respondendo pelos atos médicos, como exige a legislação atual .
    No calor dos debates que vêm acontecendo, ainda longe dos olhos e ouvidos da população brasileira, a principal interessada, o que a lei do ato médico vai coibir, de verdade, é a tentativa deliberada de promover uma assistência à saúde sem médicos habilitados, mais barata por certo, mas com riscos à vida dos pacientes e aos profissionais que se arriscam a substituí-los.
    As chamadas Casas de Parto são exemplos destas ações. Criadas para acompanhar os partos ditos normais e “humanizar” a parição, estas sim retrocedem ao século passado na assistência à gestante. As complicações de um parto, quando acontecem, são de tal ordem dramáticas que se o médico não estiver presente e com recursos adequados, não há tempo para salvar as vidas da mãe e da criança. Mas não são as únicas aberrações. O Programa Saúde da Família também precisa ser revisto quanto à composição de equipes sem médicos para atendimento à população. E ainda são muitas as secretarias e postos de saúde sem diretor médico pelo Brasil afora. Uma instituição de saúde sem um responsável técnico médico funciona ao arrepio da lei.
    Conceber uma medicina sem médicos não é um debate acadêmico. É a aplicação acrítica do receituário neoliberal do Banco Mundial.
    Desvirtuar o conceito de equipe é essencial para aviar esta receita. Ao invés de reunir os saberes e práticas de cada profissional em benefício da população, misturam-se estes ingredientes em receitas práticas capazes de serem aplicadas por qualquer um de seus membros. Em breve teríamos profissionais de saúde “multifunção”, que sabem um pouco de enfermagem, de nutrição, de medicina, etc., o suficiente apenas para implementar uma assistência à saúde de segunda para gente de segunda. Fato eticamente inaceitável.
    Some-se a tudo isso a crônica escassez de recursos para a saúde e teremos um retrato fiel do que vem ocorrendo. Disso, aliás, o médico Aloysio Campos da Paz não pode se queixar. Há muitos anos, e há vários governos, a Rede Sarah é beneficiada com um aporte de recursos diferenciado, à parte dos demais hospitais do Ministério da Saúde. Pelo site oficial do Ministério podemos ver que em 2003 a Rede Sarah recebeu, sozinha, 245 milhões de reais, contra 207 milhões para todos os hospitais próprios. Sem dúvida, este é um fator determinante para a excelência dos serviços prestados pela Rede – e que bom seria se todos os gestores da saúde no país tivessem o mesmo tratamento.
    É preciso deter este iceberg, cuja parte submersa revela uma perspectiva cruel e sombria para a saúde pública brasileira. A regulamentação em lei dos atos médicos constitui apenas um primeiro passo, mas que ajuda ao explicitar as ações que só este profissional pode executar, devidamente habilitado, fiscalizado e capaz de assumir os riscos pelas decisões que venha a tomar. Temos consciência de que nenhum profissional atua sozinho na assistência à saúde, mas temos também a certeza de que não se faz saúde sem médicos.
    Aprovar o PL nº 25/02 (Lei do Ato Médico) é, antes de tudo, um ato de cidadania. Um gesto de respeito às pessoas.

    Aprovado na Plenária do CFM, em novembro de 2004

    Edson de Oliveira Andrade
    Presidente do Conselho Federal de Medicina

  56. Renata disse:

    É triste pensar que a maioria das pessoas que ler esse texto vai aceitar sem sequer ler a lei. É triste porque muita coisa escrita aqui é interpretação equivocada do texto original… Diversos tipos de diagnósticos, o psicológico, o funcional, o nutricional, entre outros, não são restritos aos médicos, mas podem ser feitos pelos profissionais habilitados, isto é, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, e assim por diante. Médicos devem chefiar serviços “médicos”, não todos os serviços de saúde. Se queremos trabalhar em equipe, com certeza muitos médicos tem que deixar a arrogância e a prepotência de lado…mas também com certeza muitos profissionais de saúde não médicos tem que deixar o preconceito de lado. Parece que todas as outras profissões da saúde estão contra os médicos. Por quê? Medo de perder espaço? Eu não acredito que os médicos queiram fazer o trabalho das outras profissões, porque não são capacitados para tal na graduação, além do mais já tem suas próprias atribuições. Eu ainda sou acadêmica, e com certeza a ética está entre as características que, para mim, definem um bom médico. E sou a favor do ato médico. Pelo simples fato de que somos trabalhadores como todos os outros e temos direto a regulamentação. E se as pessoas são contra nossa reivindicação, que refutem com argumentos adequados. Afinal, ninguém quer confundir as pessoas que não se darão ao trabalho de ler a lei ou não conseguirão interpretá-la adequadamente, certo?

  57. Anderson disse:

    Seu texto é um lixo, mostra a sua ignorância perante tal fato. Uma pena ler um texto de um pessoa, possivelmente com terceiro grau, com tamanha falta de informação, e mais, sem conhecimento nenhum em medicina.

  58. Rodrigo disse:

    Com isso vc quer dizer que, caso sua esposa tenha um filho, é preferível que ela tenha por uma enfermeira especialista em obstetría ? Que o diagnóstico de uma doença de uma pessoa de sua família seja realizada por um fisioterapêuta, enfermeiro (a) ou psicólogo ? Pense nisso, SE INFORME sobre o ato médico e reescreva esse lixo de texto, cheio de preconceito e ignorância (2 palavras que se completam). LIXO DE TEXTO!!!!!!!!!!!!!!!!!

  59. Fátima Souza disse:

    Precisei ir à perícia médica do INSS, e o médico que iria me atender, me chamou com um paciente na maca, e era uma pessoa que precisava de ajuda, e eu me recusei a ser atendida, até que o senhor que tentava levantar com a ajuda da esposa saísse. O médico passou por mim e chamou a outra pessoa. Não deixei, fechei a porta e ajudei o senhor e a senhora, pessoas bem humildes a sairem. As outras pessoas que esperavam me deram total apoio, e me disseram que esse era o modo dele atender. Não fui atendida por esse médico, registrei a minha queixa e fui encaminhada para outro profissional. Aí, fui atrás para saber quem era o tal médico, era um ginecologista, e o meu problema era ruptura de tendão. Ainda bem que não fui atendida por ele, pois ele encaminhava todas as pessoas para cirurgia, e nem olhava os exames que as pessoas levavam. Os médicos peritos não deveriam ser da especialidade? Na minha última consulta com o gastro, ele me encaminhou para o endocrino, para regular a minha tiroxina. Quando eu consultava com o Dr. Waldir Pedro de Castro, profissional que diagnosticou meu problema de tiróide, depois de eu ter percorrido endocrinologistas e nefrologistas, eu sempre saio com dúvidas de diagnósticos. E ainda mais que perdi o contato com o Dr. Waldir Pedro de castro, profissional que atendia as pessoas olhando no olho delas. Devem sim, existir outros profissionais bons, mas a maioria se acham deuses.

  60. CArlos disse:

    Você realmente leu o ato médico. A direção médica tem que ser de médico, como o diretor de enfermagem é enfermeiro.. ponto. Nada mais e nada menos. Em nenhum ponto mostra necessidade obrigatória de encaminhamento para outros profissionais, existe inclusive um parágrafo que fala sobre a proteção a esses profissionais… de onde tirou que os pacientes não poderão ir aos outros profissionais???? Cara sua cidade tem os piores pediatras do Brasil, pois em nenhum outro lugar vi esse quadro que você falou. Quanto as outras áreas não quererem invadir a área do médico, já peguei criança com o braço quebrado que estava recebendo pomada e massagem prescrito por fisioterapeuta (muito ruim por sinal, afinal os meus amigos fisioterapeutas nunca fariam nada parecido), já vi fisioterapeutas conversando sobre até começarem a operar. Já tentaram autorizar farmacêuticos a receitarem no balcão, já peguei receituário de antibiótico carimbado por enfermeira e etc…. Agora acho engraçado que as profissões que mais reclamam são exatamente as que tem suas profissões regulamentadas.

  61. CArlos disse:

    Claudia me manda o artigo do doutor que diz que o pediatra desmama o mundo.. quero saber inclusive toda a base bioestatística dele.

  62. Lianna Mendes disse:

    Carlos, o pediatra que ela cita não fala isso no texto que ela dá como referência. Isso foi uma conclusão dela.

  63. Aqui está o link, entrevista do pediatra Hugo Issler à jornalista Fernanda Ravagnani com a afirmação de que “os pediatras e não as mulheres são os maiores responsáveis pelo desmame” http://noticias.uol.com.br/inter/reuters/2003/10/11/ult27u38739.jhtm

    Lamento muito que as relações históricas da pediatria com o desmame sejam negadas por alguns dos profissionais que aqui se manifestaram com insultos, zombarias e desqualificações.
    Agradeço aos profissionais que, sem espírito corporativista, compreendem a responsabilidade enorme que os pediatras tiveram e ainda têm sobre os índices de desmame no país e no mundo, já que esse é um problema mundial que ocorreu no pós-guerra.

    Agradeço às mulheres que trouxeram aqui seus depoimentos, suas histórias porque desde o pós guerra esse é um movimento de rua, de mulheres na rua, desde os tempos de Bibi Voguel, ainda na década de 1970, quando os índices de prescrição de leite ninho estavam crescendo em velocidade crítica. Foi-se o ninho, veio o nanón e depois o nan e cá estamos, humildemente, as mulheres que não se deixam levar tocadas como gado, sempre nessa luta.

    Desejo fortemente que os índices de amamentação no Brasil subam e quero estar viva ainda para falar bem dos avanços da pediatria nessa virada histórica.

    Poderiam começar revendo os patrocinadores da Sociedade Brasileira de Pediatria.

  64. Rafael disse:

    Bom, eu falo como um reles estudante de medicina!
    Acredito que pra se receitar um remédio com total segurança deve se saber seu sitio e mecanismo de ação, via de metabolismo e etc… Não acredito que um fisioterapeuta estudou isso a fundo ao ponto de querer receitar. E olha que isso já é restrito a dentista, medico e veterinário há muito tempo. Até enfermeiro se mete a isso. Não acredito que um médico nutrólogo saiba mais sobre nutrição do que um nutricionista, agora um nutricionista querer saber se deve ou não receitar uma sibutramina com quem tem ou deve ter total domínio sobre os seus males já é demais… né?
    E se o paciente do fisioterapeuta for renal crônico e o tal remedinho ter efeito nefrotoxico? ahha?
    As carreiras da área de saúde têm suas intersecções, mas geralmente elas estão dentro do currículo da medicina. Pois é, trazendo isso pro âmbito do Ato Médico em si, se essa regulamentação não existisse, ficaria aquele joguinho de empurrar a sua cerca contra o quintal do vizinho para aumentar o seu território.
    A enfermagem já teve o seu pedaço de cerca perdido, reformulado e chamado de fisioterapia. Sabia?

  65. Izabel disse:

    Desculpa, Cláudia, mas você está confundindo algumas coisas: o fato de um obstetra encaminhar sempre uma gestante à cesárea não é questão de Ato Médico e, sim, de ética médica, que tem a ver com EDUCAÇÃO MÉDICA, competência do MEC. O fato de pediatras estimularem o consumo de NAN e etc é uma questão de ética médica, de novo! E como estudante de medicina, posso te assegurar que não aprendi nenhuma dessas atitudes antiéticas, ao contrário, a minha professora, PEDIATRA, sempre dizia às mães pra que elas pudessem amamentar seus filhos pelo menos até os 06 meses e chegada a época, a gnte orientava essas mães como deveria ser o desmame, lento e gradual. Para as mães que aqui postaram e não sabem, é recomendado, por exemplo, que os bebês, mesmo, não tendo completado 06 meses, tomem suplemento férrico, dentre outras vitaminas, assim como no pré-natal as mães tomam ácido fólico! Mas o nome já diz: suplementa (adiciona, contribui)! E desculpe mais uma vez, mas, nem o enfermeiro, nem o psicólogo, nem farmacêutico, tem na sua educação profissional a competência para receitar remédios, mesmo os pra dormir.

  66. Izabel disse:

    ‎”O momento não é bom para centralizar a saúde ainda mais nas mãos dos médicos.” (???) Algum momento é bom pra centralizar a saúde? E se fosse na mão de outra profissão era aceitável?!

  67. Catia Reis disse:

    Eu leio e releio o texto e não consigo identificar o tom raivoso a que os médicos ofendidos acima se referem.

    Lianna, não sei em que planeta você vive, desconfio que é uma afortunada que encontrou bons pediatras que apoiaram, incentivaram e orientaram a amamentação das suas crianças. Como mulher brasileira mãe no século XXI, frequentadora de foruns virtuais de amamentação desde 2007, devo ter visto uns 5% de pediatras bem informados e bons orientadores de mães com problemas para amamentar. Pela minha experiência e das minhas amigas, conhecidas e familiares, afirmo que a esmagadora maioria que amamentou o fez por teimosia ou pura sorte de não ter tido problemas. Infelizmente a história que mais escuto (até hoje) é o desmame por mil e um motivos contornáveis, indicado ou apoiado pelo pediatra.

    Não tenho nada contra os médicos, tampouco a autora do texto, pelo que já li dela. Tenho muitos médicos na minha família. Mas devo admitir aqui que a maioria dos médicos que conheço pessoalmente tem uma visão bastante preconceituosa das outras profissões da saúde. Abundam piadas jocosas de enfermeiros, terapeutas ocupacionais, psicólogos (os que tiveram preguiça de fazer psiquiatria, rs). Eles mesmos não procuram outros profissionais quando têm problemas de saúde. Acompanhei de perto as transformações que passaram alguns primos que cresceram comigo e estudaram medicina, sofreram muito com o sistema dos cursos, com professores preconceituosos, extrema pressão na residência, mudaram muito meus primos. Perderam o humanismo que tinham quando entraram. Um virou obstetra e adorava partos naturais quando entrou, hoje só faz cesárea, amargurou. Poucos questionam o sistema, a maioria despreza a enfermagem.
    Nunca vi enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo querendo prescrever medicamento, vejo o contrário, uma postura de “antes de vc partir pro remédio vamos tentar por aqui ou por ali”. Não prescrever, não operar, é justamente o trunfo dessas outras especialidades… Quero ter um parto com parteira justamente porque ela não tem um bisturi na mão, tem mil outros recursos pra lidar com o processo. Adoraria que ela tivesse um bom médico ao seu lado, que confiasse nela e me atendesse carinhosamente caso fosse chamado para intervir.
    Infelizmente no Brasil não é assim, e sinto que estamos um passo mais longe.

  68. Alexandre - Médico disse:

    Minha cara Claúdia Rodrigues, caso você não tenha lido op artigo cientifico que você própria linkou o estudo foi feito com 12 MULHERES! VOU REPETIR MAIS UMA VEZ 12 MULHERES! Se você por acaso considera esse valor amostral significativo isso demonstra sua completa falta de conhecimento na estruta de um artigo cientifico com níveis de evidência importantes. Com esse valor o artigo não chega nem a nível D de evidência. Ou seja é um estudo que não comprova absolutamente nada. E notícias de jornais também não são fontes confiáveis. Se quiser provar um ponto de vista recomendo que procure por estudos de nível de evidência IA que aí sim seriam inconstetáveis suas afirmações. Curioso como seu artigo também está carregado de “experiências pessoais”, “opiniões pessoais” e afirmações caluniosas sobre o ato médico e as pessoas que o apoiam. Esse não deveria ser o tipo de atitude de uma pessoa que escreve artigos para jornais. Recomendo que reveja sua postura como jornalista e busque fontes mais confiáveis antes de colocar várias informações falsas em artigos de internet.

  69. Alexandre - Médico disse:

    Parece que para piorar a própria Cláudia Rodrigues não leu o aritigo que ela mesma linkou. Acabei de ler o artigo na integra e em NENHUM MOMENTO o autor relata que os pediatras são os principais responsaveis pelo desmame precoce. O autor reiteira que as principais causas são PSICOSSOCIAIS dentre as quais estão a (REFERIDA) hipogalactia. Concluindo: A própria autora deste artigo não leu suas fontes. É apenas um artigo tendencioso, por uma jornalista tendenciosa que provalvemente nem teve a curiosidade de ler o ato médico na íntegra. LEIA E ESTUDE MAIS antes de postar bobagens.

  70. Flavio disse:

    Claudia, os comentários aqui estão longe de serem furiosos. São criticas a sua postura preconceituosa contra os médicos e generalizações descabidas. Pior, você não tem a capacidade de fazer uma reflexão, e relativizar algumas das generalizações. Isso tem que ser dito em alto e bom tom! seu texto, sim, é arrogante.

  71. Paulo disse:

    Ridiculo… Cheio de mentiras e generalizacoes. Maus profissionais existem em todas as areas. No seu texto a maioria dos medicos(que se esforcam pela profissao) paga o pato daqueles que nao fazem seu trabalho direito.

  72. Carol disse:

    Ato médico aprovado, sonho para médicos que desejam ter suas profissões regulamentadas. Não há hierarquia entre profissões, cada uma tem sua importância diante da necessidade individual. Preciso de um engenheiro para projetar minha casa, preciso de um arquiteto para decorá-la e preciso de um pedreiro para construí-la (que no meu exemplo é a peça mais importante, sem ele não terei casa). O médico não quer assumir o papel dos outros profissionais, seria a mesma coisa que falar que o engenheiro quer tomar o lugar do pedreiro. Os médicos do mundo antigo eram escravos que cuidavam de doentes, na época doentes com patologias infecto contagiosas, o mundo evoluiu e aqueles escravos diversificaram cuidados e ai surgiu o médico, o enfermeiro…
    Lendo matérias sensacionalistas como essa entendo porque meus professores de português defendiam o “conhecimento de mundo” e as citações de autoridades, também entendi porque a professora de metodologia científica exige as bibliografias. Porém, com essa sua publicação também aprendi que não adianta apenas informação uma vez que as pessoas não sabem interpretar. Partindo do princípio que a senhora é uma jornalista, e jornalistas têm uma afinidade com a língua, facilidade para articular as palavras e normalmente adeptos a leitura, mas me assustei com a salada mista de informações que a senhora jogou neste texto.
    Todos os médicos querem que tenham mais vagas em hospitais, na verdade todos os médicos querem mais hospitais e mais estrutura para poderem trabalhar e colocar em prática o que estudaram. Plantonistas estão la para emergências, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem são necessários.
    A senhora ja viu como é o plantão na obstetrícia? Sabe como funciona? Tem noção das complicações que podem surgir? Não são necessárias desculpas estapafúrdias. As indicações cirúrgicas tem base científica, caso contrário não iriam para a cirurgia. (Releia seu texto). E a senhora está preocupada com o vergonhoso número de cesarianas? Ja viu quantas pessoas se candidatam a cirurgias de estética?
    Nunca vi pediatra incentivando desmame, ja vi mães reclamando das suas mamas partidas, que não conseguem dormir, que o bebê não para de chorar, já vi bebês perderem peso por não estarem alimentados e ai sim vi pediatras orientando NAN, papinhas e vitaminas.
    Os bancos de leite são escassos, não existem em todos os lugares, não seria melhor deixá-los para pessoas realmente carentes?

  73. Carol disse:

    Ah, só mais uma pergunta. A senhora leu o PL nº 25/02 (Lei do Ato Médico)? Se leu, foi essa sua interpretação? Uma montagem de frases jogadas num texto incoerente e preconceituoso.

  74. Rosinha disse:

    Com a ressalva que os insultos, zombarias e desqualificacoes ficaram quase que exclusivamente por conta de profissionais do sexo masculino…ironicamente aqueles que jamais puderam se entregar ao ato do aleitamento materno e provavelmente sofreram a privacao do mesmo.

  75. Roberto Meirelles disse:

    Caras mães e mulheres que postam focando no aleitamento.Respeito suas opiniões, não sou pediatra, sou cardiologista. O fato de tanta indignação de nossa parte é misturar de forma tendenciosa assunto que nada tem a ver com a regulamentação tão necessária de nossa profissão(Ato Médico) em texto cheio de inverdades sobre o mesmo. Creio ser necessária a valorização do aleitamento e todo o médico que se forma tem que estar consciente disso. Agora misturar este assunto com o texto do ato Médico, que foi retratado de forma tão preconceituosa e distorcida não é papel de jornalistas sérios e ofende à todos nós e a própria sociedade, levada a ler argumentos de uma verdadeira guerrilha de interesses vários, de ódio e preconceito à médicos, recalque, interesses econômicos vários, praticada por pessoas e profissionais, estes sim , que se acham deuses e se manifestam da forma mais arrogante e hipócrita jamais vista!

  76. Rafael disse:

    Bom, depois do sublime comentário acima, do fato de a autora se basear em textos de revistas de caráter extremamente científico como “Veja” e “super interessante” e pela revolta alheia devido a algo já consumado….
    “Ahhh, seta lá Cláudia e vamos ver se Luiza ainda está no Canadá!”.

  77. Nilton de Abreu disse:

    Repotagem precocnceituosa, jornalista má informada, pega dados tendenciosos sem saber se são corretos. Quanto absurdo lí na reportagem. Falar de saúde é coisa séria. Lembre-se que o jornalista leva inmformação ao público.

  78. mariamariana disse:

    Questão de opinião. Conviver com a diversidade de opiniões respeitosamente deveria ser o comportamento esperado de todos os profissionais. Foi o que fez aqui a jornalista, que destratada, manteve a compostura. Prefiro pensar que os médicos, colegas que aqui se manifestaram, sejam trollers, fakes porque não argumentaram, preferiram desqualificar o texto da jornalista de opinião que não tem o dever de citar fontes e pesquisas para opinar.

    HOMENAGEM DESTE BLOG à Rede Sarah e ao Doutor Aloysio

    http://oglobo.globo.com/pais/noblat/mariahelena/posts/2009/05/02/a-rede-sarah-ao-doutor-aloysio-182450.asp

    Primeiro quero deixar bem claro que não conheço pessoalmente o doutor Aloysio Campos da Paz Junior. De nome, muito. De referências pessoais, também, pois temos dois amigos em comum que não se cansam de contar histórias sobre a dedicação, a seriedade, a correção, a capacidade e a inteligência desse médico que honra diuturnamente o juramento que fez ao se tornar médico. São amigos de mocidade, de colégio, que conhecem muito bem o ser humano e o médico. Não são elogios ocos.

    Copio aqui o histórico do doutor Campos da Paz Junior que encontrei num site sobre Ciências, porque no site da Rede Sarah, criada e desenvolvida por ele, não se encontra uma só referência a ele, que dirá ao seu histórico:

    “Em 1981, foi nomeado pelo presidente da República, Presidente da Fundação das Pioneiras Sociais que englobava várias unidades, entre elas o Instituto Nacional de Medicina do Aparelho Locomotor – SARAH. Criou o Centro de Tecnologia Hospital (EquipHos) para o desenvolvimento de equipamentos em ortopedia e reabilitação. Em 1986, por indicação do Ministro da Saúde e da Previdência e Assistência Social foi nomeado coordenador do Sistema Integrado de Reabilitação em Traumatologia e Ortopedia – SIRTO, que tinha por objetivo a elaboração de rotinas técnicas padronizadas para utilização nos hospitais públicos brasileiros. Membro do Conselho Nacional de Saúde, nomeado pelo Presidente da República, por reconhecida capacidade profissional, no período de novembro de 1991 a novembro de 1992. Conduziu o processo de transformação da Fundação das Pioneiras Sociais em Associação das Pioneiras Sociais, através da Lei 8246, aprovada pelo Congresso Nacional em 22 de outubro de 1991, criando assim o primeiro Serviço Público não estatal no Brasil contemporâneo. Sua presente posição, além de presidente da Associação das Pioneiras Sociais e cirurgião-chefe da Rede Sarah de Hospitais de Medicina do Aparelho Locomotor, é reitor da Universidade SARAH de Pós-graduação em Ciências da Reabilitação. Membro das seguintes sociedades médicas: American Orthopaedic Association, American Academy of Pediatrics, American Pediatric Orthopaedic Society, British Ortopaedic Association, Argentine Society of Orthopaedics, International Society of Orthopaedics and Traumatology-SICOT, International Society of Rehabilitation e International Brain Injury Association”

    Como vocês podem ver, é texto antigo! O que não é antigo e o que é fantástico de ler, é o site da Rede Sarah. Lá você fica sabendo como deve ser um hospital público. De lá saímos perguntando: por que será que não são todos assim os hospitais públicos brasileiros? Aqui copiarei apenas a definição do que é a Rede Sarah, lembrando que é texto que ainda não inclui a nova unidade inaugurada anteontem no Rio:

    Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação é constituída por nove unidades hospitalares localizadas em Brasília (DF), com um hospital e um Centro Internacional de Neurociências e Reabilitação, Salvador (BA), São Luís (MA), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ), Macapá (AP) e Belém (PA).
    Cada hospital da Rede representa um espaço para reprodução e aperfeiçoamento dos princípios, conceitos e técnicas consolidados ao longo do tempo pelo SARAH-Brasília.Os conceitos agregados e aplicados, no cotidiano, pelos profissionais que atuam aqui, transformaram o SARAH em centro de referência nacional e internacional.

    Os hospitais da Rede caracterizam-se por uma cuidadosa integração de sua concepção arquitetônica aos princípios de organização do trabalho e aos diferentes programas de reabilitação, definidos conforme os indicadores epidemiológicos da região em que cada unidade está inserida. Dessa integração resultam, por exemplo, os amplos espaços dos hospitais SARAH, com seus solários e jardins, buscando sempre a humanização do ambiente hospitalar e as enfermarias coletivas, com o sistema de “assistência progressiva” com aproveitamento ótimo dos recursos disponíveis. Este sistema, pela primeira vez implantado no Brasil, data das origens do Projeto, caracterizando-se pela possibilidade de manter o paciente em locais de maior ou menor concentração de recursos humanos e materiais. Surgiu desse conceito a criação do “Primeiro Estágio” onde permanecem os doentes que necessitam de cuidados intensivos e freqüentes, com a característica de permitir a presença de seus familiares.

    Os ambientes foram cuidadosamente preparados para os pacientes das diversas especialidades médicas e terapêuticas, com piscinas, ginásios para fisioterapia, unidades de exames complementares ao diagnóstico, blocos de serviços operacionais, entre vários outros espaços.

    Os hospitais da Rede SARAH estão interligados por tecnologias de telecomunicação desde 1997. Diagnósticos de patologias, casos e exames podem ser discutidos conjuntamente, em tempo real, por meio de vídeo-conferência, pelas equipes das diversas unidades, multiplicando o potencial e o conhecimento do staff. Também se pode consultar todos os prontuários, que são eletrônicos (informatizados), de qualquer outra unidade, promovendo o mesmo nível de qualidade de atendimento em toda a Rede e permitindo permanentes interconsultas e programas de atualização.

    Clique em Rede Sarah para ver como funciona essa organização que nos enche de orgulho.

    O artigo do Dr. Aloysio Campos da Paz, que é contra o ato médico e a favor das casas de parto.

    http://www.crefito6.org.br/novo/index.php?option=com_content&task=view&id=371&Itemid=58

  79. David disse:

    Todas as outras profissões da área da saúde são regulamentadas. A única que falta é a Medicina. Não é à toa que estudamos 9000 horas durante 6 anos.

    A regulamentação da medicina não foi uma vitória só dos médicos. Foi uma vitória da saúde pública, do povo brasileiro, sobretudo o que depende do SUS.

    Se não houver regulamentação da Medicina, os ricos seriam atendidos por seus médicos particulares e as pessoas usuárias do SUS, que precisam de atendimento médico, seriam atendidas por pessoas sem capacidade de exercer a Medicina, já que o governo não pensaria duas vezes antes de trocar os médicos por qualquer pessoa que pensa que para receitar um remédio basta saber escrever, sem precisar conhecer hipóteses diagnósticas, indicação de exames quando necessários, interações medicamentosas, contraindicações, efeitos colaterais, etc…

    Em relação aos psicólogos, a grande bronca deles é com o fato de que eles não podem receitar remédios. Ué, mas não deveriam defender uma abordagem mais centrada na psicoterapia? O ato médico não muda em nada o direito do psicólogo fazer psicoterapia nem do nutricionista prescrever dietas.

    E qualquer pessoa alfabetizada, ao ler o projeto de lei do ato médico, verá que ele não fere a autonomia dos outros profissionais. Quem diz o contrário é porque quer exercer a Medicina sem estudar medicina.

    Quer ser médico? Faça Medicina!

  80. Franklin Cunha disse:

    “As chamadas Casas de Parto são exemplos destas ações. Criadas para acompanhar os partos ditos normais e “humanizar” a parição, estas sim retrocedem ao século passado na assistência à gestante.” Dr. Marcelo C.
    $$$$$$$$$

    Taxas de cesarianas nas Casa de Parto do prof. Galba Araujo do Ceará; 2 a 5% de todos os partos.
    Taxas de cesarianas nos hospitais onde sopram os mais amenos ventos e onde se internam as mais saudáveis e finas estampas da cidade: entre 80 a 90% de todos os partos.
    Taxas de mortalidade materna em cesarianas , comprovadas em estudos nacionais ( Wagner,RBGO, 2001) e estrangeiros ( mesmo no Chicago Lying Hospital) são 3 vezes maiores do que em partos por via vaginal. Taxas de morbidade materna: dez vezes maiores nas cesarianas.
    Fetos pré-termo em gestações finalizadas por cesarianas “com hora marcada ” e antes de 38 semans de gestação: mais de 100% mais chances do que em partos desencadeados espontaneamente. ( Barros,2002 – Martins Costa,2002).
    Em sendo tudo isso uma realidade, o que é a “modernidade tecnológica” dos hospitais quando comparada com a “antiguidade das Casas de Parto?”.

  81. mariamariana disse:

    Os outros profissionais não querem receitar, não estão reivindicando NADA, querem apenas o direito de continuar tratando e melhorando a vida das pessoas sem necessariamente dopá-las.
    http://www.naoaoatomedico.org.br/audio/video_play2.cfm

  82. Ronaldo de Oliveira Jr disse:

    Cláudia, gostaria de lhe sugerir que, antes de usar este canal de comunicação novamente, você aprenda a interpretar textos e fatos. Pelo que percebi, você não passa de uma analfabeta funcional, hiperparcial – ao que lhe convém – e com isso acaba por orientar (?) outras pessoas que, por preguiça ou incapacidade de entender os fatos, acabam por ecoar toda sua ladainha.

    Leia o PL do Ato Médico, mas sem pedras nas mãos. Feito isso, poderemos conversar.

    Abs

  83. rodrigo aguiar disse:

    “Alexandre – Médico”. que nome, hein? e com hífen…

  84. Roberto disse:

    Em relação a entrevista do Sr. Aloysio Campos da Paz uma retificação deve ser feita: A posição deste senhor em relação ao AM se dá principalmente devido a uma “birra” histórica que ele tem com a Sociedade Brasileira de Traumato-Ortopedia, da qual ele foi “convidado a se retirar” em um determinado momento Ficou completamente isolado, isso é uma fato histórico, que poucos conhecem e ele omite. Os verdadeiros motivos deste desligamento, poucos conhecem…
    Tanto é verdade que a sua filiação SBTO e o fato dele ter sido o primeiro presidente estão omitidos no curriculo lattes, autenticado por ele mesmo.
    http://lattes.cnpq.br/6459075995125186

  85. Tania Rabello disse:

    Basta olhar e perguntar para as últimas 10 grávidas que todos aqui estão debatendo conheceram nos últimos tempos. Quantas fizeram cesáreas? Quantas tiveram parto normal? Não é possível que 80% das mulheres brasileiras não tenham a capacidade de ter parto normal. Não é possível que 80% das mulheres brasileiras tenham algum problema na hora do parto – como diz a MAIORIA, A MAIORIA, SIM!!! – dos obstetras para indicar uma cesárea. DESNECESSÁRIA!!!. Sinto muito, mas os médicos perderam a mão, sim. Pelo menos no nascimento das nossas crianças. As estatísticas estão aí para mostrar isso. Srs. médicos que participam deste debate: como vocês me explicam que 80% dos nascimentos no País sejam por cesárea? Será que tamanho porcentual das mulheres brasileiras têm algum problema na hora do parto? COMO VOCÊS ME EXPLICAM ESTA PORCENTAGEM?
    Fora o desmame precoce. Na minha filha mais nova, se não fosse toda a experiência muito bem sucedida de amamentação exclusiva do meu filho até os 6 meses de idade e depois até os 2 anos e a confiança que eu tinha em mim mesma, eu teria desmamado minha filha aos 8 meses de idade POR INDICAÇAO DO PEDIATRA. Hoje, aos 5 anos, ela é linda, mamou até os 2 anos e três meses, come de tudo, tudo, tudo, e tem peso e estatura super normais.

  86. Maria Povão disse:

    Quem é rei nunca vai querer renunciar sua majestade!
    Óbvio que os médicos estão condoídos. Porém, sou uma mera dona de casa e faço parte da POPULAÇÃO! O que já era difícil em um tratamento vai ficar pior. Ter que passar por um médico todo poderoso pra poder diagnosticar o meu problema sendo que outro profissional, totalmente habilitado para isso, tem o direito de fazer e eu, povão, vou ter que pagar “n” consultas… Nossa… Dinheiro é mato, também, né? Fora que, se o outro profissional da saúde tiver uma opinião diferente, onde uma terapia alternativa seria muito mais adequada do que o tradicional remedinho alopático, a briga vai ser insuportável! E eu, mera cidadã, à mercê da decisão de médicos superpoderosos, onde eu tenho a escolha de não ser atendida por eles, mas quero algo longe da medicina tradicional, me sinto lesada. Se estou atrás de um psicólogo e ele diz que eu posso me tratar com ele e não preciso tomar remédio algum, é uma escolha minha, ou não? Acho prepotência pra mais de metro!

  87. Priscila disse:

    Garanto que que te julga preconceituosa tem um CRM em casa.
    Quem não o tem, quem enxerga o outro lado não tem como não ser contra.
    Definir que o médico é ser supremo na área da saúde é no mínimo ridículo, uma vez que para tal sua faculdad teria que ter bo mínimo mais um 10 anos.
    Especialidades foram criadas para descentralizar e melhorar o atendimento. O atendimento mulitidisciplinar melhorou e muito a saúde no mundo.
    Agora o que querem fazer é ridículo e não cabível.
    E tenho dito.

  88. Marcos Vinícius de Oliveira Queiroga disse:

    Meu Deus… que texto absurdo, preconceituoso e passional! Nunca vi esse blog na vida, fui linkado pra cá pelo facebook e, desconhecendo a autora, só peço a Deus que ela não seja jornalista, pois só faz eu perder mais ainda minha fé na imprensa, já tão martirizada por profissionais nem um pingo éticos.

  89. Prof. Dr. Lucas teixeira disse:

    Sou fisioterapeuta doutor pela UNIFESP e Professor de Universidade Federal. Tenho publicações em grandes congressos internacionais como o do Colégio Americano de Reumatologia, e publicações em revistas como a NATURE, outros tantos fisioterapeutas já deram grandes contributários a ciência brasileira e mundial, portanto não precisamos que nenhuma outra profissão nos diga como devemos executar nosso trabalho, que já e regulamentado por lei a anos. O que precisamos e fazemos, e’ trabalhar em conjunto com demais profissionais profissionais da saúde buscando melhor atendimento aos nossos pacientes e o crescimento cientifico. Li sim todo o projeto e os médicos abrem mão apenas do que lhes daria muito trabalho para fazer. Por um lado sera bom pois veremos os médicos acordados em seus plantões ao lado dos pacientes, como enfermeiros e fisioterapeutas ficam e poderemos desativas as salas onde eles dormem durante a madrugada. Reserva de mercado e narcisismo esta e’ a verdade.

  90. Luiz Nascimento disse:

    Oi seu texto é muito bom!

    não achei ainda argumentos melhores para explicar o erro desse documento ser aprovado!
    ainda bem que temos pessoas como você e como também é dito no texto, médicos éticos que acreditam que a saúde é multidisciplinar e que ninguém pode assumir nada sozinho!

    sou biólogo e estudante de biomedicina…trabalho na área de analises clinicas e sei a realidade do nosso sistema de saúde… parabéns pelo texto… compartilhei ele no facebook!

    Não ao Ato medico!

  91. Flavio disse:

    Prezado Benedito, diretor executivo
    btcesar@sul21.com.br

    Li à pouco matéria assinada pela Jornalista Cláudia Rodrigues, na qual trata, ao meu ver, de forma preconceituosa grande parcela dos médicos brasileiros. Sei há direito de expressão, mas da forma como assunto foi abordado – totalmente parcial – e fazendo referencia a fontes imprecisas, me sinto indignado com a forma que o assunto foi abordado. 
    Como leitor, sugiro que  o senhor entre em contato com representantes oficiais dos médicos, CFM ou AMB, para que seja dado direito de resposta neste meio de comunicação. 

    Transcrevo abaixo um dos princípios deste jornal, publicado no site:
    ” Defendemos o direito à diversidade, ao contraditório. É do diálogo entre os diferentes que a democracia nasce e se fortalece. Não aceitamos qualquer tipo de preconceito. Ao contrário, garantimos e garantiremos o direito de todos darem a sua versão dos fatos. Asseguramos, também, o espaço para resposta àqueles que, por uma razão ou outra, sentirem-se excluídos ou ofendidos, apesar da nossa firme decisão de não privilegiar nenhuma corrente de pensamento”.

    Aguardo manifestação, 

  92. Flavio disse:

    Corrigindo,
    Li há pouco, …

  93. Cynthia Nara disse:

    Concordo com alguns pontos do texto. Dá até para acreditar, apesar de difícil, que os pediatras são os maiores influenciadores do desmame precoce. Agora o que é difícil engolir é que eles passam mais parte do seu tempo estudando a química dos remédios (que inclui uma gama de sintéticos muito além de medicamentos) do que fisiologia humana. O curso de medicina se contenta apenas com uma farmacologia, enquanto que farmacêuticos, por exemplo, são formados depois de 7 diferentes níveis do estudo farmacológico, e, por isso, é o profissional que mais desincentiva o uso de medicamentos e remédios de forma irracional, assim como o uso de substâncias sintéticas, por saber como essa química é danosa ao organismo. Um pediatra, ao sugerir um leite artificial, o faz por desconhecimento dessa química sintética e NUNCA por passar tempo demais a estudando.

  94. Joana Castro disse:

    O tal estudo não cita a má influência dos pediatras sobre o desmame precoce porque só foi feito com 12 mulheres pobres, que provavelmente já saíram do hospital exaustas e não frequentaram consultórios depois. O que me intrigou no texto foi a completa ausência de referência ao trabalho da equipe de pediatria que atendeu essas mulheres e esses bebês. Elas não tiveram auxílio, estímulo, informação de qualidade, e sequer foram encaminhadas aos bancos de leite. Os pediatras estão ausentes do estudo porque estão ausentes da questão.

  95. Paulo José Ribeiro disse:

    E o Estado mais uma vez favorecendo alguns grupos em detrimento de outros.

  96. igorbica disse:

    Pois então,retorno hoje de um fim de semana muito bom de descanso e encontro essa avalanche de comentários sobre a opinião da Claudia.
    Carissimos Claudia, Ricardo,Cátia reis,Priscila entre tantos outros, muita calma, o que eu médico pediatra pai de muitos filhos que nasceram de parto normal e mamaram muito mesmo e outras pessoas que aqui estiveram, escrevemos é tão somente que o texto misturou 2 assuntos. foi escrito as pressas cheio de rancor e mágoas, somente isso, foi dito ser um texto de opinião tudo bem, sem problema, todos fizemos mea culpa como disse um sábio obstetra, menos a autora do texto que ao invés de contra argumentar segue despejando suas mágoas.

  97. Benedito Tadeu César disse:

    Prezado Flávio
    Já temos pautada matéria sobre o Ato Médico, para a qual ouviremos representantes das categorias médicas e demais envolvidas na regulamentação proposta.
    Com relação à coluna de Cláudia Rodrigues, trata-se de coluna assinada pela autora e que, como tal, não representa necessariamente a opinião do Sul21, mas deve ser acolhida e respeitada.

  98. Bianca disse:

    Esse assunto é realmente muito complicado e muito polêmico pelo visto…Aviso de antemão que esse comentário não é baseado em nenhum artigo cientifico de nenhum Dr, e sim apenas no que percebi lendo os comentários acima..Primeiramente com relação à amamentação, fica claro que as mães não estão encontrando pediatras que estimulem isso suficientemente, percebam que isso NÃO significa que NENHUM pediatra estimule a amamentação, só nos mostra que a maioria age assim…logo se vcs não se encaixam nesse grupo não há porque se ofender!
    Mas isso nada tem haver com o ato médico!Agora falando sobre isso eu como estudante de biomedicina, nao me acho realmente no direito de receitar qualquer medicamento, alias, não estou formando com esse intuito, mas vou citar duas partes do PL que me diz respeito:

    “Parágrafo único – As atividades de prevenção de que trata este artigo, que envolvam procedimentos diagnósticos de enfermidades ou impliquem em indicação terapêutica, são atos privativos do profissional médico.”
    Eu não estudo 9000hrs e nem 6 anos, mas meu curso e baseado 100% em diagnóstico e eu tenho muitos professores biomédicos perfeitamente capacitados e competentes para isso..Alias, eu fiz estágio em um hospital e posso afirmar que muitos médicos(não estou generalizando hein?!) ligavam para o laboratório pedindo a interpretação de exames que eles mesmo haviam pedido!Somos então dispensáveis?

    “Art. 3º – As atividades de coordenação, direção, chefia, perícia, auditoria, supervisão e ensino dos procedimentos médicos e devem ser unicamente exercidos por médicos.”
    E eis então na minha opinião a parte mais complicada de todas!Se acima tudo é qualificado como procedimento médico, logo os médicos seriam os unicos a poder chefiar TUDO?Isso seria justo com os meus 4 anos e meio de estudo??Será que eu nao serei capacitada para diagnósticar laboratorialmente nenhum paciente??Sendo assim entaõ é melhor acabar com todas as demais profissões e todos cursarmos medicina pq caso contrário todas as demais profissões serão subordinadas a médicos!

    Eu acho sim que a medicina deve ser regulamentada mas não acho que esse seja o documento que melhor represente isso!Alias na faculdade aprendemos que devemos ser o braço direito do médico ajudando-o a diagnósticar as enfermidades, e não que devemos atender pacientes e receitar remédios à eles!Não quero invadir o espaço de ninguem, apenas garantir o meu!Todos somos humanos e nao Deuses!
    O erro não está simplismente no enfermeiro que receita o remédio, está na farmácia que vende…se todos respeitassem as leis nada disso seria preciso!

    Médicos não se ofendam, como disse essa é somente só a minha opinião sobre o que eu já vi e nao sobre vocês especificamente, até pq nao conheço vocês e ainda não sou mãe!Espero que entendam e respeitem!

  99. Alexandre - Médico disse:

    Engraçado que eu vi aqui muitas pessoas defendendo a autora dizendo que os comentários das pessoas que não concordam com a jornalista estão recheados de “insultos” e “zombarias”. Recomendo que os mesmos leaim o texto novamente postado aqui atentamente e vejam se o texto da autora não está recheados de insultos contra a classe médica. Só para descrever alguns “O Ato médico é, sem dúvida e em primeiro lugar, uma ação corporativista e de reserva de mercado, mas é também uma dor narcísica, uma impossibilidade emocional da categoria de colocar em prática um relacionamento igualitário com outros pares da saúde e em prol do ser humano, em benefício da vida. O Ato Médico é uma traição ao juramento da profissão, por isso envergonham-se dele todos os médicos éticos.” Isso não é considerado um insulto e uma zombaria??? Alias a autora que é uma verdadeira narcisista, pois coloca sua opinião como uma verdade incontestável, e ainda generaliza a opinião dos médicos éticos só pelo fato de serem contra ou a favor do ato médico.

  100. Alexandre - Médico disse:

    Leiam este link que explica de forma MUITO SIMPLES como irá funcionar a lei do ato médico que foi aprovada. http://www.estadao.com.br/especiais/entenda-a-lei-do-ato-medico,75489.htm

  101. Amamentei meus dois filhos exclusivamente até 8 meses. Mas no quarto mês, a pediatra falou: hora de pensar no desmame. sem eu ter perguntado, sem eu ter falado nada. Falei com ela que minha intenção era continuar e ela respeitou minha decisão. mas e se eu não estivesse segura? Teria desmamado.

  102. Vinicius disse:

    A respeito de um texto cheio de preconceito, só um comentário:
    SENTA LÁ, CLÁUDIA!

  103. Francisco Junior disse:

    A imprensa tem legítima e irrefutável liberdade de se expressar. Mas, ao fazê-lo, deve ter o cuidado de zelar pela verdade e impessoalidade para não se tornar tendenciosa, desacreditada ou desrespeitada (foi o que aconteceu com este artigo). A meu ver, a autora do texto não teve essa habilidade nobre e “ÉTICA” de sua profissão. Não preciso repetir o que meus colegas estudantes/médicos já disseram (e se o fizeram é porque tem propriedade – não generalista – pra falar sobre si, sua profissão e seus semelhantes). Falo aqui também como cidadão; com um olhar voltado à justiça social. Por último, pela liberdade de expressão que me é direito na Constituição Federal, deixo aqui meu repúdio e desprezo por tal reportagem!

  104. Polly disse:

    Olha só o email que acabei de receber de uma amiga!

    Os colegas desse ilustre profissional, me diga o que a gente faz com um cara desse? Denuncia onde?
    =================
    “Tudo bem? estou precisando de um help seu urgente!
    Fui ao pediatra ontem levar meu filho (15 dias), e fiquei super triste por que ele falou que meu leite não está sendo suficiente, mandou inserir Nan e chazinho, fiquei arrazada!!! porque eu me preparei e me informei para amamentar por 6 meses, não queria dar outro alimento a não ser o peito…não tive nehuma infecção e não vejo porque dar Nan pra ele já que estou cheia de leite, ele mama muito, mas não chora, o médico falou que ele está com fome, que meu leite não é suficiente, que ele não ganhou peso.
    Mas ele tá tão calminho, tranquilo…se estivesse com fome estaria esgoelando não é? eu tô errada? estou com medo de dar mamadeira e ele largar o peito, e é tão bom amamentar…chorei a noite toda por isso, hoje vou em outro médico pegar uma segunda opinião.”

  105. Eve disse:

    Concordo com o comentário da Bianca. Do jeito que esta, melhor seria se existisse somente a graduação de medicina e que as demais graduações da área da saúde se tornassem especializações, né?! Já que a Medicina quer supremacia… Multidisciplinaridade e interdisciplinaridade em prol do usuário?! Mais uma das lindas utopias da área da saúde. Sim, me sinto desvalorizada profissionalmente e isso é uma opinião cheia de revolta, entretanto embasada em leituras à respeito do ato médico.

  106. hiran carvalho disse:

    ATO MÉDICO:. Num país imenso, cheio de zonas rurais e urbanas onde não há médicos nem dinheiro para consulta, a falta de um antitérmico ou de um hidratante pode levar milhares de crianças e idosos com disenteria ou febre alta à morte. Alem disso, os tratamentos com produtos naturais, usados e admitidos em todo o mundo, poderão vir a ser prejudicados pelo monopólio e corporativismo desse projeto, com conseqüência catastrófica para a saúde da nossa extensa população carente.

  107. Francisco Junior disse:

    Ah vá, Eve! Agora a culpa de sua desvalorização são os médicos e não de sua profissão onde deve haver a lei do cada um por si e ninguém pela profissão! Ninguém merece tanto desbunde!

  108. claudia orthof disse:

    O ato médico é um desrespeito ao esforço de cooperação multi-disciplinar necessária ao exericio de todas as profissões da área de saúde.
    Pesquisas e práticas vem demonstrando que hoje, com tanta informação e pesquisa, com tanta demanda, é impossível haver saúde sem solidariedade e cooperação. Aliás, estas são características de pessoas saudáveis.
    O ato médico é uma tentativa desesperada corporativista e mais nada.
    Devemos e podemos continuar nosso caminho em direção à cultura, à ciencia, ao afeto, à coragem. CORAGEM: agir com o coração (Leonardo Boff)

  109. Rosinha disse:

    Polly, diz para sua amiga continuar a amamentar o bebe.
    Ela nao precisa de conselho medico para isso. Melhor ainda ela deve procurar um comunidade de maes que amamentam, com bebes da mesma idade e se orientar por ai. Muitos pediatras nao entendem nada de amamentacao e muito menos da importancia dele.
    Conselho de mae de 3 filhos, bem amamentados, saudaveis e felizes, que teve a coragem de questionar o medico pediatra.

  110. Karina Lino disse:

    Boa tarde a todos!
    Li o “Substitutivo da Câmara dos Deputados
    ao Projeto de Lei nº 7.703-B de 2006
    do Senado Federal (PLS nº 268/2002 na
    Casa de origem), que dispõe sobre o
    exercício da Medicina.” e o que constatei, apenas para dar um exemplo de uma clara contradição que percebi no texto:

    Art. 4º São atividades privativas do médico:
    III – indicação da execução e execução de procedimentos
    invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos,
    incluindo os acessos vasculares profundos, as biópsias e as
    endoscopias;

    (Minha dúvida: quais são os procedimentos invasivos? A resposta da Lei)

    § 4º Procedimentos invasivos, para os efeitos desta
    Lei, são os caracterizados por quaisquer das seguintes situações:
    I – invasão da epiderme e derme com o uso de produtos
    químicos ou abrasivos;

    (Não sei quantos de vocês sabem, mas a profissão de estética foi regulamentada oficialmente em 18/01/2012, de maneira que agora, quem não for esteticista e estiver atuando como um, estará em exercício ilegal da profissão)

    § 7º São resguardadas as competências específicas das
    profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro,
    farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista,
    profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocu5
    C Â M A R A D O S D E P U T A D O S
    pacional e técnico e tecnólogo de radiologia e outras profissões
    correlatas que vierem a ser regulamentadas.

    (Aí, entra a contradição, como no exemplo que estou dando da Estética. Temos regulamentação e nela somos aptos a utilizar substâncias químicas e abrasivas na pele e esta lei do ato médico acaba de dizer que “são resguardadas as competências específicas” das profissões listadas e outras que forem regulamentadas (assim como a Estética agora faz parte da área da saúde), mas antes disso, ela pega uma competência específica e afirma que é um ato privativo do médico. Como assim senhores?

    Não tenho conhecimento para questionar outras possíveis contradições em áreas de outros profissionais (se é que existem), mas o que acabo de ver é um dispositivo que apresenta incoerência e que afirmar respeitar outras áreas, porém, mostra desrespeito ao limitar atos privativos, desconhecendo outras regulamentações.

    E agora, uma dúvida: a Medicina não é regulamentada? Como é possível sendo que existe Conselhos Regionais e Federais? A criação desses só é possível com a regulamentação não é verdade?

    Por gentileza, ficarei muito grata a quem puder esclarecer minha dúvida e que fique claro: quero entender a realidade para me posicionar e dispenso insultos. Críticas construtivas, reconhecimento profissional e justiça pelos esforços e competências dos profissionais da saúde em beneficio da população, é nisso que acredito.

    Respeitosamente, Karina ^^

  111. Flavio disse:

    Gostei Karina. Sou medico e você é a primeira, em muitos anos que acompanho o assunto, que pelo menos teve a capacidade cognitiva e boa vontade de se basear na letra da lei para argumentar. Infelizmente a imensa maioria – ligada de alguma forma a partidos políticos e sindicatos, só sabem cornetar aos quatro cantos essa história de que ” o ato nos ata”… O cidadão não tem nem a critica de que quem fomenta tudo isso são setores que sao o que eu chamo de coorporativismo nefasto,que prega mentira, esta ligado umbilicalmente a partidos políticos e quer promover uma meia dúzia de lideres, que, obviamente tentarão algo nas próximas eleições. É só entrar no facebook e verificar a biografia de cada um dos lideres.

  112. Flavio disse:

    Coorporativistas nefastos…

  113. katia cristina lana disse:

    Lí o texto e entendí o que vc quis dizer; apóio totalmente teus pontos de vista. Ato médico é corporativismo sim!

  114. hiran carvalho disse:

    ATO MÉDICO:. Num país imenso, cheio de zonas rurais e urbanas onde não há médicos nem dinheiro para consulta, a falta de um antitérmico ou de um hidratante pode levar milhares de crianças e idosos com disenteria ou febre alta à morte. Pelo monopólio e corporativismo desse projeto até tratamentos com produtos naturais, usados e admitidos em todo o mundo, poderão vir a ser prejudicados, além da extinção paulatina e catastrófica de 13 categorias de profissionais da saúde,

  115. paulo disse:

    Claudia querida estude um pouco mais. Medicina nunca foi fundada e tem mais de 7000 anos
    Parteira não é profissão regulamentada no Brasil
    Todos os tribunais do Brasil apontam o médico como responsáveis pelos pacientes e não os demais profissionais
    89% das pacientes de bom nivel socio economico solicitam cesariana
    A rede pública em termos proporcionais faz menos da metade de cesarianas que as clínicas privadas
    A mulher precisa ser respeitada. Tem direito ao aborto. Tem direito de querer cesariana. Tem direito a anestesia. Parto normal, natural, com sofrimento e dor não é parto humanizado é lixo e dos piores.
    Médicos éticos não deveriam querer mais leitos hospitalares e sim melhoria da medicina primária, da medicina preventiva
    Desmame precoce é em 92% dos casos opção das mães os 8% restantes devidos a múltiolas causas entre elas destacamos AIDS, Tuberculose, síndrome de sheehan e outras
    e não diga melhor preparado diga “mais bem preparado” o portugues da esquina aguadece

  116. Ana Paula disse:

    Caríssimos, sem entrar no debate do aleitamento, que não é o foco do texto, gostaria de comentar o que para mim é a principal questão a respeito do ato médico. Sou psicóloga, especialista em saúde mental, mestra em psicologia clínica e trabalhei durante anos no SUS. Durante esse período tive a oportunidade de trabalhar com pessoas maravilhosas, médicos e não-médicos, e tive o prazer e o privilégio de chefiar vários serviços de saúde mental, o que com a lei atual do ato médico, não posso mais fazer.
    Durante meus anos de profissão também tive o privilégio de receber vários clientes por indicação de outros clientes que faziam terapia comigo, coisa que com o ato médico também não será mais possível.
    Além disso, sou perita judicial e mais de uma vez já elaborei laudos para a justiça, outra atividade que não poderei mais realizar, ou ao menos não utilizando os critérios diagnósticos do CID X ou do DSM – IV.
    Assim sendo, não serei impedida de trabalhar, mas algumas das funções que eu realizava agora são restritas dos médicos.
    Resumidamente, alguns pontos da PL do ato médico são tão exagerados que um amigo meu farmacêutico tomado de incredulidade afirmou sarcasticamente: ” Quero ver se nós resolvermos aprovar a lei do Ato farmacêutico, afim de proibir que os médicos prescrevam medicamentos, utilizando o argumento de que eles podem entender de doenças mas quem entende de remédios somos nós.”
    Para terminar, creio que de fato, existem profissionais incompetentes em todas as áreas, mas também existem, os competentes.

  117. Moises de Sousa disse:

    concordo plenamente com várias opiniões. um texto raivoso, totalmente eivado pelo preconceito. quando se fala em crescimento das outras profissões” eu acho engraçado. Será que o crescimento dos vigilantes tem de tirar direitos dos policia. O crescimento das rezadeiras tem de tirar atribuições dos padres. O crescimento da classe dos palpiteiros dará direito a tirar poderes da classe dos juízes?. Srta ou Sra., procure se informar primeiramente. Esse texto foi mandado para camara e aprovado, em um texto costurado pela senadora Lúcia Vânia e acordado com quase todas as profissões de Saúde, depois de aprovado no plenário da Câmara, por que cargas d!agua eu não sei, veio o arrependimento. Alguem aí sabe porque surgiu o ato médico, foi porque indignado de algumas mortes em partos serem provocadas por enfermeiras despreparadas para tal no interior do Ceará na famosa falácia “da saúde em grupo” um senador de SC apresentou o ato médico. Nunca invadimos o que é dos outros, e nisto tem razão a articulista, nos dois mil anos apareceram muitas outras profissões que na busca irrefreada de lucros, invadiram várias aréas da medicina.É hora de se colocar justiça nas coisas

  118. Ludmila disse:

    Eu não entendi uma coisa…
    Disseram que o ato médico surgiu porque “uma enfermeira fez o parto errado” e bla bla bla.
    Mas quando um médico “opera” o membro errado, esquece pinça e gaze “dentro do paciente”, prescreve 2 diurétucos 3x/dia para um paciente hipertenso, qual seria o “ato” mais correto para os outros profissionais colocarem na câmara para a aprovação?
    médicos não são donos da verdade, nunca serão. dizer que certos procedimentos são apenas “deles” significa não acreditar na evolução científica de outras profissões.
    tomara que os outros profissionais parem o SUS, assim vocês saberão de fato, o que é um ato médico na prática.

  119. Adriano Louback disse:

    O Ato Médico, assim como a política brasileira, são uma vergonha!!!!!!!!

  120. Tales de Oliveira disse:

    Texto claramente escrito por uma pessoa que tem um tremendo recalque com a Medicina e com a classe médica. O que é, não deu conta de passar no vestibular e agora está descontando sua raiva nos que foram mais competentes?

    Tenho que apelar para essa provocação barata porque, para mim, o texto é uma provocação barata. Faltam argumentos convincentes. A autora apenas despeja litros de palavrinhas bonitinhas demais na teoria (“multidisciplinar”, “multiprofissional”, entre outros chavões aí) mas de mínima eficácia prática.

    Querem extorquir a função do médico; querem entrar na Medicina pela porta dos fundos, sem as dificuldades que se tem para seguir a profissão – e que não acabam no vestibular. Dar diagnóstico? Prescrever tratamento? Se isso não for trabalho do médico, não sei mais o que é Medicina.

    E o paciente, onde fica nessa história? Vocês não estão nem aí para ele, que deve ser a prioridade nisso tudo. Cadê o direito que ele tem de ser tratado por uma pessoa com o máximo de conhecimento sobre o corpo humano?

    Nessa argumentação simplista, parece que uma pessoa que estudou bem menos Fisiologia, Bioquímica, Patologia, Farmacologia, SEMIOLOGIA entre outras, além de não ter prática clínica e cirúrgica no currículo, pode simplesmente vestir a bandeira de “sou um profissional de saúde, respeite o atendimento ‘multiprofissional’” e atender o paciente como se fosse médico.

    Vocês têm as suas funções, coisa que já é uma concessão, visto que nem existiam tais profissões em uma escala razoável de tempo – antigamente, a arte de curar, ou, em latim, ars MEDICINA, era tarefa do médico. Respeitamos isso, mas exigimos respeito também.

    Sei que muita gente vai vir doída aqui, mas desses só tenho dó, por se doerem com a verdade. Eu sinto dor é com a mentira, que foi inescrupulosamente usada no texto.

    Texto aliás feito por plena desonestidade intelectual. É panfletagem barata, sem sequer apresentação decente de argumentos e, pior ainda, abordando um tema desses sem a menor consideração pelo que a outra parte (os favoráveis ao ato médico) tem a dizer; aliás, você só considera dignos os que concordam com seu ponto de vista, os que não pactuam com suas idéias você taxa de ANTI-ÉTICOS.

    Desculpe-me, mas acho que não foram os médicos que foram anti-éticos não, mas sim a autora por fazer uma abordagem subjetiva e repleta de remorso se passar por uma “verdade”.

  121. Felipe Henriques disse:

    Desculpe Claudia…
    Mas sua visão está totalmente preconceituosa e até desrespeitosa com a Medicina… Muito exagerado. E como toda opinião exagerada e com falta de dados, acaba se tornando irreal, agressiva e caricata, exposta a toda sorte de comentários que sei que vc não merece… Você tem um blog, forma opinião e não acredito que tem uma visão destas, desta maneira do Ato Médico… Está tendo uma visão futurista irreal e preconceituosa… O Ato Médico é uma tentativa (isso, uma tentativa pq acho que não vai solucionar problema nenhum) de tornar a Saúde melhor… Repense sua opinião de forma mais moderada e siga a discussão… Abraços.

  122. Carlos disse:

    Texto de opinião tendenciosa.
    Na minha, se um profissional realizar algum procedimento, ele deve ser apto não só a realiza-lo, mas tambem a resolver alguma intercorrência caso aconteça. No caso de uma parteira, por exemplo, esta realizando o parto, de repente se depara com uma situacao em que nao conseguira levar o parto a diante, deverá chamar um medico para resolver o problema. Ou seja, nao é efetivo.
    Um(a) enfermeiro(a), administra uma medicação e esta causa uma reacao alergica no paciente… ela vai resolver a reacao anafilatica, ou vai chamar o medico?
    Diagnosticar a doença e tomar uma conduta quem estudou para isso foi o médico. É simples!

  123. Mônica levy disse:

    Sou Psicóloga(UFF), Enfermeira (UERJ) ,Mestre em educação e saúde (UFRJ) e professora de enfermegem. Sou funcionária pública há 15 anos no cargo de enfermeira e exerço a função de psicóloga a 25 anos. Não tenho qualquer interesse em prescrever medicação , mas tenho que ter conhecimento a respeito de toda medicação iadministrada ao paciente. Nós enfermeiros temos a autonomia de nos recursarmos a administrar uma medicação que o médico prescreveu, porque temos conhecimento daquilo que estamos fazendo e também somos responsáveis por isso, porque é um conhecimento exigido da profissão. Existe ainda protocolos na rede pública de saude que dá autonomia ao enfermeiro de prescrever a medicação e administrá-la. Infelizmente o que mais o enfermeiro faz é resolver intercorrências porque tem conhecimento técnico e teórico para isso. É indiscutível que sabemos fazer diversos procedimentos considerados invasivos, por isso é que ameaçamos tanto!
    Em relação ao Psicólogo estudamos 5 anos especificamente a respeito de saude mental inserida num contexto bio psico social e não apenas numa visão reducionista biologicista. E para finalizar digo que recebo muitos paciente encaminhados por dermatologistas, gastroenterologistas , urologistas, psiquiatras e conseguimos fazer bons trabalhos com muitas trocas de conhecimentos.

  124. Ricardo disse:

    Cláudia
    Acho estranho você cobrar ética de alguém.
    No seu artigo você inseriu um link que deveria mostrar a responsabilidade dos pediatras no desmame precoce.
    Depois, em resposta a um comentário, você disse: “a afirmativa sobre serem os pediatras os maiores incentivadores dos desmames precoces não é minha, mas do Professor Dr em pediatria na USP, Hugo Issler. Ele coordenou o estudo acima citado em que fica clara a presença da pediatria no desmame, seja por má conduta ou falta de encaminhamento.”
    Quando outro comentário observou que o artigo não afirma isso, você recuou, afirmando que o coordenador do estudo teria dito, em um seminário, que os pediatras seriam os responsáveis.
    Resumindo, você não falou a verdade. Isso é ético?
    Aliás, se você escreve algo que obviamente não é verdade, porque devemos acreditar quando você fala que o Dr. Hugo Issler falou algo em um seminário? Será que ele disse isso mesmo? Será que você não distorceu as palavras dele?

  125. Ricardo disse:

    Esse é um comentário sobre o post da Mariana, feito em 10 de fevereiro.
    Mariana, não entendi bem algumas queixas quanto ao parto da sua irmã.
    “foi obrigada a ficar deitada tendo contrações”
    Contrações no trabalho de parto são inevitáveis. Você preferia que ela fosse encaminhada a uma cesárea desnecessária? Ou a queixa é quanto a ela ter de ficar deitada? Era para ficar tendo contrações em pé ou sentada?
    “e cardiotoco na barriga”
    E você acha isso ruim? A cardiotocografia é feita durante o trabalho da parto para detectar precocemente sinais de sofrimento do bebê, para que se possa tomar providências rapidamente se houver risco de óbito. Sua irmã foi privilegiada, já que no Brasil só uma minoria de parturientes tem acesso a esse exame durante o parto. Se você reclama disso, me desculpe, você quer é criticar de qualquer jeito. Ou talvez você não tenha conhecimento suficiente para avaliar o que é um bom atendimento médico.

  126. Não posso deixar de apontar o erro repetido por vários que aqui se manifestaram: a profissão de médico ESTÁ regulamentada. A regulamentação inicial é de 1957, com adições em 1958 e 1981. Aliás, os médicos possuem várias prerrogativas garantidas em lei, como jornada de trabalho reduzida e direito de sigilo profissional.

    É direito dos médicos, caso queiram definir sua relação com outros profissionais da área, defenderem uma nova regulamentação. Mas essa defesa não pode ter por base um dado incorreto, como dizer que a profissão carece de regulamentação. Também penso que uma nova lei sobre o assunto não pode partir da presunção que somente o médico está capacitado para atividades que também podem ser realizadas por outros profissionais de saúde – e essa é a grande discussão em torno do projeto. Vejam que a própria existência de outras profissões na área prova que o curso de medicina não é a fonte exclusiva de conhecimentos sobre saúde humana.

    No geral, não considero o projeto tão ruim, mas há alguns problemas relevantes no texto aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara – que já é bem melhor do que o original. O art. 4º, que estabelece atividades PRIVATIVAS do médico, é nitidamente corporativista e procura estabelecer reserva de mercado em vários pontos.

    Por exemplo: hoje, a Justiça do Trabalho admite como válido atestado de incapacidade emitido por um psicólogo quando a enfermidade é de natureza psicológica. Segundo os incisos XII e XIII do art. 4º, somente o médico passaria a emitir tal atestado. Não me parece correto porque, se por um lado é o psiquiatra quem tem conhecimento sobre bioquímica e neurologia, por outro o psicólogo estudou muito mais profundamente os aspectos de psicologia aplicada. Impedir que um psicólogo ateste que uma pessoa está com síndrome do pânico, por exemplo, é avançar de forma excessiva sobre o espaço de outra profissão da área. E um psicólogo está obviamente mais capacitado sobre o assunto do que um oftalmologista ou um ortopedista.

    Outro exemplo da mesma regra: pelo projeto, um paramédico ou um enfermeiro não pode atestar que determinada pessoa apresentava convulsões e precisou ser removida. Novamente, é uma condição que pode ser identificada por outros profissionais da área, não apenas o médico. E notem que estou usando os termos do próprio projeto, que diferencia atestar de diagnosticar.

    Também é muito restritivo o atendimento de urgência. O projeto permite que outros profissionais façam o atendimento quando a pessoa está sob risco de morte iminente. Ou seja, se alguém sofre um desmaio numa fila de banco, não pode ser atendida por um biomédico. Não é demasiadamente restritivo?

    Outros pontos discutíveis são as indicações de órteses e próteses (tenho dúvida se fisioterapeutas não podem fazer essas indicações) e a direção de serviços médicos (nesse caso, o conceito de “serviço médico” não é claro: seria uma unidade ou o próprio hospital?

    Por outro lado, não acho ruim que apenas o médico possa fazer procedimentos invasivos. Hoje em dia as clínicas estéticas estão aplicando botox, fio russo e outras técnicas dermatológicas sem que haja profissional responsável ou capacitado para atender uma intercorrência.

    Por fim, há uma tentativa de tornar a lei menos corporativista pelo inclusão da regra que diz “O disposto neste artigo será aplicado de forma que sejam resguardadas as competências próprias das profissões de” (e segue alista de outras profissões na área da saúde. Ou seja, isso preservaria o espaço das demais profissões.

    Ocorre que esse tipo de ressalva genérica causa mais problema que solução. Quem diz como serão resguardadas as competências dos outros profissionais? Suas regulamentações? E se elas forem imprecisas, deixando muito espaço para discussão? E se o Conselho Federal de Enfermagem disser que os enfermeiros podem fazer punções? E se o Federal de Fisioterapia disser que o fisioterapueta pode indicar órteses? O que vejo aqui é espaço para uma grande confusão, que acabaria na Justiça.

  127. Liah disse:

    parabéns otimo texto…. esse blablabla ja teria acabado se nao tivesse tantos absurdos no ato medico…. poderiam arrumar isso para ser aprovado de forma justa e acabar com essa falação chata…

  128. valeria disse:

    Estou chocada com todos esses comentários!!! Críticas são bem vindas desde que pautadas em educação e respeito!!!
    Quanto ao desrespeito a autora do texto reforça mais a minha opinião sobre os médicos de hoje em dia!!! Sou de um tempo que o médico tratava a família inteira, ia na formatura, nos casamentos, era como uma pessoa da família em que confiávamos nossos segredos, nossas dores e só de ver a pessoa dele no centro cirúrgico nos sentíamos mais calmos e confiantes.
    Sou apenas uma dona de casa que vêm aqui exercer sua cidadania, sou contra o Ato Médico! Não sou contra médicos! Sou a favor da liberdade de escolha, e a favor de uma sociedade mais humana em que TODAS as profissões sejam respeitadas e tenham a importância que merecem!!!!
    A propósito para um leitor que escreveu que a autora só tem o terceiro grau por ser terapeuta reichiana aqui vai quem foi Reichi, não confunda Wilhelm Reich com Reiki coisas bem diferentes!! (não desprezando de maneira nenhuma essa cura através das mãos).

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Wilhelm_Reich

    Ela precisa sim ter faculdade para ser terapeuta reichiana, e se ela é jornalista ela tem 2 faculdades!!!

  129. ATO MÉDICO
    “A MEDICINA É UM CONJUNTO DE SABERES QUE MERECE TODO NOSSO RESPEITO.

    O ATO MÉDICO É UM CONJUNTO DE INTERESSES CORPORATIVISTAS QUE TEM COMO ÚNICO OBJETIVO GARANTIR RESERVA DE MERCADO.

    O ATO MÉDICO, DE NATUREZA CORPORATIVISTA, COLOCA EM RISCO O PRINCÍPIO DE INTEGRALIDADE DO SUS. QUEM SAI PERDENDO É O USUÁRIO DO SUS.
    NÃO MAIS PODE SER PENSADO O CONCEITO DE SAÚDE, FORA DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL.

    TODO CONHECIMENTO DO CAMPO DA BIOLOGIA DEVE SER COMPARTILHADO COM TODOS OS AFAZERES DA SAÚDE.
    NENHUMA PRÁTICA DE SAÚDE DEVE DITAR O QUE OUTRA DEVE OU NÃO DEVE FAZER.

    ESTE ATO MÉDICO É DISCRIMINATÓRIO, PREPOTENTE E DESAGREGADOR.

    É DESLEAL, QUANDO NÃO RECONHECE QUE TODOS OS AVANÇOS DA MEDICINA SÃO CONQUISTAS DA BIOLOGIA, ATRAVÉS DAS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS, PRODUZIDAS PELA ENGENHARIA.”

    Lista de Senadores e Deputados para envio de Repudio
    Pontos Polêmicos do Ato Medico no Senado
    Pedido de Petição Pública à Presidente Dilma para Vetar o Ato Médico
    Vote não ao Ato Médico
    Noticia da aprovação no Senado

    Atenciosamente
    A Diretoria

  130. norma aviz disse:

    Todas as profissões deveriam ser regulamentadas, é o correto. Tenho um filho que é estudante de medicina e eu sempre peço a ele que entenda que a saúde é multiprofissional e que ele exerça a profissão de maneira ética e humanizante.Estou chocada com alguns comentários feitos aqui, até por profissionais médicos que deveriam tão somente explicar o que a maioria não consegue entender( inclusive eu): Com tantas atribuições os médicos darão conta de tudo ? No meu entendimento todos os cargos políticos da administração pública deveriam ser ocupados por administradores (não sou administradora nem parente de tal), inclusive a Presidência do Brasil. Porque não estabelecimentos de saúde e secretarias de saúde? Por favor, médicos e estudantes de medicina, mostrem suas opiniões sem arrogância e grosseria. Vocês podem ser melhores que isso! Quanto a autora do artigo, expressou suas idéias e opiniões que suscitaram esse tremendo debate, no qual até eu me vejo envolvida e esperando respostas.Que venha o Ato pela saúde!

  131. Cristiane disse:

    Simples, estou no 1° período de biomedicina, nem sonhando vou terminar o curso, próximo período ou vou pra medicina ou ADEUS área da saúde.

  132. LUCI disse:

    PARABENS, voce esta correto em tudo, POSSIVELMENTE QUEM ESTA TIRANDO SUA RAZAO É MEDICO OU PARENTE DELES, costumo dizer tudo que da dinheiro vira ato medico, logico conheço uns que sabe que precisa de outros profissionais trabalhando junto mais sao poucos a admitir, o enfermeiro sabe muito be aplicar injeçao e porque o Botox nao pode, ele pode fazer um curso como os medicos, PRA QUE CURSA FACULDADE NA AREA DA SAUDE, FISIOTERAPEUTAS ,ENFERMEIROS,PSICOLOGOS VAO VIRAR APENAS BABA. ISSO E BRASIL

  133. Olauro disse:

    A saude brasileira, que vai mal, pode piorar e muito com os super-poderes e voracidade dos médicos. Não é a saude que vale. Não é o bem estar das pessoas. É a reserva de mercado para essa massa corporativa.
    Isso é uma vergonha! É desrespeito às demais profissões.

  134. Renato disse:

    O ato medico é uma vergonha nacional, infelizmente pleno seculo XXI temos que passar por essa situação, medico nem olha na sua cara e recomenda medicamento, acupuntura não é isso metodos totalmente diferente!!! ACUPUNTURA COM ACUPUNTURISTA!!!!

  135. rock disse:

    Vai ser um barato ver esses vagabundos trabalhando. Ja pensou a zona que vai virar…

  136. rock disse:

    e tem medico que acha que triglicerideo e colesterol aumentado nao mata. Da um livro pra ele

  137. DR ACUPUNTURA disse:

    DR ACUPUNTURA:

    ACUPUNTURA COM ACUPUNTURISTA!!!!

    Agora só para médicos, vc vocês sabem ler seus analfabetos!

    Terapia Reichiana funciona? É picaretagem?

  138. Diego disse:

    Ainda bem que concernente a diagnóstico em seu campo de atuação, o cirurgião dentista não estará sujeito ao egocentrismo dos médicos. Afinal médico não sabe nada de patologias bucais, são leigos no assunto! Certa feita um médico, erroneamente mandou uma paciente que sofreu uma queda e teve um dos dentes luxado ir para o dentista para que esse realizasse a exodontia do dente. Porém como o tempo do acidente era curto, o tratamento adequado (e assim foi feito) da lesão era a reimplantação da unidade dentária no alvéolo e imobilização semi rígida da mesma. Podemos observar alguns comportamentos dos estudantes de medicina que denotam à vaidade exacerbada desses, por exemplo: passear vestidos com jaleco e esteto no pescoço nas ruas menosprezando assim os princípios de biossegurança.

  139. Diego disse:

    Parece que o título de médico confere poderes mágicos a um indivíduo e dessa forma ele se torna um deus inquestionável! Isentos de erros! Se com a saúde em uma visão multidisciplinar, médico erra tanto, prescreve sem uma anamnese satisfatória, supervaloriza exames complementares em detrimento do exame clínico que é soberano, imagine depois que o ato médico se consolidar? A soberba desses indivíduos tem cegado os mesmos, pois não podem mensurar o que eles estão semeando para o futuro.

  140. maria tereza carvalho disse:

    O Ato Médico é mesmo uma vergonha. A medicina brasileira parece estar empreendendo uma segunda caça às bruxas.

  141. antonio mauricio disse:

    o ato medico e um verdadeiro crime contra o povo brasileiro se na atual modelo nao funciona, o que faz pensa que com a aprovaçao do ato medico melhoraria algo. esto e uma vergonha.

  142. alcebiades dos santos disse:

    Ele entra na faculdade e é tratado como Deus. Ao se graduar, possui a certeza de que já é.
    Um costume recorrente no Brasil é o de eleger estes profissionais a cargos políticos. É tão fácil notar… É só verificar como andam as pesquisas eleitorais e quem está na “disputa”. É também quase maioria nas cidades deste país o médico pleitear cargos de poder e na área política.
    Talvez pelo marketing “médico”, esses profissionais transmitem à população mais inocente a idéia de que são portadores de mente prodigiosa, sendo que a mídia reforça essa auto-imagem, promovendo os médicos em novelas, seriados, programas de entrevistas, etc. E agregados no espírito de corpo, ingressam na vida política.
    Empossados, formam poderoso lobby, que passa por cima de tudo e todos os que estão à sua frente! Haja vista o que estamos na eminência de engolir… uma lei que, se aprovada, será uma verdadeira bomba-relógio: para o cidadão comum tratar sua saúde e para os profissionais da área de saúde, não-médicos, como enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e fonoaudiólogos, entre outros.
    Eu, como parte prejudicada e como cidadão, coloquei-me contra este ato aprovado pelos senhores “todo-poderosos” médicos. Argumentei por escrito, levando um documento até um gabinete do Senado Federal na esperança de ver o livre exercício da minha profissão, e a de meus colegas não-médicos também. A alegação é de que nós tratamos pacientes sem diagnóstico clínico – uma inverdade deslavada, pois desde a opção que fizemos para estudar, já sabemos e muito sobre ética na saúde, até porque nossos conselhos de classe são igualmente incisivos nas questões da ética profissional, portanto, sabemos do nosso lugar, função e responsabilidade para com o paciente e a sociedade.
    Afinal, para que serve graduar-se numa universidade? Para se habilitar e se qualificar como profissional. Para trabalhar sem a constante e quase sempre equivocadas orientações dos médicos em seus encaminhamentos. O que chega às nossas mãos são verdadeiras “receitas de bolo”!
    Já no âmbito da área médica, os profissionais não atravessam as diferentes especialidades de seus colegas. Então, eis que surge um médico e ex-senador da República do PFL de Santa Catarina e propõe simplesmente “COMER O BOLO SOZINHO”, já que, atrelado ao projeto de lei para regulamentar a profissão do médico, este determinaria, além do diagnóstico clínico de seus pacientes (o que é natural), também o que nós, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, dentre outros, devemos fazer (o que é absurdo). Os médicos também querem para si todos os cargos de chefia, supervisão, administração e os cargos de confiança – o que é pura e escancarada reserva de mercado.
    Agora, sim já temos este PL aprovado diante o lobby já citado (senadores, deputados médicos) Se esta tal PL fosse tão bom para a população, não demoraria dez anos para ser desentranhados das gavetas. Aos homens públicos, bom proveito! À população, meus sentimentos! Quem sabe nas próximas eleições não nos preocupemos mais quem iremos colocar lá. Aos meus colegas “não médicos” – Vamos devolver as inúmeras receitas de bolo que eles nos enviam falando dos erros que estas contém para os inocentes pacientes.

  143. Gustavo disse:

    Quanta amargura nesses corações…

  144. fabiana paiva disse:

    Caros,

    isso vale para todos que trabalham na área de saúde.
    Penso que quem é bom vai sempre ter espaço. O Ato médico é uma briga de vaidades.
    Sabe quando a vaidade humana acaba? Quando todo mundo vai para o mesmo buraco.
    Sabe qual o maior e melhor dos médicos? Nosso Deus.

    p.s não tenho religião

  145. fabiana paiva disse:

    Nenhum médico tem culpa do Ato médico. Sabe quem deixou nossa saúde corporativista e mercadológica?
    Não foram médicos e nenhum outro profissional da área. Foram os palhaços do congresso.
    TIRIRICA!
    Eles é que decidem nossas vidas. Determinam nossos salários, nosso padrão de vida, nossa cultura. Eles decidem nossas vidas tomando um gorozinho, num clube de striper, etc.
    O Brasil só irá respeitar os outros demais profissionais ligados à saúde (os não-médicos) daqui há mais menos uns 100 anos.

  146. fabiana paiva disse:

    ATO MÉDICO –> A CULPA É SOMENTE DOS POLÍTICOS

    Não sou médica! Graças à Deus…

  147. Patricia disse:

    Se houver erro na estrategia ventilatoria como um pneumotorax por exemplo e o paciente morrer: quem é processado? Se for o fisioterapeuta que indicou a estrategia errada , aí tudo bem … O problema é ter os beneficios e não ter a responsabilidade final.

  148. Maiana disse:

    Prezada Cláudia,
    Sou dentista e não me sinto nem um pouco ameaçada com o Ato Médico. Sou mãe e nenhum pediatra me orientou a utilizar leite artificial, fui a muitos pediatras e todos me orientaram amamentar exclusivamente a minha filha até os 6 meses. Não entendo o porquê de tanto medo dos profissionais de saúde em relação ao Ato Médico! Cada profissional tem que fazer o que lhe compete! Li aqui muitos comentários absurdos, a exemplo de fisioterapeuta aplicar toxina botulínica. Todo mundo quer fazer tudo? LIMITES, é isso o que o Ato Médico quer! É como se eu diagnosticasse um câncer de boca e quisesse tratá-lo com quimioterapia e /ou radioterapia. De jeito nenhum! Faço o diagnóstico e encaminho para tratamento com o MÉDICO ONCOLOGISTA, porque é COMPETÊNCIA dele! Em nenhum momento me sinto inferior por isso! Porque faço no meu consultório o que compete a minha profissão e por isso tenho capacidade de responder legalmente por qualquer intercorrência! Já vi colegas dentistas fazer rinoplastia e acho absurdo! Como mãe e profissional de saúde, nunca, jamais teria coragem de fazer meu parto com uma parteira. Se eu tivesse uma hemorragia, se minha filha nascesse com algum problema, se minha filha tivesse uma hipóxia e ficasse com uma paralisia cerebral? Uma parteira vai responder por isso? Vamos parar com esse complexo de inferioridade! Cada um FAÇA O QUE COMPETE A SUA PROFISSÃO! Quer ganhar dinheiro fazendo trabalho, ATO, médico?Simples: Vá estudar e fazer uma faculdade de medicina.

  149. LAUSEMAR. disse:

    sou do tempo que amamentação era ate os dois anos de idade. meu filho mama ainda com três anos. saúde em primeiro lugar. enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, optometristas, fisioterapeutas etc são profissionais preparados para atender, consultar e diagnosticar, de modo que a politica nacional esta cega para a solução da saúde publica nesse pais. um medico de gaba dos anos na faculdade,mas um optometrista hoje estuda no minimo seis anos antes de se formar, e ainda existem milhares de especializações. não vejo um medico devidamente capacitado para lidar com questões psicológicas em toda sua complexidade, nem disponível as atividades insaciáveis dos gloriosos enfermeiros. louvo a classe medica,mas louvo mais ainda a saúde publica e tudo oque cooperar de forma devida e constitucionalizada para o seu bom desempenho.

  150. Marcos Antonio Oliveira Góes disse:

    Estou em total solidariedade com os pensamentos de seu texto. Em momento algum senti e/ou percebi sentimento de mágoa ou rancor para com a classe médica. Apenas vislumbrei a mais pura e inconteste verdade: a classe médica brasileira visa à reserva de mercado e sucesso financeiro, o que repercute diretamente na realidade ao tomarmos conhecimento de médicos que rejeitam salários fabulosos em cidades do interior; rejeitam esse salário fabuloso (não raras vezes acima de quinze mil Reais) pois sabem que vão ganhar mais dinheiro ocupando vários empregos ao mesmo tempo na capital ou sua cidade preferencial. Não raras vezes vão a um psf apenas uma vez por semana quando deveriam ir todos os dias, o projeto médico da família só funciona se for para inglês ver. Acumulam vários empregos em detrimento da saúde pública. Isso entre muitas e muitas arbitrariedades que existe nesse Brasil de meu Deus. E, como se não bastasse, ainda querem ser os detentores das vendas de lentes de contato e óculos. O Optometrista no Brasil é tratado como bandido, pois a classe médica faz todos acreditarem que apenas o médico detém o poder de prescrever um óculos. Em países como os Estados Unidos, Inglaterra, Japão, china, Colômbia e outros 130 países do mundo esse ato é único do Optometrista. ABAIXO A LEI DO ATO MÉDICO E VIVA A SAÚDE COMO REZA A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE.

  151. Everton glaucos disse:

    Eu acho que se eu fosse bandido eu teria uma arma e não diploma, diploma esse que é emitido pelo mesmo Órgão que emite o diploma de medicina, sou Optometrista e não preciso ser medico para perceber e alertar meu paciente que ele sofre por exemplo de Catarata, encaminhar ao Oftamologista para que tenha o tratamento adequado, é o que quaquer Optometrista faz no seu cotidiano, e o mais engraçado é que Médicos que tiveram chance de estudarem em faculdades bem mais renomadas como as Universidades americanas ou européias pensam diferente dos Médicos formados aqui, para eles a Optometria é uma parceria importante onde nós Optometristas ficamos pelas solções e tratamentos onde não exista interferência no Globo ou de natureza patológica, e sobre a venda casada que pude conferir e ler nos comentários anteriores o que você me diz de um medico vender uma lente de contato dentro do consultório mas casado impossível e sem contar as inúmeras Otica que tem propriedade de esposas de médicos, Srs. Médicos vão procurar o que fazer e deixem o Brasil evoluir de forma completa. Esse ATO MEDICO e de uma arbitrariedade sem tamanho. Vamos protestar e nos unir contra esse tiranismo da classe medica

  152. Marcos Antonio Oliveira Góes disse:

    É URGENTE QUE HOMENS INTELIGENTES AQUI DO BRASIL SE MANIFESTEM EM DEFESA DA OPTOMETRIA, POIS ESTÁ PROVADO QUE ESSA CIÊNCIA É TOTALMENTE FAVORÁVEL À SAÚDE PÚBLICA E NÃO ESTÁ ATRELADA AO ATO MÉDICO; ESTÁ, SIM, ATRELADA AO CONHECIMENTO PROFUNDO DA FÍSICA, AO CONHECIMENTO PROFUNDO DO OLHO HUMANO COMO MEIO REFRATIVO, AO CONHECIMENTO MINUCIOSO DA VIAGEM DO RAIO LUMINOSO POR CADA PARTE DO OLHO ATÉ SUA CHEGADA À CAMADA FOTORRECEPTORA DA RETINA E O CONHECIMENTO DE FATORES QUE POSSAM ALTERAR ESSA VIAGEM CONSECUTANDO COM UMA VISÃO DISTORCIDA. A OPTOMETRIA É A PRIMEIRA BARREIRA CONTRA A CEGUEIRA PLENA OU FUNCIONAL.

  153. Marcos Antonio Oliveira Góes disse:

    A Optometria é atividade reconhecida pela organização mundial de saúde; atividade praticada em mais de 130 países, dentre eles Estados Unidos e Inglaterra. É muito pouco zelo para com a inteligência dos brasileiros os oftalmologistas pretenderem afirmar que refração é ato médico. A refração está intima e inseparavelmente ligada à física; somente um bacharel em optometria tem o conhecimento competente para entender o caminho percorrido pelos raios luminosos em propagação até a retina. As leis da física justificam a formação da imagem na retina. Quando há um problema refrativo em um dos meios refringentes que compõem o olho, levando a uma alteração na formação da imagem na retina, necessário se faz que um profissional altamente qualificado proceda com cálculos complexos e eficazes para que a matemática dos raios luminosos aconteça e atinja seu ponto de destino. E isso não é ato médico em hipótese alguma.

  154. Adriano Almeida (Farmacêutico) disse:

    Adriano Almeida, Farmacêutico, Fortaleza- CE
    O Brasil é um país que tem um povo que ainda confia muito na opinião de um médico. Mas o ideal seria uma confiança com um mínimo de senso crítico. Assim, opiniões médicas não seriam encaradas por muitos como verdades inquestionáveis ou como ordens a serem cegamente seguidas.
    Claro, a figura do médico deve ser respeitada por conta de seu fundamental papel para a sociedade, contribuição esta de tanto tempo. Mas muitos aqui neste espaço não atentaram para a enorme distância entre a utopia e a realidade da atividade médica no Brasil.
    Utopia: alguns aqui disseram que médicos estudam por muito tempo (faculdade, especialização…) e que não há curso com carga comparável. Outra utopia: muito estudo sobre farmacologia, interações medicamentosas, fisiologia…
    REALIDADE: falando por minha área, os cursos de Farmácia e Ciências Farmacêuticas pelo país afora não duram menos de cinco ou seis anos! Fora as especializações, pós-graduações, residências que muitos têm que fazer.
    Então, tempo de estudo extenso/aumentado NÃO é exclusividade da medicina, é inclusive tendência de cursos da área da saúde; portanto, NÃO é também argumento para rebater críticas nem para justificar condutas por vezes duvidosas.
    OUTRA REALIDADE: PARTE do que se pratica no dia-a-dia de muitas profissões NÃO FOI BASEADO NOS BANCOS DA FACULDADE, E SIM COM ORIENTADORES DE CAMPO, INSTRUTORES, ETC. o que significa, certas vezes, em apreensão de conceitos e práticas não desejaveis.
    MAIS UMA REALIDADE? Muitos médicos MAL SABEM SOBRE FARMACOLOGIA! Só aprenderam o que lhes foi repassado por um residente mais avançado, ou por um médico staff do setor… E vão passando adiante, repetindo os conceitos adquiridos.
    PELO AMOR DE DEUS, NÃO SÃO TODOS OS MÉDICOS! Falo aqui de médicos que, em hospitais ou em seus consultórios, prescrevem medicamentos desnecessários, ou em doses exageradas, ou com interações grotescas de princípios ativos, conferindo alta insegurança no tratamento medicamentoso.
    Ser médico não é fácil, mas admitir erros e contradições é típico do ser humano; ter humildade, por sua vez, só enaltece aquele que possui grandeza de espírito e de conhecimento. Humlidade parece significar mais segurança de si próprio do que humilhação ou submissão.
    Ainda temos muitas desigualdades em solo tupiniquim; nele, muitos ainda não têm acesso a educação de qualidade, e a cultura ainda é supervalorizar os médicos num modelo hospitalocentrico baseado no mais tratamento que na prevenção de muitas doenças. Este cenário desfavorece o contexto multiprofissional do qual se vem falando há alguns anos e pelo qual muitos profissionais da saúde -inclusive os farmacêuticos- lutam.
    Cuidado, leitores desatentos e pacientes desavisados: o Ato Médico é, sim, a regulamentação que ajudará a nortear a prática médica, mas pode estar mascarando interesses puramente corporativistas e disfarçando bases para bloqueio de situações que já acontecem em outros paises: diminuição da excessiva valorização do médico e ascensão de vários segmentos profissionais da saúde.
    Médicos, DESCENTRALIZAR AÇÕES NÃO É PERDER ESPAÇO, É FAZER O QUE SE HÁ DE FAZER DE MANEIRA BEM FEITA,
    Multidisciplinaridade é a ideia. Corporativismo excessivo é desalento.

  155. Wilson disse:

    Puxa assim vai ficar melhor o hospital publico, tem medico sobrando la mesmo! cada dia que passa eu acredito menos ainda no ser humano.

  156. viviane vieira disse:

    Incrivel como enfermeiros têm sua profissão regulamentada,assim como os fisioterapeutas, psicólogos(todos “não corporativistas”,né?).Mas aos médicos é proibido regulamentar sua profissão.Será por quê?.Sou assistente social, não médica,portanto posso ter uma visão mais “neutra”.O que percebi em tudo que li aí em cima é que existe uma “bruta inveja” .Os profissionais não medicos(porque não nomea-los “anti-médicos”?)querem “desmerecer” os médicos para valorizar a si mesmos.Esse é o resumo de tudo!!!

  157. viviane vieira disse:

    Gente, é muito facil resolver essa luta contra o Ato Medico:O problema é que todos os profissionais “anti- medicos” querem poder diagnosticar e prescrever.Em outras palavras: Querem ser médicos. Então FAÇAM MEDICINA!!! Mas façam medicina cursando a faculdade de medicina,ne? E não “fazendo medicina” com curso de psicologia, ou fisioterapia, ou enfermagem…

  158. Tomas disse:

    Ótimo texto, porém percebo equívocos de algumas pessoas. Confesso que as vezes fico chocado com os erros que encontro em hospitais. Sou médico e vejo a importância dos demais profissionais num setor de saúde. Quando residente, vi médicos tentando definir uma estratégia ventilatória num paciente sem ao menos entender de ventilação mecânica. Por exemplo, um Fisioterapeuta estuda por 5 anos, faz cursos, residencia, pós graduação, então ele é extremamente qualificado para definir uma estrategia para um paciente, no mesmo caso um enfermeiro, um psicólogo, entre as demais profissões.

  159. Elisa disse:

    Cara Viviane, nem todos que fazem a área de saúde querem ser médicos querida.
    Sou fisioterapeuta a 15 anos e ainda recebo guias em meu consultório de médicos ortopedistas prescrevendo um tratamento bizarro para uma determinada patologia. É ridículo e humilhante, eles tem o que? uma matéria falando sobre eletrotermo fototerapia? Cinesioterapia? Fisioterapia reumatológica? Pois bem, eles ficam 6 meses tendo ortopedia, nós ficamos durante 5 anos aprendendo sobre tratamentos. Portanto, nós não queremos prescrever medicamentos. E outra, talvez se houvessem médicos menos preguiçosos e prescrevessem a patologia correta, muitos profissionais não precisariam perder tempo tentando diagnosticar ou tentar entender melhor o que o paciente apresenta. Cansei de ver médicos diagnosticando pacientes sem ao menos ter referência de um exame em mãos.

  160. Alex Sandre disse:

    Não podemos permitir que esses profissionais, que já são culturalmente arrogantes, tenha ainda mais poderes nem que ele digam como devemos gastar nosso dinheiro. Então se eu quiser fazer uma limpeza nos dentes eu só poderei com permissão de um médico? Sem contar que eles são campeões de ERROS. Falo com propriedade pois sofri um acidente de moto à uns anos e passei por vario médico. Tudo que eles
    falavam eu pesquisava na internet e muito do que falaram era incoerente com meu caso ou tinha procedimento duvidoso ou diferente dos procedimentos médico divulgados em sites especializados.

    ELES DEVERIAM É CRIAR UMA PROVA DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA MÉDICOS NOS MOLDES DA OAB. ISSO SIM É QUE FARIA DIFERENÇA!

  161. reimont disse:

    Sem pedir permissão prévia à Cláudia, farei agora à tarde, na tribuna da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a leitura, na íntegra, de seu texto. Aqui ao lado, no Largo da Carioca haverá daqui a pouco uma manifestação contrária ao Ato Médico. Esta manifestação é bandeira de todos aqueles que compreendem que, qualquer atividade profissional não se esgota em si mesma e, mais que nunca devemos compreender a interdiciplinaridade das relações, de modo especial em relação à Saúde da População. O Ato Médico é o entendimento da arrogância e do destempero de parte dos médicos e, mais que isso, uma lógica de mercado que entende a saúde como mercadoria que deve ser vendida ao povo. Por tras de tudo isso, certamente está o interesse mercadológico de Planos de Saúde, de laboratórios e de outros nichos de mercado.

  162. Davi disse:

    O CFM é o conselho mais corporativista que existe.
    Não tardará que queiram proibir também que advogados e engenheiros sejam chamados de “Doutor”.
    Lamentável…

  163. cláudia rodrigues disse:

    Prezada Maiana

    Respeito suas crenças e temores sobre parto assistido por parteiras, obstetrizes, midwifes, enfim profissionais que apenas tratam do parto fisiológico, especialistas na fisiologia do parto. Eles não operam, não fazem cirurgias cesarianas, não são especialistas na técnica cirúrgica e nem desejam ser, mas saiba que as evidências científicas, independentemente de suas crenças, atestam que o parto domiciliar, assistido por profissional especialista em fisiologia do parto não é mais arriscado do que o parto hospitalar assistido por obstetras com formação médica. Há algumas vantagens, inclusive, como menor risco de infecção, maior sucesso na amamentação e alguns valores psicossociais.

    Crença é crença, devemos respeitar, mas como profissional de saúde para você falar deveria basear-se em evidências.

    Assim como você teve a sorte rara de ser bem orientada na sua relação com a amamentação por um profissional da pediatria, outras mães também tiveram, inclusive foi meu caso particular, mas não podemos falar de acordo apenas com nossa experiência pessoal.

    As estatísticas estão aí, o Brasil é um país que desmama por múltiplos fatores, entre eles, os maus conselhos e o despreparo dos pediatras quanto à fisiologia do corpo feminino e o funcionamento emocional da mulher. Temos evidências de que a entrada de educadoras perinatais no mercado de trabalho, ainda que desagrade os pediatras, tem sido fundamental para o aumento dos índices de aleitamento materno.

    Cordialmente,

    Cláudia Rodrigues

  164. Lucia disse:

    Prezada Cláudia, recomendo que você faça um vestibular para medicina e deixe de ser médica frustrada, o que com certeza é o seu caso. O Ato Médico não impede nenhuma profissão de ser exercida, a questão aqui é que tem muito profissional de saúde querendo receitar, diagnosticar e se intrometer naquilo que ele não deve e não conhece. Querem mudar isso? Aumentem a grade curricular dos seus respectivos cursos, tornando-se assim qualificados. Na hora de fazer vocês querem, mas quando ocorrem complicações não conseguem resolver e mandam pro médico né? Assim é fácil!

  165. Suzy Mirtielly disse:

    Parabéns! a sociedade Brasileira necessita de profissionais como você, que não são meros robôs a reproduzir as ordens do sistema, capacitada a ir além de conceitos, a se sensibilizar com a “burrocracia”, existente no País. Em hospitais públicos, com a autonomia que outros profissionais tem, de diagnóstico, já sofremos com a espera, descaso e o mal atendimento, dirá agora com a autonomia nas mãos de um único profissional, para tantos problemas, tantos pacientes. Estamos na hora da união dos profissionais, da divisão de poderes para que se possa atender, ao menos por metade as necessidades da sociedade, e principalmente profissionais verdadeiramente capacitados. aqui fica meus sentimentos expressos, de alguém que não tem nenhuma formação mas que sofre como muitos, nesse país, por causa do descaso da saúde.

  166. ROMERO disse:

    Exerço o cargo de Técnico em Anatomia e Necropsia na UFPB, sou enfermeiro e favorável a regulamentação de toda profissão existente no CBO (Código Brasileiro de Ocupação) a exemplo da medicina. Quero ressaltar uma preocupação que tenho com a visão capitalista dos acadêmicos
    de enfermagem, odontologia, educação física, fisioterapia e principalmente os de medicina. Escuto nos corredores dos laboratórios de anatomia cada absurdo diariamente, os alunos só conversam qual especialidade dá mais dinheiro. Essa ganância por dinheiro me irrita sempre que escuto, e sempre me volto para eles e tento argumentar que ao invés de estarem preocupado com enriquecimento deveriam atentarem como eles ao se formarem, poderiam contribuir com estratégias e intervenções que viesse melhorar a saúde pública deste Brasil.

  167. geilson arnor de souza disse:

    com a aprovação do ato medico as funções conseguidas, com tanta luta, por outras profissões serão exclusivas dos medicos. como tirar isso de quem é qualificado e bem treinado para tal função. com isso iremos alimentar essa profissão mercenaria que, cada vez mais, desconhece a etica e a vida do proximo. no fim, os cursos de medicina ficarão cada vez mais concorridos pois quem quiser ficar rico é só ser medico!!!!!!!!

  168. Gisela disse:

    Prezada Cláudia, acho que vc esta equivocada, pois esse texto é muito claro a respeito da realidade. Inclusive informa de uma exceção médicos considerados éticos, pois ouvem as contribuições das outras categorias profissionais, e participam com humildade e igualdade de equipes multidisciplinares. Todos ganham: população, médicos, outros profissionais da saúde.

  169. tainá disse:

    Apoio a Claudia em todos os sentidos…

  170. JOSE LEVINO BARBOSA disse:

    …O Brasil tem muitas leis. Muitas inoportunas, outras tantas contraditórias, e as que não pegaram.
    …Contrariando a do Ato Médico, está a Lei Seca, através da qual o Governo autoriza policiais – federais, estaduais e municipais – a realizarem testes com etilômetros, em qualquer
    cidadão por eles escolhidos numa blitz qualquer.
    …Convenhamos que não é, no mínimo higiênico, colocar na boca aquele aparelhinho armazenado não se sabe em que condições e ter seu resultado avaliado por profissionais que nada entendem de medicina e saúde.
    …Para a grande mídia, a Lei Seca é um grande achado.
    …O ideal seria punir os responsáveis por atropelamentos e não ficar fiscalizando quem está dirigindo depois de ingerir bebida alcoólica.

  171. Ruhama disse:

    Sou acadêmica de enfermagem, estou no terceiro ano do meu curso e fico muito triste quando falam que todo profissional da área de saúde queria ser médico, isso é um absurdo se fosse assim não existiria excelentes enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, eu escolhi ser enfermeira porque amo cuidar das pessoas com respeito , dedicação, responsabilidade e com conhecimento cientifico pois a enfermagem também é uma ciência.

  172. carlos josé disse:

    como uma profissão tão antiga ainda não tem sua legislação!

  173. monica disse:

    Relato de uma paciente.
    Boa tarde a todos.
    Lendo todos esses relatos, veio-me a lembrança algo que vivi a 1 ano atrás em 2011. No início de 2011 eu sofri um grave acidente no qual eu tive uma fratura muito séria de tornozelo e calcaneo, meu calcaneo se fragmentou em vários pedaços, tive lesão de ligamentos e tendão, precisei passar por uma cirurgia de urgência no qual antes da cirurgia os médicos ortopedistas me avisaram que meu caso era muito grave. Passei por cirurgia eu segui todas as recomendações médicas, fiz repousos não apoiava o pe no chão enfim minha cirurgia havia sido um sucesso.. até eu cair nas mãos de uma fisioterapeuta mal resolvida com a vida, péssima profissional, anti ética, pois gritava comigo na frente de todos os outros pacientes, expondo a minha vida e dizendo que meu problema era grave, e que iria fazer nova cirurgia, enfim ao invés de eu me recuperar, fiquei mais doente. Detalhe o meu médico ortopedista especialista em pé e tornozelo nunca havia mencionado que eu passaria por nova cirurgia, porque a uma fisioterapeuta que nem médica é, afirmaria com tanta certeza?, será que ela sabe mais doque o médico?. Eu concordo com a Dra. Lúcia.
    Concordo com o Ato Médico também, porém penso as equipes multiprofissionais são importantes, mas acho que os médicos devem selecionar melhor os profissionais multiprofissionais no qual encaminham seu pacientes, pois muitas vezes os médicos gastam horas para operar o paciente, tentando devolver uma vida normal pro paciente no meu caso a cirurgia durou 5 horas, fora o pós operatório que é muito dolorido, para depois vim uma fisioterapeuta que diz amar a profissão e jogar um balde de água fria na paciente que estava cheia de esperança de recuperar? Repito as equipes multiprofissionais são importantes, mas senhores médicos, escolham a dedo seus parceiros multiprofissionais para que nós pacientes não venhamos sofrer nas mãos de pessoas incompetentes.
    Mônica (paciente)

  174. Karina disse:

    Boa Noite!
    Na minha opinião todas as profissões deveriam ser regulamentadas, não apenas as dos médicos. Existem maus médicos? Sim existem, assim como, maus enfermeiros, farmacêuticos e entre outros. Agora, que há ótimos profissionais em todas as áreas é evidente. A minha preocupação é que não há médicos disponíveis a todos. Conheço uma pessoa que esperou um ano pelo exame de tomografia computadorizada pelo SUS, no interior. Um bom médico tem agenda cheia e você não consegue consulta antes de 3 meses, num bom plano. Aqui na minha cidade havia uma clínica muito boa de diagnóstico por imagem, hoje a qualidade não é mais a mesma, a demanda de pacientes e exames cresceu tanto que os exames são feitos na correria e não preciso nem falar dos resultados. Temos também, algumas carências em certas especialidades e temos que ir para os grandes centros para ser diagnosticados e tratados. A realidade no interior é outra. Não temos muitos médicos, o plano de saúde paga mal ou não o tanto merecido aos médicos e outros profissionais, sem falar do SUS. Será que com o Ato Médico nossos problemas serão diminuídos? Existem vagas a médicos e outros profissionas que não são preenchidos no interior do Acre por falta de interesse pelos mesmos. Temos que refletir o que é mais importante nas nossas profissões! Pois, tem gente que morre por falta de atendimento e a nossa função é tentar ao máximo salvar vidas e não discutir quem pode mais.

  175. Igorbico disse:

    A Igorbica esta certa: Medico etico não existe mesmo Ha Ha Ha – ta faltando medico com etica ha ha ha! o comentario dessa sabia criatura ta la prA CIMA h ho

  176. Dr. Marcio Alexandre disse:

    O Professor e FISIOTERAPEUTA Friedrich Johann Spaeth, de Luxemburgo, naturalizado brasileiro, cursou Acupuntura durante três anos na Alemanha, quando veio ao Brasil em 1950 para o ensino da Acupuntura dirigido aos profissionais de saúde. Em 1958, o Professor Friedrich fundou a “Sociedade Oriental”. Enquanto isso a técnica milenar já amplamente aplicada na China visando controlar a dor pós-operatória, passou a ser utilizada como anestésico nas operações simples. Assim, através da Resolução COFITTO-60, em 1985, o Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional habilitou os FISIOTERAPEUTAS para a prática da Acupuntura. Em 1985 o conselho federal de fisioterapia foi o primeiro a reconhecer a acupuntura como especialidade. Sendo os fisioterapeutas os pioneiros da acupuntura no Brasil!

  177. Dr. Marcio Alexandre disse:

    O Pricipal é assinar o abaixo assinado «PRESIDENTE DILMA, VETE O ATO MÉDICO!» no site: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N20540

    ***Enviar para o maior numero de pessoas possiveis***

    Falem com a presidenta DILMA ROUSSEFF para impedir o Ato Médico. Ainda há tempo!

    Atualmente as profissões da SAUDE como FISIOTERAPIA, NUTRIÇÃO, PISICOLOGIA, EDUCAÇÃO FISICA, TERAPIA HOLISTICA, ENFERMAGEM, BIOMEDICINA etc correm o risco de perder sua autonomia devido a lei do Ato Medico, ainda há tempo, não percam essa oportunidade e espalhem este e-mail para parentes, amigos, conhecidos, profissionais, todos podem cooperar mesmo de profissões não pertencentes a saúde.

    Lembrando que o ato médico pode causar problemas no SUS e no atendimento hospitalar.

    No Site https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php você pode enviar uma mensagem para DILMA ROUSSEFF, no nosso caso um manifesto contra o ato medico, eu já enviei o meu. O seguinte:

    Ola´, sou fisioterapeuta e tenho estado muito preocupado com o futuro de minha profissão, atendo em meu consultório (fisioterapia/acupuntura). Peço respeitosamente que vete a lei do ato medico pois ela pode me prejudicar assim como prejudicara milhares de profissionais, cursos de faculdade e até o SUS (o que implica os brasileiros em geral). Por favor ajude a minha profissão. Esta sendo realizado um abaixo assinado: EXMO. SRª PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF; SOLICITAMOS GENTILMENTE VOSSA SABEDORIA \VETAR\ A LEI DO ATO MÉDICO POIS DENTRE OUTRAS SITUAÇÕES PECULIARES O MESMO INFRINGE O DIREITO DE EXERCICIO DE DIVERSAS PROFISSÕES SENDO O MESMO DE OBJETIVO REALIZAR UMA RESERVA DE MERCADO AO QUAL NEM MESMO A COMUNIDADE MÉDICA PODERIA SUPRIR TAMANHA DEMANDA. POR FIM O ATO MÉDICO PREJUDICA MUITOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE E A POPULAÇÃO QUE FICARÁ SOB DECISÃO DIRETA E INDIVIDUALIZADA DO PROFISSIONAL MEDICO, O QUE SE TORNA UM MONOPOLIO. Os signatários no site: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N20540 Agradeço a sua compreensão Obrigado Marcio

    Peço a todos que deixem seus nomes no abaixo assinado «PRESIDENTE DILMA, VETE O ATO MÉDICO!» no site: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N20540

    E também no abaixo assinado «Não ao Ato Médico – Não a privatização da saúde!!!» http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N18022

    No Site: http://www.naoaoatomedico.org.br/index/index.cfm você pode aderir a campanha virtual contra o ato medico.

    http://www.naoaoatomedico.org.br/paginterna/denuncia.cfm – deixe a sua denuncia e ou sua opinião contraria ao ato medico.

    No http://www.atomediconao.com.br/

    http://www.crefito.com.br/app/atomedico/escolhedepto.htm

  178. Dr. Marcio Alexandre disse:

    Fisioterapeutas possuem aula de Bases metodos de avaliação e diagnostico, tanto o Fisioterapeuta quanto o Terapeuta Ocupacional possuem em sua graduação aulas de Cinesiologia, conhecimento biomecanico, cinetico, hidrocinetico – conhecimento não existente na faculdade de medicina, este conhecimento torna o Fisioterapeuta e o Terapeuta Ocupacional os profissionais mais qualificados para este tipo de diagnostico e prescrição de tratamento, possuimos o nosso proprio conselho de classe chamdo COFFITO – conselho federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional assim como o CREFITO – conselho regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, eles é que são os responsaveis por definir o que podemos ou não fazer, cada profissão tem seu proprio conselho de classe, que o CFM cuidem dos medicos e não de profissões como a Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Nutrição entre outras – profissões essas que possuem sua propria fiscalização e poderes para definir suas leis, seria ridiculo se os matematicos decidirem o que faz um engenheiro ou um arquiteto, da mesma forma medicos não podem tomar a iniciativa de se tornarem “patroes” das demais profissoes da saude.

  179. Diego disse:

    As outras profissões da saúde nunca existiram. Elas existem hoje como ferramentas no auxílio aos pacientes, mas não substituem a Medicina, nunca o farão.
    Todas as profissões da saúde são ajudantes da Medicina. O médico detém o conhecimento e as demais profissões ajudam, é assim que funciona.
    Então, como ajudantes, vocês devem entender que não podem sair por aí dando receitazinhas e postando fotos no facebook com o estetoscópio pendurado no pescoço. Isso é perigoso, mata o paciente.
    Quem acha que faz enfermagem, fisioterapia e pode dar diagnóstico, tem probleminha… Probleminha na cabeça, não pode não, viu? A infância já acabou, tá? Para de chorar e vai trabalhar… ajudante!

  180. Dr. Isabella disse:

    Comentarios feitos por pessoas como o Diego demonstra uma total falta de maturidade emocional, e dificil de acreditar em um profissional formado com uma postura dessas cuidando de um paciente, não estou discutindo quem esta certo ou errado mas a conversa é séria e exige maturidade e boa postura moral , como Psiquiatra estudo a melhor forma de agir para com outro ser humano cada dia mais para um atendimento de boa qualidade.

  181. Dr. Cesar Abreu disse:

    Quanto a Acupuntura concordo que a medicina chinesa nada tem haver com a medicina ocidental, e certo que existe tecnicas modernas de acupuntura no entanto muitas delas foram criadas por peofissionais nao medicos, na maior parte dos paises acupuntura é curso livre inclusive nos EUA.

    Como medico creio que comentarios arrogantes parecidos com o comentario do Diego so pioram a imagem que os medicos transmitem para outros profissionais e para população de um modo geral.

    Concordo que profissionais da saude devem ajudar os medicos, para isso devemos apoiar a multdiciplina profissional nos tratamentos, no entanto o psicologo possui seus metodos de avaliação e deve sim diagnosticar dentro de seus conhecimentos, o fisioterapeuta estuda manobras fisioterapicas que muitas vezes , varias vezes eu confesso os medicos nem sequer sabem que existe o que torna dificil um medico prescrever um tratamento para o fisioterapeuta realizar, assim sendo acho que o correto é o fisioterapeuta prescrever quais tratamentos ele vai usar.

    Não creio que daremos conta de tanto paciente se a lei do ato medico entrar em vigor, temos que rever isso varias vezes antes dessa nova regulamentação da medicina. Mas mantenham um nivel elevado no debate.

  182. Marisa Baptista dos Santos disse:

    Falando sério, sou dona de casa e sou contra o que os medicos querem fazer, eu tinha estranhas dores na coluna o ortopedista me encaminhou para fisioterapia e foram eles, os fisioterapeutas que me atenderam que perceberam uma forma de cancer proximo ao local da dor, eles me encaminharam para um outro medico para confirmar o problema, sendo que o primeiro medico se mostrou irado com a descoberta destes fisioterapeutas, graças a eles eu recebi o tratamento adequado…eu agradeço a Deus por essses fisioterapeutas.

  183. Ignacio disse:

    Veja neste site: http://rogeliocasado.blogspot.com.br/2012/07/por-que-existem-medicos-contra-o-ato.html
    Por que alguns medicos são contra o ato medico!

    E tambe: Medico desabafa: ato medico é um retrocesso…

    http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/medico-desabafa-o-ato-medico-e-um-retrocesso-na-atuacao-multidisciplinar-da-saude/

    A verdade é que muitos medicos são sensatos sendo contra o ato medico!!! Vamos ser justos dizer que outra profissões não merecem evoluir por serem mais novas e´ uma grande bobagem!

  184. Reinaldo disse:

    Acho que esse tal Diego que fez esse comentario arrogante nem medico é, o cara chegou bebado, chapado em casa e quiz torrar o saco colocando mensagens idiotas na internet o cara escreveu as 3;00 da manha , vai trabalhar voce Diego, arranja um emprego vai!!!!!!!

  185. Lucas Armandelo disse:

    Concordo, é necessario respeitar todas as profissoes e como foi bem dito, cada profissão tem seu conselho de classe para cuidar do que cada profissão pode ou não fazer, dizer que a medicina não é regulamentada é o mesmo que pemsar que tem oxigeni na lua, é impossivel uma profissão tão antiga não estar regulamentada, so pode ser mentira para dar um golpe em outras profissoes!!!!

  186. Marcio Alexandre disse:

    Assinem o abaixo Assinado http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N20540 (Dilma vete o ato medico!!!

    E o abaixo assinado:
    «Não ao Ato Médico – Não a privatização da saúde!!!» http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N18022

    Entre em contato com o senador Cássio Cunha Lima (Relator do ato medico) para menifestar contra a forma como Ato Medico esta escrito atualmente!

    Contato Direto


    Senador
    Cássio Cunha Lima
    Fone:(61) 3303 9808/9806
    Email: cassio@senador.gov.br

    Ou pelo Site: http://www.cassiocunhalima.com.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=2&Itemid=114

    Ato médico: Senador aciona MS para definir competências dos profissionais da saúde

    28/04/2012 Campina Grande, Destaques, Nacional, PB, Release

    O senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), relator do Ato Médico, vai acionar o Ministério da Saúde para que contribua na definição dos campos de competência profissional das diversas categorias da área da saúde. “É fundamental garantir a coexistência de todas as atividades destes profissionais, sem prejuízo para qualquer categoria e muito menos, para a qualidade do serviço de saúde prestado ao paciente”, frisou Cunha Lima.
    Hoje, em Brasília, o relator fez questão de tranquilizar, mais uma vez, a todos profissionais de saúde: “não existe o menor risco de restringir ou impedir o exercício das suas atividades”, reafirmou.
    De acordo com o Senador Cássio Cunha Lima, durante a próxima semana continuará recebendo em audiências em seu gabinete, os representantes das diversas categorias profissionais. “Quem quiser contribuir poderá enviar mensagens, sugestões e críticas, por meio eletrônico, fax, cartas ou telegramas”, sugeriu o parlamentar. Cássio Cunha Lima determinou à sua equipe técnica que continue estudando o PLS 268 e procedendo as adequações e ajustes necessários para garantir o pleno exercício das atividades profissionais de todas as categorias ligadas a área médica.

  187. Diego disse:

    Cláudia Rodrigues é infelizmente (para o Brasil) e felizmente (para nossa diversão) um exemplo da educação enferma desse país. Um preconceito dessa magnitude só cresce de um lar sofrível e de uma mente ululante limitada culturalmente.
    É… é ruim, mas… Não é meu problema, Cláudia Rodrigues, sua teoria é tão ruim que prova em si mesma o meu ponto contrário.
    Eis o Facebook de Cláudia Rodrigues para quem quiser infernizá-la:

    http://www.facebook.com/claudia.rodrigues.98096

    E quanto a você meu amigo Reinaldo, eu bêbado sou mais eloquente do que você loquaz.

  188. Reinaldo disse:

    Pois é Diego todo bebado se acha loquaz hahaha

    Todo bebado chama os outros de amigo hehehe!!!

  189. PATRICIA disse:

    de diego a reinaldo, calma gente voces são garotos muito nervosos, é necessario mais maturidade num debate desses!
    o ato medico sera um problema ate para classe medica, a medicina ja se encontra um pouco bagunçada, se nos medico tivermos que cuidar de tudo não teremos tempo mem para um breve descanso e olha que ultimamente tem estado dificil!
    agora dizer que vai infernizar alguem pelo facebook é coisa de gente com tempo de sobra!
    beijos e mais maturidade!
    pat.

  190. Cláudia disse:

    “O Ato médico é, sem dúvida e em primeiro lugar, uma ação corporativista e de reserva de mercado, mas é também uma dor narcísica, uma impossibilidade emocional da categoria de colocar em prática um relacionamento igualitário com outros pares da saúde e em prol do ser humano, em benefício da vida.” – Concordo PLENAMENTE!!! Provoca tanta dor narcísica que os colegas médicos e os estudantes de medicina que ainda não conseguiram estar ao lado de pares não médicos se incomodam e apontam que seu texto está recheado de preconceitos e mágoas.
    Preconceito e mágoa??? Será projeção?? Será que os nobres colegas não conseguem apresentar definições mais profissionais?
    A questão é corporativista sim, todos sabemos! O Brasil tem caminhado cada vez mais rumo ao retrocesso. Vejam só os números da segurança pública (que segurança??), vejam só que a escravidão não acabou, que as crianças também continuam sendo exploradas, que o PRÓPRIO Estado viola inúmeros direitos. É UM PAÍS INTERESSADO EM PRIVILEGIAR CATEGORIAS QUE AINDA SÃO RECHEADAS DE PODER (olhem o exemplo do Senado). São muitos exemplos de um país ainda controlado pelos “coronéis”. Há muito tempo tenho me sentido envergonhada de ser brasileira. Lamentavelmente!

  191. PATRICIA disse:

    “”EM PAISES COMO EUA E AUSTRALIA FISIOTERAPEUTA É TÃO RESPEITADO QUANTO OS MEDICOS, E NÃO ADIANTA ALGUEM COMENTAR QUE NESSES PAISES OS FISIOTERAPEUTAS SÃO SUPERIORES AOS BRASILEIROS, NOSSOS MEDICOS COMETEM ERROS EM TODO MOMENTO, A MIDIA TELEVISIVA NÃO MENTE”

  192. Deyse Gabrielly disse:

    Bom, eu nao concordo com a lei do ato medico,porque ha medicos que sao somente especializados em tal area, muitas vezes os enfermeiros sabem ate mais que os medicos. Isso é uma desvalorizaçao das profissoes que sao especializados para tal formalidade,ai vem um medico que estudou um POUCO de tudo,especializado em uma area e mais nada querendo ser o rei? isso so vai atrapalhar,o
    sus ja é ruim quando se presisa de um consulta imagina todos agora ter que passar pelo medico. isso e falta do que fazer.

  193. cristiano alves dos santos disse:

    ola

    acho que é bem assim mesmo vejo varios amigos meus estudantes de medicina que são a favor ,, quem sera que os instruiu uma enfermeira ? não essa é a vontade medica mesmo .. concordo que deva ganhar bem afinal enfrenta um vestibular pesado .. pq todo mundo quer ser medico pelo dinheiro pq o curso é coxa .. foda-se o ato medico .. viva a democracia e não aos lobies

  194. Michael Maciel disse:

    Essa lei é algo inútil, comecei cursar Biomedicina justamente pra fazer mestrado em pesquisa. E vi diversas falhas nessa lei, primeiro: Lei de direitos e deveres, como podem criar uma lei contra o direito de estudar?? Por que não posso fazer pos em patologia?? Acho muito errado isso!!
    pretendo um dia ir buscar descobrir formas de cura de doenças incuraveis coisa que essa parte da lei proíbe.
    Outra coisa: eu como biomedico não poderei fazer o trabalho de biomedico, muito legal isso!! Pra que estou fazendo faculdade então??? Só no Brasil essas coisas mesmo.

  195. Marli disse:

    Sou mãe de 3 filhos, amamentei todos eles e sempre com o pediatra me apoiando. Não sei onde vocês vivem para ter tantos médicos ruins. Minha obstetra foi ótima também. Não gostaria de forma alguma de ter filho com parteira pois meu primeiro no meu primeiro filho apesar da vontade de ter parto normal, em menos d 20 minutos entrei em contração desordenada e quase entrei em coma. Meu filho só nasceu bem e sem sequelas porque eu estava em um hospital e minha médica lá estava. Minha mãe, infelismente, não teve a mesma sorte pois perdeu a primeira filha pois estava com uma parteira e quando o médico chegou a criança já havia morrido. A mãe do meu pai também faleceu no parto do seu terceiro filho, o que teoricamente colocaria a mesma num grupo de “parto sem complicações”, mas aí também o médico não chegou a tempo. Por tudo isso não permitiria jamais que qualquer pessoa que me é querida tivesse um parto fora do ambiente hospitalar ou em casa de partos com parteiras ou enfermeiras. Sou sim a favor do Ato médico. Todos tem o direito de ter o melhor da ciência em favor de sua saúde.

  196. Lavi disse:

    Claudia, seu rancor e òdio com relação a classe médica é injustificavel. Nao sei se vc tem filhos, mas se tiver, aposto que procurou o melhor obstetra da cidade! Talvez vc tenha até tentado fazer medicina e não conseguiu…..sò isso pra justificar tamanha ignorancia!

  197. PATRICIA disse:

    Lavi, a claudia nao esta errada – ela so esta indignada, agora da mesma forma que quem tem filho procura o melhor obstetra da cidade, quem quer fazer terapia procura o melhor psicologo, se voce sofrer um acidente e tiver que ser reabilitado vai querer o melhor Fisioterapeuta, mesmo que o melhor medico faça cirurgia, para reabilitar é trabalho do melhor fisioterapeuta!!!

    Sou Fisioterapeuta, não fiz curso tecnico, fiz faculdade de 5 anos e 2 especializações de 2 anos cada e nunca tentei fazer medicina.
    **E para quem nao sabe: Não existe curso tecnico de fisioterapia, so existe a faculdade de nivel superior.

    É extremamente desrespeitoso acusar um profissional formado na area da saude que for de ter tentado fazer medicina, esse papo é….muito chato, não fiz curso tecnico por isso ninguem tem o direito de tirar minha autonomia.

    Da mesma forma que existe o melhor obstetra, tem tambem o melhor fisioterapeuta para trabalhar em sua area, o melhor nutricionista, o melhor psicologo infantil para levar os filinhos, Ok!

    Ato medico é sim corporativista, e se seu filho sofrer um acidente, procure o melhor fisioterapeuta, pois medico não passa manobras e exercicios de reabilitação. – se voce sente falta de respeito, procure se informar mais e nunca mais acuse outro profissional de tentar ter feito medicina! OK! Paisão!

  198. Art Vadeley disse:

    EI MARLI LÊ ISSO AQUI:www.youtube.com/watch?v=NNQyHse5bSo – Bebê morre durante o parto cortado pelo bisturi
    COLNIZA-MT, Bebê morre na barriga da Mãe dentro do Hospital …veja no site o video:
    http://www.youtube.com/watch?v=rohCNxNe1Zk
    No site:http://www.f5news.com.br/noticia.asp?ContId=6575 – voce encontra:
    Médico se recusa a realizar parto e criança morre dentro da mãe
    Obstetra também é acusado de subtrair um recém-nascido em 2011
    Após chegar ao hospital da cidade de Tobias Barreto, a agricultora Evacir Prado Costa, de 34 anos, tentou dar à luz ao bebê que esperava e teve atendimento negado pelo obstetra de plantão.
    Segundo a mãe, o médico Pedro Lourenço Simões se negou a realizar o parto e encaminhou Evacir para à maternidade do município de Lagarto, com o argumento indicando que o parto era de risco. “O doutor Pedro Simões não quis fazer meu parto, dizendo que era de risco e me mandou pra Lagarto, a 70 quilômetros de distância, dizendo que eu poderia chegar até lá.”, disse Evacir.

    De acordo com Evacir, ao chegar em Lagarto, não houve problemas em seu atendimento e que o médico lá deu prioridade para lhe atender, mas informou que a criança estava morta. “O médico disse que meu parto não era de risco, pois tinha uma dilatação normal. Mas, quando cheguei, o médico constatou que minha filha estava morta.”, afirmou a mãe.
    O médico em questão, Pedro Simões, foi envolvido no mês de agosto de 2011 em um caso de subtração de menor. Simões negociou com uma adolescente de 15 anos o seu filho recém nascido para levá-lo para um casal em São Paulo. A menor mudou de ideia e prestou queixa na polícia contra o médico, que abandonou a criança na porta de um radialista na cidade de Tobias Barreto, após perceber a repercussão do caso.
    Segundo informações da polícia, o médico responde processos pela subtração do menor e coação da mãe… http://terratv.terra.com.br/Noticias/Brasil/RJ-bebe-morre-apos-o-parto-e-familia-acusa-o-medico_4194-361565.htm bebe morre por medico.

  199. Dr. Panipaker! disse:

    De Diego a Lavi, esses caras so escrevem besteira, o Diego que postou aquele comenterio é um ignorante, esse Lavi acha que quem não consegue cursar medicina vai pra outra profissão, pois é Lavi nesse mundo so tem gente sonhando em fazer medicina HA HA HA!! cada besteira que se lê!
    Essa tal de marli é outra, toma as dores pessoais para fazer acusações e ser a favor do ato medico, se as pessoas querem tanto parto no hospital por medicos, que seja criada essa lei, mas isso não significa ser a favor do ato medico que prejudica profissionais que nao tem nada com o parto! Muitos recem nascidos ja morreram sim em mãos de medicos viu! ate conheço um caso!
    Vo ti fala viu, certa medica psquiatra prescreveu um ansiolitico para um paciente meu, so que ela nao teve a iniciativa de falar pro paciente dos possiveis efeitos, ela disse apenas para tomar a noite, resultado: essa pessoa tomou a ansiolitico e foi tomar um banho, desmaiou e caio de cara contra o chao, a medica foi irresponsavel de não alertar esse paciente! Eu conheço medico que é contra o ato medico, mas esses que são a favor, são como mafiosos, como criminosos gananciosos, traficantes de droga!
    E tem mais uma coisa, se o conselho federal e regionais de medicina não regulamentaram uma profissão tão antiga, que ja deveria estar regulamentada desde mil novecento e cacetada é porque eles são um bando de p@l&rmas incompetentes! Imagina a profissão mais antiga da saude não é regulamentada?! Quanta incopetencia!!! Bando de idiot@s, depois não quer que haja gente com raiva de medico?! E usam a propria incopetencia do conselho de classe para atacar outras profissões! B@b@c@s!!!

  200. Clodoaldo disse:

    Se os medicos querem subordinados – que criem um curso tecnico em medicina, e não venham com essa de subordinar nutricionista, psicologo e fisioterapeuta!

    Dai vem um chato e diz: “Imagina curso tecnico de medicina isso é impossivel”

    Bom e eu digo:
    “Imagina curso tecnico em fisioterapia, vai deixar alguem paralizado, curso tecnico em nutrição vai ter gente com problema gastrointestinal, curso tecnico em psicologia vai te mais gente neurotica por ai”

    Para deixar claro: O nutricionista é o profissional mais competente para traçar uma dieta adequada.
    Os psicologos possuem conhecimentos para avaliar a mente das pessoas que não consta na grade de estudo da medicina.
    A fisioterapia e a terapia ocupacional são as unicas profissões que estudam cinesiologia como estudo, sendo os mais competentes no diagnostico cinetico, hidrocinetico e funcional, o curso de medicina não possue aula de cinesiologia em sua grade de estudo.

    Eu concordo o conselho de medicina nao teve competencia de regularizar a prtofissão a muitos anos e agora quer usar isso para obter vantagem financeira tirando pacientes de outros proficionais!
    CRM INCOPETENTE!

  201. Gilsgomes disse:

    A senadora Marta Suplicy (PT-SP), em sua fala, ressaltou a especificidade dos profissionais de saúde e citou a Psicologia, afirmando que como psicóloga não concorda com o dispositivo do diagnóstico nosológico, abordado no artigo 4º do PL, pois vai atrapalhar o exercício da profissão, visto que psicólogas e psicólogos também fazem diagnóstico nosológico, ou seja, diagnóstico de sinais e sintomas das doenças.

    A senadora, que é membro da Comissão de Assuntos Sociais, garantiu que vai fazer outra proposição ao texto do PL nesta Comissão.

    O senador Humberto Costa (PT-PE), ex-ministro da saúde, falou que apesar de reconhecer o direito de regulamentar a Medicina, disse se incomodar com o tom corporativista que a discussão assumiu e que vai contra a visão multisetorial da saúde.

    “Em muitos casos, o psicólogo pode diagnosticar uma neurose simples, uma depressão e fazer uma psicoterapia”, ressaltou. Além disso, Costa destacou que os psicólogos possuem currículo muito parecido com o dos médicos.

    A Psicologia deseja garantir que o Projeto de Lei passe por todas as comissões antes de seguir para o Plenário, pois não há concordância entre os profissionais de saúde que o texto do substitutivo se encontra pronto para votação da forma como está.

    O Conselho Federal de Psicologia mantém sua posição de questionar e manifestar-se contra os dispositivos corporativos do projeto e os dispositivos que demonstram interferência na atuação dos psicólogos e ameaçam a interdisciplinaridade do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Por isso, mantemos a campanha contra a aprovação desse projeto e pedimos que todos enviem e-mail aos senadores da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, clique aqui.
    http://www.crp16.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=869&Itemid=43

  202. Leticia Silva disse:

    Disciplina do Curso de Fisioterapia

    Anatomia Humana Geral

    Atividades Acadêmicas

    Atividades Complementares

    B.M.T.A Bases, Métodos e Técnicas de Avaliação

    Biofísica Aplicada e Eletrotermofototerapia

    Bioquímica

    Ciências Sociais Aplicada à Saúde

    Cinesioterapia e Cinesiologia

    Citologia e Histologia

    Embriologia e Genética

    Estágio Supervisionado

    Farmacologia

    Fisiologia Humana

    Fisioterapia em Cardiologia e Pneumologia

    Fisioterapia em Dermatologia

    Fisioterapia em Ginecologia, Obstetrícia e Pediatria

    Fisioterapia em Neurologia

    Fisioterapia em Ortopedia, Reumatologia e Traumatologia

    Fisioterapia em U.T.I.

    Fundamentos de Fisioterapia

    Geriatria e Gerontologia

    Hidroterapia e Piscina Terapêutica

    Informática e Bioestatística

    Inovações Tecnológicas/Projeto Aplicativo/Ética Profissional

    Libras – Língua Brasileira de Sinais (optativo)

    Metodologia do Trabalho Científico Aplicada ao TC

    Neuroanatomia

    P.S.F. (Programa de Saúde da Família)

    Patologia e Semiologia

    Preventiva e Ergonomia

    Próteses e Órteses

    Psicologia Geral e do Desenvolvimento

    R.T.M. (Recursos Terapêuticos Manuais)

    Radiologia e Imagens

    Saúde Pública e Epidemiologia

    Carga Horária Total: 4127

    Duração: 5 anos

    http://www.unorp.br/asp/principal.asp?ir=fisioterapia.asp

  203. Igorbico disse:

    La pras primeiras respostas desse blog tem uma tal ignorbica querendo ZUAR o titulo do texto:

    Ela diz: Ai num sabia que existia medico etico, pensei que tinha ortopedista e sei la mais o que”

    Essa ignorbica nao passa de uma coisa injuada

  204. Rodrigo Mourão disse:

    cara tem rasão, o conselho de medicina é incopetente, ate menicure e esteticista é regulamentado, madicina não é???
    ta dificil em??
    o pior é os medicos querendo prejudicar fisioterapeutas, psicologos, enfermeiros, etc que ja estao regulamentados por ter conselhos de classe competentes!!!
    é serio mesmo com esse negocio de somente medico fazer procedimento invasivo logo vão criar novas pos´graduações em medicina:
    “medico especialista em manicuri”
    “medico especialista em tatuagem”
    “medico especialista em pircing”
    serio mesmo vai te gente ate me chamando de ignorante, mas a logica que o ato medico quer impor no brasil é essa!
    os medicos tentaram se apossar da acupuntura, não conseguiram – quem trouxe acupuntura para o brasil foi um fisioterapeuta friederich johan spaeth, e os medicos que tiveram aulas com acupunturistas formados em fisioterapia, educação fisica, psicologo, não reconhecem acupuntura multprofissional – nos eua e australia acupuntura é curso livre, qualquer pessoa pratica – ato medico no brasil é retrocesso! incopetencia da classe medica que quer prejudicar os outros para regularizar uma profissão que ja devia estar regularizada desde mil oitocentos e bolinha – num tiveram competencia nem pra estar regularizados e se acham deuses, sao deuses mesmo, deuses da mitologia grega com sua arrogancia e imperfeição!!!

  205. Dr. Panipaker! disse:

    IGNORANTE É O LAVI QUE ACHA QUE TODO MUNDO QUER SER MEDICO!!!!!

    O CRM É REALMENTE UMA COISA ENROLADA, PAREM JA DE QUERER ATRAPALHOR OUTRAS PROFISSÕES SEUS MAFIOSOS!!! INCOPERENTES!!!!

  206. DR. ROGERIO PRADECCI disse:

    no passado sec 19, cirurgia era praticada pelo tecnico cirurgiao, existia faculdade de medicina e de tecnico em cirurgia, os medicos então se apossaram da pratica cirurgica e os dentistas da cirurgia bucal.
    na verdade cirurgia não é medicina!
    creio que um curso superior somente de cirurgia formaria cirurgioes melhores.
    o mesmo ocorre com o oftalmologista, ele faz um trbalho tecnico.
    medicina é o conhecimnto de curar o individuo atrves da correta aplicação de farmacos e estimulos externos pra reestabelecer a condiçao normal de vitalidade!
    o que os medicos querem atualmente é tomar conta de outras areas de atuaçao da mesma forma qu tomou conta da cirurgia e outras praticas que pertenciam a uma profissao definida.

  207. Dr. Gustavo Gusmao disse:

    Um bando de leigos escrevendo respostas preconceituosas contra fisioterapeutas no yahoo respostas por causa de uma simples pergunta!

    No site: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080715180318AA7bsml

    Voce encontra um show de preconceito contra Fisioterapeutas por parte de pessoas leigas e em especial de uma medica Dr. Bellynha, veja o comentario que ela postou em resposta a pergunta: Porque fisioterapeuta nao pode medicar?
    A resposta dessa medica: “PQ Ñ CAPACIDADE PARA MEDICAR. COMO FOI DITO O PACIENTE PODE TER VARIAS OUTRAS PATOLOGIAS E HJ AS FACULDADES PARTICULARES ESTÃO FORMANDO CADA FISIOTERAPUTA!

    SE ELE QUISER MEDICAR, QUE FAÇA MEDICINA!

    ELES NEM SÃO CHAMADOS DE DOUTORES, MAS A IGNORÂNCIA DO POVO É D+, CHAMAR FISIOTERAPEUTA DE DR!! SINCERAMENTE!!

    CONHEÇO TRÊS E SOMENTE UMA EU CONFIO!! ELA AINDA É ESTUDANTE E EU TENHO CERTEZA Q SERÁ UMA EXCELENTE PROFISSIONAL!”

    Todas as demais respostas sao preconceituosas tambem! A foto da medica esta no site citado! – Para deixar claro fisioterapeuta estuda diagnostico e farmacologia na faculdade! Fisioterapeuta é chamado de doutor por lei federal!

  208. Isabella Valentina disse:

    Denúncias – Não ao Ato Médico http://www.naoaoatomedico.org.br
    FISIOTERAPIA: É TRATADA COM PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO, POR PESSOAS MAL INFORMADAS.
    GRANDE É O NUMERO DE PESSOAS QUE DÃO A SUA OPINIÃO, E ATE INFORMAÇOES DISTORCIDAS SOBRE A FISIOTERAPIA EM SITES DE CONVERSAÇÃO OU RESPOSTAS, O YAHOO RESPOSTAS É UM EXEMPLO ONDE UMA TAL “Dra. Bellynha” DEMONSTRU PRECONCEITO CONTRA FISIOTERAPIA AO AFIRMAR QUE FISIOTERAPEUTA NÃO PODE MEDICAR “PORQUE AS FACULDADES ESTÃO FORMANDO CADA FISIOTERAPEUTA” – QUERENDO DIZER QUE A FACULDADES DE FISIOTERAPIA NÃO SÃO COMPETENTES. DISSE TAMBEM QUE FISIOTERAPEUTA NEM É CHAMADO DE DOUTOR (NA REALIDADE FISIOTERAPEUTA É SIM CHAMADO DE DOUTOR, NA PROPRIA CARTEIRA DO CREFITO ESTA ESCRITO “DR.” ANTES DO NOME). AINDA OFENDE AS POPULAÇÃO POIS DIZ QUE “NA IGNORANCIA DO POVO OS FISIOTERAPEUTAS SÃO CHAMADOS DE DOUTORES”.
    BEM COMO EU JÁ DISSE O FISIOTERAPEUTA PODE SIM SER CHAMADO DE DOUTOR, TANTO QUANTO O MEDICO, O ADVOGADO , O DENTISTA – DOUTOR COMO SABEMOS É UMA MERA FORMALIDADE, TALVES QUE DEU ESSA RESPOSTA PRECONCEITUOSA NÃO SABE QUE DOUTOR DE VERDADE É AQUELE QUE TEM DOUTORADO. (DOUTORADO PODE SER FEITO POR FISIOTERAPEUTAS, MEDICOS, DENTISTAS, ENGENHEIROS ETC).
    (http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080715180318AA7bsml) – SITE ONDE OCORRE O PRECONCEITO.
    UM TAL DE SALDÃO NO MESMO SITE, EM SUA FALTA DE CONHECIMENTO DIZ QUE O FISIOTERAPEUTA TEM QUE SEGUIR A PRESCRIÇÃO DO MEDICO EM SEU TRATAMENTO – MAS UMA INFORMAÇÃO FALSA, SENDO QUE O FISIOTERAPEUTA TEM AUTONOMIA EM PRESCREVER SEU PROPRIO TRATAMENTO, AINADA MAIS PORQUE EXISTEM TECNICAS FISIOTERAPICAS QUE OS MEDICOS DESCONHECEM.
    UMA TAL DE “MITA” AFIRAMA AINADA QUE FISIOTERAPIA NÃO POSSUE DISCIPLINA EM FARMACOLOGIA – OUTRA INFORMAÇÃO FALSA POIS O FISIOTERAPEUTA ESTUDA FARMACOLOGIA NO TERCEIRO ANO. http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N20540
    Assinem: Dilma vete o ato medico no site acima!

  209. Isabella Valentina disse:

    A Fisioterapia pode ser definida como uma ciência aplicada à prevenção e tratamento da saúde por meio de recursos físicos. Sua aplicação necessita do entendimento das estruturas e funções do corpo humano. Ela estuda, diagnostica, previne e trata os distúrbios, entre outros, cinético-funcionais (da biomecânica e funcionalidade humana) decorrentes de alterações de órgãos e sistemas humanos. Além disso, a Fisioterapia estuda os efeitos benéficos dos recursos físicos como o movimento corporal, as irradiações e correntes eletromagnéticas, o ultrassom, entre outros recursos, sobre o organismo humano. É a área de atuação do profissional formado em um curso superior de fisioterapia. O fisioterapeuta é capacitado a avaliar, reavaliar, prescrever (tratamento fisioterapêutico), dar diagnóstico cinético-funcional, prognóstico, intervenção e alta fisioterapêutica.

    É administrada em consultórios, clínicas, centros de reabilitação, asilos, escolas, domicílios, clubes, academias, residências, hospitais, empresas, unidades básicas ou especializadas de saúde, pesquisas, entre outros, tanto por serviços públicos como privados.

    Texto completo no site:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Fisioterapia

  210. Rodrigo Arantes disse:

    Com tanta gente preconceituosa como essa “Doutora”BELLYNHA que escreveu essas besteiras no yahoo respostas com aquesles ingnorantes fica dificil não ter raiva de medico!

    Essa “doutora” tem que receber uma injeção de humildade e boas maneiras! O resto do pessoas tem que se informar para nao falar b&st&ira!!!!

  211. Bel disse:

    Respostas de medicos Incopetentes para pacientes:

    Dr. Paulo Ubiratan, de Porto Alegre, RS, em entrevista a uma TV local, foi questionado sobre vários conselhos que sempre nos são dados…
    Veja abaixo um resumo desta entrevista:

    Pergunta: Exercícios cardiovasculares prolongam a vida, é verdade?
    Resposta: O seu coração foi feito para bater por uma quantidade de vezes e só… não desperdice essas batidas em exercícios. Tudo gasta-se eventualmente. Acelerar seu coração não vai fazer você viver mais: isso é como dizer que você pode prolongar a vida do seu carro dirigindo mais depressa. Quer viver mais? Tire uma soneca !!!

    P: Devo cortar a carne vermelha e comer mais frutas e vegetais?
    R: Você precisa entender a logística da eficiência… .O que a vaca come? Feno e milho. O que é isso? Vegetal. Então um bife nada mais é do que um mecanismo eficiente de colocar vegetais no seu sistema. Precisa de grãos? Coma frango.

    P:Devo reduzir o consumo de álcool?
    R: De jeito nenhum. Vinho é feito de fruta. Brandy é um vinho destilado, o que significa que, eles tiram a água da fruta de modo que vc tire maior proveito dela.
    Cerveja também é feita de grãos. Pode entornar!

    P: Quais são as vantagens de um programa regular de exercícios?
    R: Minha filosofia é: Se não tem dor…tá bom!

    P: Frituras são prejudiciais?
    R: VOCÊ NÃO ESTÁ ME ESCUTANDO?? … Hoje em dia a comida é frita em óleo vegetal. Na verdade ficam impregnadas de óleo vegetal. Como pode mais vegetal ser prejudicial para você?

    P: Flexões ajudam a reduzir a gordura?
    R: Absolutamente não! Exercitar um músculo faz apenas com que ele aumente de tamanho.

    P: Chocolate faz mal?
    R:Tá maluco? Cacau!!!! Outro vegetal!! É uma comida boa pra se ficar feliz !!!

    E lembre-se: A vida não deve ser uma viagem para o túmulo, com a intenção de chegar lá são e salvo, com um corpo atraente e bem preservado.,(boa!)
    Melhor enfiar o pé na jaca – Cerveja em uma mão – tira gosto na outra – muito sexo e um corpo completamente gasto, totalmente usado, gritando: VALEU !!! QUE VIAGEM!!!

    ===========

    P S.: SE CAMINHAR FOSSE SAUDÁVEL O CARTEIRO SERIA IMORTAL…!
    BALEIA NADA O DIA INTEIRO, SÓ COME PEIXE, SÓ BEBE ÁGUA E É GORDA…..!

    LEMBRANDO:
    COELHO CORRE, PULA E VIVE 15 ANOS, TARTARUGA NÃO CORRE NÃO FAZ NADA E
    VIVE 450 ANOS !!!!
    “Se você não encontrar sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo e vá ser feliz!”

  212. Dalila disse:

    Muito bom o seu texto, parabéns estou cursando fisioterapia e agora compreendo melhor o ato médico. Infelizmente alguns maus profissionais querem dominar area da saúde e menosprezar outras profissões pricipalmente a fisioterapia.

  213. Bel disse:

    VAMOS LUTAR CONTRA O PRECONCEITUOSO ATO MEDICO, ELES REALMENTE TEM PRECONCEITOS COM FISIOTERAPEUTAS, NUTRICIONISTAS E NAO TEM O DIREITO DE REBAIXAR ESSES PROFISSIONAIS!

    “DOUTORA” BELLYNHA QUE SE CUIDE!!!

  214. Ivana Rider disse:

    Os medicos são arrogantes, deveriam se tornar uma classe mais humilde – agora! o fato da medicina, assim tão antiga não estar regulamentada é uma vergonha, e querer rebaixar outros profissionais por isso, é mais vergonha ainda!!!!!!

  215. Ivana Rider disse:

    Qui, 01 de Março de 2012 17:40 | | | Fique por dentro da tramitação do PL do Ato Médico que foi aprovado em uma das comissões do senado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)
    O projeto do Ato Médico, que trata do exercício da medicina e envolve demais profissões da área da saúde, foi aprovado no dia 8 de fevereiro, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Porém, o projeto aprovado refere-se ao relatório apresentado pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), que modificou o substitutivo aprovado pela Câmara. O texto deste projeto ainda deve passar pelas comissões de Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS), antes de ir a Plenário. Se aprovado, será encaminhado a Presidente da República para sanção ou veto do Projeto de Lei no total ou em partes.O Presidente do COFFITO, Dr. Roberto Mattar Cepeda, a Comissão de Assuntos Parlamentares (CAP) e o presidente do CREFITO-8, Dr. Abdo Augusto Zeghbi, têm acompanhado o andamento do projeto de lei do Ato Médico. De acordo com o presidente do CREFITO-8, a categoria não é contra a lei do Ato Médico, desde que seja resguardada a autonomia de outras profissões. Zeghbi afirma que o Conselho não é contrário a regulamentação da medicina, mas contra a aprovação de um texto que crie conflitos entre as profissões com conseqüente prejuízo à saúde da população e a equipe multiprofissional. A regulamentação de uma profissão não deve no seu texto envolver a regulamentação de outras profissões como está presente no atual texto do PLS. Leia, abaixo, entrevista concedida pelo presidente do CREFITO-8 a revista Bio Paraná.O artigo mais polêmico é o que se refere ao diagnóstico nosológico, pois com essa redação poderá se interpretar que o diagnóstico nosológico é privativo do médico. Contudo, os diagnósticos fisioterapêutico, terapêutico ocupacional, psicológica, nutricional, entre outras, também envolvem nosologia, ou seja, o estudo da doençauma vez que a doença não se limita ao olhar deum unico profis

  216. wilson disse:

    Presidente do CREFITO-8, Dr Abdo Augusto Zeghbi esclarece em entrevista a tramitação do ATO MÉDICO

    BIOPR: Se aprovado, qual a implicação que o ATO MÉDICO (PL 7.703/2006) trará à Classe dos profissionais da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional?
    Dr Abdo A Zeghbi: Com o texto aprovado pelo Senado Federal e no Substitutivo aprovado pelaCâmara dos Deputados, poderá provocar interpretações equivocadas dos direitos de pleno e autônomo exercício das demais profissões da saúde alcançados ao longo dos anos. Isso representará uma ameaça aos avanços adquiridos pelo trabalho multiprofissional na atenção à saúde, preconizados pelos princípios do SUS.

    BIOPR: Qual parecer do Conselho sobre o Projeto?
    Dr Abdo A Zeghbi: Na forma como está posto no texto do PL, todo o diagnóstico nosológico poderá ser interpretado como privativo do médico, assim como sua respectiva prescrição terapêutica. Algumas profissões da saúde realizam também o diagnóstico nosológico para após traçarem a melhor conduta terapêutica a seguir, não sendo, desta forma, privativo de médico, como posto no projeto. O Conselho não é contrário a regulamentação da medicina, mas sim de se aprovar um texto que evite conflitos de interpretação que fatalmente levaria a uma demanda judicial com conseqüente malefício à saúde da população e a equipe multiprofissional. A regulamentação de uma profissão não deve no seu texto envolver a regulamentação de outras profissões como está presente no atual texto do PLS.

    BIOPR: Quais as implicações que a aprovação traria aos planos de saúde privados e também ao Sistema Único de Saúde (SUS)?
    Dr Abdo A Zeghbi: A centralização da saúde em um único profissional poderia beneficiar os anseios de alguns planos de saúde no sentido de controlar os gastos com os procedimentos ou indicações terapêuticas, podendo gerar dano e risco à saúde do usuário e ameaça aos avanços adquiridos pelo trabalho multiprofissional na atenção à saúde, preconizados pelos princípios do SUS.

  217. Dr. Carlo Briolli disse:

    Nao acho esse artigo ofensivo como algus colegas disseram, esses profissionais estão apenas defendendo suas profissões.

    PS: Sou Medico Neurologista e contra o ato medico.

  218. marconi disse:

    Sou médico e infelizmente, entre outros casos, já recebí paciente com 19 anos de idade com câncer de colo uterino sendo acompanhada por profissional de saúde,NÃO MÉDICO, que simplesmente não foi diligente o suficiente para encaminhá-la ao médico e resolveu acompanhá-la como se médico fosse, a paciente teve consequências lastimáveis devido a patologia ter sido protelada por esse profissional NÃO MÉDICO.
    Motivo esse que seu texto está muito equivocado, percebo que você realmente não tem e provavelmente nunca teve vivência no meio da saúde pública. O ato médico é necessário para que o paciente seja avaliado por médico que será capaz de, se necessário, solicitar exame complementar adequado para diagnóstico e prescrever medicação precisa para o caso, diminuindo assim o tempo e gasto do paciente e do serviço público E, PRINCIPALMENTE, BENEFICIANDO O PACIENTE.
    O que vem acontecendo é que profissionais não médicos (sem generalizar) e sem avaliação conjunta com médico, estão solicitando exames e prescrevendo medicações que não condizem com a patologia do paciente.
    Acho que pode haver a solicitação de exames e prescrição de medicamentos dentro de programas de saúde da familia por profissional não médico, porém SEMPRE com a avaliação e aval do médico.
    O trabalho em equipe é fundamental para o bom diagnóstico e acompanhamento dos pacientes, desde que haja diligência e cada um respeite seus limites sempre no interesse do bem estar do paciente.

  219. miranda roseta disse:

    Infelismente cada um ira manipular as informações que possuem como profissional para defender sua profissão, é facil fazer isso quando se tem conhecimento na area, infelismente a população fica confusa, redigir um texto explicativo que convence “eu estou certo, o outro esta errado e facil”

    Não estou defendendo ninguem especificamente, so estou dizendo que quem escreve o texto mais convincente ganha, estando certo ou errado, não sei quem esta certo ou não, a justiça e o governo tomara a decisão sendo ela boa ou ruim – sou advogada e não profissional da saude, por isso não farei afirmações, serei imparcial, apenas quero dizer que o mais persuasivo convence o leigo!

  220. Felipe disse:

    Depto/Disciplina Créditos Área
    173070 – ADM DE SERVICOS DE SAUDE
    173061 – AMB SAUDE E TRABALHO
    174009 – ANATOMIA MEDICA 1
    174025 – ANATOMIA MEDICA 2
    174050 – BASES DA ANESTESIOLOGIA
    174041 – BASES DA CIRURGIA
    121126 – BIOLOGIA CELULAR
    121878 – BIOQUIMICA E BIOFISICA
    121886 – BIOQUIMICA E BIOFISICA EXPER
    172065 – CLINICA CIRURGICA
    172332 – CLINICA MEDICA – 2
    172324 – CLINICA MEDICA 1
    172201 – DERMATOLOGIA
    172341 – DOEN INFECCIOSAS PARASITARIAS
    171271 – EMBRIOLOGIA HUMANA
    173053 – EPIDEMIOLOGIA GERAL
    123668 – FARMACOLOGIA 1
    123676 – FARMACOLOGIA 2
    174033 – FISIOLOGIA HUMANA 2
    173410 – FUNDAMENTOS DE PSICOPATOLOGIA
    123153 – GENETICA BASICA
    173231 – GINECOLOGIA
    174092 – HISTOLOGIA MEDICA
    171662 – IMUNOLOGIA MEDICA
    173215 – INTRODUCAO A SAUDE PUBLICA
    171140 – MED LEGAL E DEONTOL MEDICA
    121223 – MICROBIOLOGIA BASICA
    173142 – NEONATOLOGIA
    173134 – OBSTETRICIA
    172219 – OFTALMOLOGIA
    172227 – OTORRINOLARINGOLOGIA
    123242 – PARASITOLOGIA
    171051 – PATOLOGIA GERAL
    171077 – PATOLOGIA SISTEMICA
    173100 – PEDIATRIA 1
    173975 – PEDIATRIA CLINICA E CIRURGICA
    173428 – PSICOLOGIA MEDICA
    173258 – PSIQUIATRIA
    173029 – SAUDE E SOCIEDADE 1
    172316 – SEMIOTICA
    172979 – TRAUMATOLOGIA E ORTOPEDIA

    CADEIA: 2 CICLO: 4 ÁREA/ANO: AC DAS DISCIPLINAS A SEGUIR, O ALUNO DEVERÁ CURSAR :

    Depto/Disciplina Créditos Área
    173746 – EST INTERNATO 1 EM MED GERAL OU
    179108 – EST INTERNATO EM GINECO-OBSTET E
    179116 – EST INTERNATO EM PEDIATRIA

    CADEIA: 3 CICLO: 4 ÁREA/ANO: AC DAS DISCIPLINAS A SEGUIR, O ALUNO DEVERÁ CURSAR :

    Depto/Disciplina Créditos Área
    172430 – EST INTERNATO 2 EM MED GERAL OU
    179124 – EST INTERNATO CLINICA MEDICA E
    179132 – EST INTERNATO CIRURGIA

    CADEIA: 6 CICLO: 4 ÁREA/ANO: AC DAS DISCIPLINAS A SEGUIR, O ALUNO DEVERÁ CURSAR :

    Depto/Disciplina Créditos Área
    172481 – FISIOLOGIA HUMANA 1 – TEORIA E
    172499 – FISIOLOGIA HUMANA

  221. Felipe disse:

    174017 – FISIOLOGIA HUMANA 1 OU
    125229 – NEUROFISIOLOGIA MEDICA E
    174076 – FISIOLOGIA MEDICA 1

    CADEIA: 8 CICLO: 4 ÁREA/ANO: AC DAS DISCIPLINAS A SEGUIR, O ALUNO DEVERÁ CURSAR :

    Depto/Disciplina Créditos Área
    179671 – INTERNATO EM MEDICINA SOCIAL E
    172448 – ESTÁGIO EM CLÍNICA MÉDICA OU
    179671 – INTERNATO EM MEDICINA SOCIAL E
    172391 – ESTÁGIO EM CLÍNICA CIRÚRGICA OU
    179671 – INTERNATO EM MEDICINA SOCIAL E
    173291 – EST GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA OU
    179671 – INTERNATO EM MEDICINA SOCIAL E
    173266 – ESTÁGIO EM PEDIATRIA OU
    179671 – INTERNATO EM MEDICINA SOCIAL E
    170020 – ESTÁGIO EM MEDICINA SOCIAL

    + 10 Créditos em DISCIPLINAS OPTATIVAS
    + 400 horas extracurriculares

  222. Felipe disse:

    + Residência, exemplo ACUPUNTURA

    ACUPUNTURA – R1 e R2

    Primeiro ano – R1
    a) Ambulatório de acupuntura: mínimo de 30% da carga horária anual em unidade básica de saúde
    ou ambulatório geral , sendo 10% em dor e 20% em problemas clínicos;
    b) Estágios clínicos obrigatórios: mínimo de 50% da carga horária anual em clínica médica;
    obstetrícia e ginecologia; ortopedia e traumatologia e neurologia;
    c) Cursos obrigatórios: Introdução a Acupuntura, 5% da carga horária anual; etiopatogenia e
    fisiopatologia em acupuntura, 3% da carga horária anual e diagnóstico e tratamento em acupuntura,
    7% da carga horária anual.

    Segundo ano – R2
    a) Unidade de Internação em Clínica Médica 5% da carga horária anual;
    b) Ambulatório de acupuntura, 60% da carga horária anual;
    c) Pronto socorro: 13% da carga horária anual;
    d) Estágio optativo: 7% da carga horária anual em Medicina Física e Reabilitação; Dermatologia;
    Reumatologia; Eletrofisiologia; Otorrinolaringologia e Psiquiatria;
    e) Curso obrigatório: 10% da carga horária anual em acupuntura no tratamento de doenças segundo
    a nosologia ocidental .
    Atividades teóricas complementares da Residência Médica – 10% da carga horária total do
    programa, distribuídos nos 2 (dois) anos de duração do programa.
    Equipamentos e Instalações: agulhas para acupuntura; moxa; ventosa; aparelho para
    eletroacupuntura; biblioteca básica com livros e periódicos e acesso eletrônico a informação; salas
    para atendimento de acupuntura em unidade básica de saúde; ambulatórios; hospitais e pronto
    socorro.

    Graduação (6 anos) + Residencia (mínimo 2 anos) = duração mínima de 8 anos, podendo chegar a 11

    Isso foi uma resposta a amiga Leticia Silva à divulgação do currículo do curso de fisioterapia com o intuito não sei de que… Como simples opinião recomendo que antes de postar bobagens pesquisem mais!!

  223. JULIO disse:

    Sou fisioterapeuta, e eu tambem fiz pos-graduação de 2 anos em acupuntura e estagio ambulatorial, na minha sala havia medicos sendo aluno de professores formados em psicologia, educaçaõ fisica e biologia, nem mesmo essa carga horaria pomposa colocada neste site pelo felipe foi capaz de tornar os medicos os alunos mais brilhantes da sala de aula!

  224. Glauco disse:

    Tudo bem, a leticia silva colocou o grade (não e curriculum, é grade), das materias teoricas da fisioterapia, sem colocar as meterias praticas e complementares. Voce felipe ficou nervoso e colocou a grade do curso de Medicina para tentar mostrar superioridade, e não polpou colocou até a residencia, calma cara fica nerevoso não resolve nada!!!

    Cai entre nos felipe, esse curso de Acupuntura oferecido na graduação de medicina é uma grande @%$#(* , é melhor pos-graduar como acupunturista!!

  225. Ruth Tannus disse:

    Quem quiser atuar na area medica, que va fazer uma faculdade de medicina, fica la 9, 10 anos estudando pra ver o porque desta lei…muito facil fazer um curso tecnico e querer atuar como medico. Estudar nao e facil, esta lei e apenas um direito ja adquirido de todos nos medicos!!!!

  226. Vanessa esber disse:

    Hoje li este artigo e fiquei impressionada em como as pessoas confundem as coisas e perdem a lucidez. NUNCA li ou vi tanta deselegância, totalmente desnecessária para uma exposição sobre seus valores e juízos.
    O Ato Médico não limita ou subjulga nenhuma outra profissão, apenas regulamenta a Medicina. Isto só traz benefícios a todos estabelecendo que faz ,ou pode fazer, o que. Quanto à amamentação,pelo amor de Deus! Chegou até a ser instituído o Título de Hospital Amigo da Criança pela Unicef, cujo principal objetivo está relacionado à amamentação, demonstrando claramente que não se trata de um problema de saúde pública apenas no Brasil.
    Não há culpados diretos pela amamentação não dar certo. O que ocorre , na maioria das vezes, é que a mãe entra em exaustão completa, complica com mastites e não SUPORTA amamentar. Essa é a triste realidade do fato. Ou agora, se o pediatra mandar tomar sicuta a mãe vai tomar ???. Por favor!
    Se deseja amamentar, se é a mãe que tem o leite, se pode buscar o banco de leite, se o bebê é dela, e essa for a sua opção, AMAMENTE! Não precisa pedir licença , nem autorização para ninguém. Toda propaganda do Ministério da Saúde está voltada para estimular a amamentação, e esse problema de desmame precoce não ocorre entre pessoas mais simples pois não há dinheiro neste meio para comprar leite complementar. Esse é um problema de pessoas socialmente eletizadas. O aleitamento materno depende muito mais do equilíbrio emoconal da mãe, do vínculo afetivo que ela desenvolve com o filho, mas a maioriadas mamães eletizadas estão mais preocupadas em retornar ao peso inicial do que amamentar seus bebês, querem ir logo para academia cultuar seus corpos… Isso gera o desmame e não achupeta ou o pediatra. Quantos d enós chupamos a chupeta e mamamos ao peito ? Quase todos, ainda não havia leite artifical em abundância.
    Observação final : não há nada de errado com o Ato Médico, e assim como médicos não interferiram nas demais profissões citadas, tam

  227. Vanessa Esber disse:

    Queria saber por qual motivo os médicos deveriam ser. “os alunos mais brilhantes da sala de acunpuntura ” ?
    Médicos são pessoas qualificadas para Medicina , treinadas em áreas específicas. Se estavam em treinamento na disciplina não há obrigatoriedade alguma em serem BRILHANTES, se o fossem lá não necessitariam estar !!! É a lógica .

  228. Renato disse:

    Sou totalmente a favor do ato medico sim, estas áreas adjacentes são os que não conseguiram passar em medicina, seria a mesma coisa se dentro do direito tivéssemos o profissional formado em direito penal, sem curso o bacharelado em direito, seriam aberrações, sim o ato medico.

    Parabéns a classe medica, vocês são unidos e merecedores desta conquista.

  229. Rosi disse:

    gostaria de lembrar que quem vai a um ginecologista são mulheres, quem vai a um obstetra são mulheres e quem vai a um pediatra geralmente são mães. Então por que tantos comentários feitos por homens que são “médicos lógico” justificando os absurdos cometidos por esses “profissionais”. queridos o mundo mudou, os séculos passaram e não estamos mais na era de socrates, platão ou freud. É incrível como a medicina ainda quer ser detentora de todo saber em pleno século XXI. Não basta tantos pessoas morrerem por negligência de uma área que diz saber de tudo e sempre ser o ultimo a chegar em um acontecimento e ainda numa tarde da ficha número 1 a ficha número 100000… nem sequer olhar para cara do ser humano e ainda ter a coragem de dizer que câncer de estômago pode ser verme. Devemos saber o que os pacientes, doentes, clientes ou outro termos que se queira tratar aqueles que sofrem acham dessa desumanização em postos de saúde. somos nós pessoas atendidas, mulheres gestantes, mães, homens, idosos, crianças, pais, sim todos nós sabemos o que realmente sentimos quando alguém falo: Você tem que ir ao médico.É precário nosso atendimento, uma tortura, desumanização…

  230. Lauro disse:

    Prezada Cláudia,
    Você se destaca como formadora de opiniões. Contudo, infelizmente, muitas pessoas que leem seus artigos são ignorantes e desprovidas de juízo crítico. Destarte, sugiro que você adquira conhecimentos BÁSICOS EM EPIDEMIOLOGIA a fim de evitar manifestação de opiniões extremamante equivocadas, que por sua vez são assimiladas e expandidas pelos infelizes leitores ignorantes.
    Fato é: utilizar-se de um artigo com “n” amostral de 12 pessoas, ainda mais com centenas de vieses (amostra, interesse…), para convencer leitores de uma opinião é no mínimo trágico. Mesmo que seja uma pesquisa qualitativa.

  231. hiran carvalho disse:

    ATO MÉDICO: Num país imenso, cheio de zonas rurais e urbanas onde não há médicos, nem dinheiro para consulta, até mesmo a falta de indicação de um antitérmico ou um hidratante pode por em risco de vida milhões de crianças e idosos com febre alta ou disenteria. Além disso, poderá inviabilizar os tratamentos com produtos naturais, inclusive acupuntura, usados e admitidos em todo o mundo, bem como trazer a extinção paulatina e catastrófica das 13 categorias de profissionais da saúde.

  232. Thiago disse:

    Para o uso de antitérmicos ou hidratantes não se necessita de prescrição médica.
    Os produtos “naturais” para uso em saúde têm sua utilização regulada pela ANVISA.
    Embora seja do interesse dos médicos que a acupuntura se torne atividade exclusiva da medicina, esse assunto não será definido neste projeto de Lei (PL do “ato médico”), mas sim em outros três projetos de Lei que tramitam no congresso nacional e que, portanto serão leis posteriores e com capacidade de revogarem disposições em contrário.
    Quanto a “extinção” de outras profissões, penso ser um exagero sem fundamentação alguma, afinal as profissões estão muito bem regulamentadas no país e já contam com sólida incorporação na sociedade através do sistema de saúde brasileiro. O que pode e deverá acontecer é uma limitação da expansão dessas profissões no campo que virá a ser demarcado como privativo dos médicos.

  233. Gabriel disse:

    Seu texto é vergonhosamente inverídico e preconceituoso…

  234. Thiago disse:

    Parabéns à comissão de educação pelo importante, embora vagaroso, passo rumo à regulamentação da atividade médica (aprovado na CE o PL do “ato médico”). Esse processo, que se arrasta há mais de uma década, está envolvido por uma cortina de mitos e interesses corporativos que em muito superam o já demonizado “corporativismo médico”. Tal projeto é visto por profissionais não médicos (ou suas entidades representativas) como uma excelente oportunidade de repactuação de prerrogativas profissionais e, por isso utilizam todas as suas “armas” para ampliar o espectro de suas atividades, mesmo que para isso tenham que descaracterizar uma das mais belas e antigas profissões do mundo, a medicina. Agradeço aos senadores que votaram pela aprovação do projeto e suplico que defendam a medicina, que tanto lutou e luta pela saúde humana em todas as suas facetas. Não permitam que grupos corporativos que visam unicamente a ampliação de seus lucros e se escondem atrás de falsos discursos, pregando ideologias antimédicas, consigam ferir mortalmente aquela que foi a mãe de muitas das outras profissões de saúde, a medicina.

  235. victor silva disse:

    Victor (eu),

    sou estudante de Nutrição e estou abismado com os textos que li. Antes de cursar Nutrição (estou quase formando), cursei farmácia até o sétimo semestre. Assim, tenho a visão de duas áreas. A área de saúde é uma apenas, as divisões são necessárias, e todos os profissionais são importantes. Ninguém consegue saber de tudo, inclusive os médicos. Por isso, existem as especialidades. O que precisamos pensar é no coletivo e não, apenas, em nossas particularidades. Li muitos textos, por aqui, e conclui que o “Ato Médico” é arbitrário. Não sou contra a regulamentação, mas acredito que a mesma DEVE considerar o que já está regulamentado nas demais profissões da área de saúde. Eu como futuro Nutricionista posso prescrever/ indicar um fitoterápico (que não seja de prescrição médica, como a Valeriana), por exemplo, mas tenho que ter competência para isso, ou seja, preciso fazer uma especialização. E eu, particularmente, não teria o menor problema em consultar um farmacêutico para saber qual seria a melhor formulação ou forma farmacêutica de um suplemento com um “mix” de micronutrientes. Ou consultar um medico também. Precisamos uns dos outros. Não posso prescrever medicamentos e nem suplementos que ultrapassem as “RDAs” que são as recomendações diárias. Sigo isso a risca. Nós vemos isso na universidade. O profissional não-médico que prescreve medicação/ está errado e deve ser punido por isso. A não ser que ele tenha respaldo na lei, a exemplo dos enfermeiros que podem prescrever alguns. Vocês médic@s alegam que os outros profissionais querem atuar como médicos, mas isso é inverídico. As reivindicações que li aqui de outros profissionais tratam de garantir o que já está regulamentado por seus respectivos conselhos e regulamentos. Centrar a saúde e os cuidados do paciente no médico é um erro brutal, pois, além de sobrecarregá-lo, exigirá conhecimentos que este último não domina. A exemplo de interação nutriente-fármacos ou aplicação de inquérito alimentar (cont)

  236. victor silva disse:

    Victor (eu),

    (cont.).. e só citei alguns exemplos de conhecimentos comuns que o Nutricionista deve saber. O Nutricionista faz diagnóstico de obesidade (que hoje é considerada uma doença), ou seja, patologia, baseado nos indicadores nutricionais, como à antropometria e à semiologia nutricional. Com a aprovação do “Ato médico” teoricamente, não poderíamos mais fazer esse diagnóstico. Aí, que vocês médic@s devem entender a complexidade da aprovação deste documento. O Nutricionista sempre fez diagnóstico de obesidade, isso já está regulamentado. A luta não é contra os médicos, e sim, contra a arbitrariedade desse documento e as consequências que ele causará. Além disso, quantos médicos prescrevem dietas? Principalmente, os pediatras. Nós estudamos TODA a composição do leite materno, do leite de vaca, das fórmulas infantis, a presença de proteínas alergênicas, etc.. Temos competência pra fazer a prescrição dietética e dietoterápica. O que precisamos lutar é para a melhora do SUS, dos nossos salários, da diminuição da carga horária a qual é exaustiva. Isso sim é luta digna, pois com menor carga de trabalho e melhor salários, não precisaremos trabalhar em três empregos. O usuário/ paciente só ganha com isso nós também. O texto desse Ato médico precisa ser revisto, rediscutido e refeito, principalmente, nos tópicos polêmico. Não observei aqui, nenhum fonoaudiólogo, farmacêutico e cia exigindo o direito de prescrever medicação ou realizar cirurgia, muito pelo contrário. Vocês alegam que a lei do Ato médico precisa ser aprovada, pois muitos exercem ilegalmente a medicina. Não tem sentido. Não existe fiscalização! Podem fazer a melhor lei do mundo! E, hoje, mesmo sem o Ato médico, o indivíduo que exerce ilegalmente a medicina é punido, quando descoberto é claro. Então isso não constitui a desculpa principal. Aí que entram as desconfianças quanto às questões mercadológicas, como não desconfiar?!? Abraços a todos, e pelo amor de Deus, vamos ser mais educados nas respostas..

  237. victor silva disse:

    Só corrigindo, a Valeriana é de prescrição médica, pois possui ação no sistema nervoso. Pronto, o Nut. pode prescrever/ indicar um extrato seco de passiflora.. ou uma infusão de folha de camomila, etc…

  238. Thiago disse:

    Caro Victor:
    Analisei seu comentário com muito zelo e pretendo discutir alguns pontos:
    Quando vc diz: “O que precisamos pensar é no coletivo e não, apenas, em nossas particularidades”, eu fico feliz e compartilho dessa preocupação com o coletivo (dedico minha vida a isso) entendendo que o coletivo se refere à sociedade brasileira e não ao conjunto dos outros profissionais de saúde. Nessa sua mesma frase, vc diz que precisamos pensar também nas particularidades (“e não, apenas,…”. E é em defesa dessa particularidade, ou seja, da essência da medicina, que o PL do ato médico define atribuições privativas ao médico, evitando a descaracterização da profissão.
    Quando vc diz: “Não sou contra a regulamentação, mas acredito que a mesma DEVE considerar o que já está regulamentado nas demais profissões da área de saúde”, eu entendo sua preocupação, e isso foi defendido pelas entidades representativas dos profissionais não-médicos ao longo da tramitação do PL, resultando em modificações no texto que protegem o que já está regulamentado. Porém, o que “já está regulamentado”, é o que consta em LEI, e não nas inúmeras resoluções dos demais conselhos profissionais, já amplamente questionadas pelo CFM à época da edição das mesmas, porém uma resolução do CFM não revoga uma resolução de outro conselho, resultando em inúmeras ações judiciais com longos períodos de tramitação, permitindo o avanço gradual de muitos profissionais não médicos no campo prático e teórico da medicina.
    Em relação a:
    “Centrar a saúde e os cuidados do paciente no médico é um erro brutal, pois, além de sobrecarregá-lo, exigirá conhecimentos que este último não domina”. Eu diria que os cuidados em saúde há muito tempo é centrado na figura do médico, e não é por acaso, a medicina é a profissão mais antiga, muitas das outras profissões brotaram de ramificações da medicina, posso citar exemplos:

  239. Thiago disse:

    (cont…)
    - A enfermagem, como ciência – dita “enfermagem moderna”, nasceu durante/após a guerra da Crimeia, quando a figura de Florence Nightingale, que se destacou no cuidado e vigilância aos feridos de guerra, inclusive com uso de uma lamparina (símbolo da enfermagem) para vigilância noturna dos feridos, incentivou a criação da primeira faculdade de enfermagem. Todos os professores éram médicos e ensinaram apenas o que, na visão deles, poderia ser compartilhado ou delegado. O tempo passou e a enfermagem cresceu em complexidade administrativa (com enfermeiros e técnicos/auxiliares de enfermagem) mas o crescimento científico sempre esteve contido no campo médico. Não há nenhuma área do conhecimento sobre a qual a enfermagem possa reclamar exclusividade em relação à medicina. A única coisa verdadeiramente exclusiva da enfermagem é a chefia da equipe/serviço de enfermagem. Nesse sentido a enfermagem apenas compartilha alguns conhecimentos com a medicina. É um típico exemplo (o melhor exemplo, aliás) de uma profissão paramédica (no sentido de que atua dando suporte ao exercício pleno da medicina. Mantenho o termo “paramédico” porque não vejo nenhuma desonra em ajudar o médico no atendimento ao paciente, embora saiba que algumas pessoas não gostam desse vocábulo).
    -A fisioterapia (que em essência é uma modalidade terapêutica que utiliza recursos físicos visando reabilitação) nasceu na medicina. Quando as primeiras faculdades de medicina foram criadas no Brasil, com a vinda da família real portuguesa, os médicos de então já utilizavam recursos fisioterápicos ( “eletricidade médica”, “hidroterapia”, e outros termos). Muitos médicos dedicavam suas vidas à reabilitação de enfermos, e instituíam fisioterapia. Após a segunda guerra mundial, os chamados médicos de reabilitação, visando estender o tratamento fisioterápico a um maior número de pacientes, criam o curso técnico em fisioterapia. Tais profissionais executavam terapias prescritas por médicos. (cont…)

  240. Thiago disse:

    (cont…)
    Surgiu, então, o curso superior de fisioterapia, que, apesar do novo status, manteve em sua Lei regulamentadora a essência de sua função enquanto área técnica, ou seja, a de executar procedimentos fisioterápicos (dou ênfase ao verbo “executar”). Todo o “crescimento” da fisioterapia nos últimos anos ocorreu às custas de avanços sobre a área médica. A própria fisioterapia existe na área médica, e apesar do absurdo (tendo em vista a origem da fisioterapia) de a Lei colocar como privativo do fisioterapeuta a execução de técnicas fisioterápicas, já existe um acórdão do STF (e, portanto, com força de Lei) que considera o médico possuidor do direito de prescrever e executar a fisioterapia, pois o “todo” detém o conhecimento da “parte”, usando os termos do referido acórdão. Não há, portanto, nenhuma área de conhecimento sobre a qual a fisioterapia possa reclamar exclusividade em relação à medicina (falo em termos de profissão, e não de profissionais específicos). Sendo assim, o PL do ato médico (como se encontra no momento) até ajuda a fisioterapia a ampliar suas prerrogativas profissionais, assegurando-lhes participação no suporte ventilatório e compartilhando o diagnóstico funcional e cinésio-funcional, já que a Lei não discorria claramente sobre esses temas. Portanto, as entidades representativas da fisioterapia não possuem respaldo legal, histórico e moral para dizerem que o PL do ato médico “invade” a área da fisioterapia, pois o que se dá é exatamente o contrário.
    - Em relação à nutrição, a mesma surge como ciência no século XX. E surge dentro da medicina. Médicos como Pedro Escudero, preocupados com as diversas relações entre alimentos e pessoas, criaram uma série de centros e institutos de pesquisa para o estudo nutricional. Esses médicos, dedicados à nutrição, éram chamados de nutrólogos ou nutricionistas. No Brasil, os médicos nutricionistas/nutrólogos incentivaram o surgimento de profissionais, inicialmente de nível técnico, chamados de dietistas..

  241. Thiago disse:

    (cont…)
    Porém, diante da importância de diversos programas políticos de segurança alimentar e nutrição no Brasil e no mundo, os profissionais, até então técnicos em dietética e nutrição, adquiriram o status de profissional de nível universitário. Esse profissional agregou uma série de conhecimentos que extrapolam o campo prático da medicina, permitindo aos atuais nutricionistas a atuação em serviços externos à área de saúde. Em alguns países, o “nutricionista” não surgiu no campo da saúde. Mas, parte da nutrição é comum à medicina, em termos de campo de saber. Existe, porém, um absurdo (novamente, em termos históricos) na Lei que regulamenta a nutrição, que é a colocação da prescrição de dietas como atividade exclusiva do nutricionista. Esse absurdo foi resolvido, aparentemente, através de consensos entre os conselhos, evitando-se uma demanda judicial. Esses consensos criaram definições paralelas (prescrição dietética e prescrição dietoterápica) que permitiriam um “bom convívio profissional”, além de assegurar a atuação da pediatria no campo.
    Quero também dizer, sem medo de errar, que todo e qualquer tema relacionado ao amplo processo saúde-doença que envolve o homem e a humanidade está dentro do campo da medicina enquanto profissão, sendo seus profissionais especializados nos mais diferentes ramos do conhecimento em saúde, sobrepondo-se a outros profissionais em algumas áreas do campo saúde. Outros profissionais não-médicos como biólogos e educadores físicos possuem núcleos de saber distintos da medicina, mas compartilham conhecimentos em suas interfaces, não podendo excluir a medicina nessas interseções. E é por essa amplitude de conhecimento que a medicina está no centro da atenção em saúde aos indivíduos.

  242. Thiago disse:

    (cont…)
    Então, por ser a profissão mais antiga, de conhecimento mais amplo, mãe de muitas das outras profissões de saúde, a medicina está no centro da atenção em saúde. E nas ações em saúde que demandarem verdadeiramente a participação da medicina, estará o médico na posição de líder da equipe multiprofissional. E não há desonra em atuar em equipe, sob liderança do médico. Não há hierarquia profissional, todas as profissões conquistaram importância, mas há em muitos ambientes de atenção em saúde (noutros não) uma hierarquia funcional, que coloca o médico na nobre posição de liderança e que conta com a brilhante atuação de diversos profissionais que naquele momento atuam como paramédicos em prol da vida e da saúde de uma pessoa.

  243. victor silva disse:

    Thiago,

    ninguém pretende aqui desmerecer a importância da medicina e nem o tempo de sua existência. Todos precisam ir ao médico. Contudo, novas profissões surgem/vão surgir sempre, as demandas aumentaram muito e nossa sociedade se torna mais complexa o tempo inteiro. Eu entendo que vocês devem defender o que é de vocês, mas segundo o que já li, incluindo o “Ato médico”, vocês vão se sobrepor aos outros profissionais sim. Essa ambição está óbvia na primeira versão do texto. As alterações foram feitas porque os demais profissionais se manifestaram. Quanto a prescrição de dietas por médicos, acho um contra-senso, uma vez que existe o profissional capacitado para isso. Você já assistiu o programa Bem estar da rede globo, pois é! É nesse nível que quero chegar. Põem médicos para falar de alimentação, falam muitas coisas erradas e o PIOR, esses médicos aceitaram/ toparam fazer isso! Por que um desses médicos não solicitou que fosse melhor que um Nutricionista falasse no programa.. Imagine então, se um Nutricionista fosse chamado, pelo bem estar, para falar sobre disgnóstico de câncer de mama ou de estômago – Dá no mesmo, Né!?! Pimenta no outro do outro é refresco. Mesmo tendo milhões de anos, a medicina não devem ultrapassar as atribuições dos outros profissionais. Agora se alguns médicos já fazem isso sem o Ato médico, imagine com a aprovação. E esse negócio de que a qualidade do atendimento vai melhorar é balela, pois depende de questões macro.. Mesmo com o ato médico, os melhores médicos continuarão atendendo os que melhores podem pagar – estamos em uma sociedade capitalista.. e isso ocorre em todas as áreas.

  244. Thiago disse:

    Caro Victor:
    Espero que tenha lido todo o meu comentário, e se assim o fez, obrigado. Não pretendo convencê-lo, mas gostaria de destacar elementos de seu comentário que me parecem equivocados e outros interessantes.
    Quando vc diz: “Todos precisam ir ao médico” (reconhecendo a importância da medicina), vc vai de encontro ao que algumas das entidades não-médicas defendem, principalmente os conselhos de psicologia e fisioterapia, que pregam um modelo de atenção em que uma pessoa, ao se sentir doente, possa procurar qualquer profissional de saúde para a realização do diagnóstico da DOENÇA, e que, nesse sentido, acusam o PL do ato médico como sendo uma forma de reserva de mercado (que de fato o é, assim como toda lei de regulamentação de atividade profissional) e um medo dos médicos da livre concorrência, por “incapacidade” dos mesmos. A livre concorrência é um termo que se refere à concorrência entre profissionais/empresas de um mesmo nicho/atividade econômica, seguindo as “leis” de mercado e subentendendo-se que todos os membros da “livre concorrência” podem fazer as mesmas coisas. Tal concorrência pode existir, e até existe, nas chamadas interfaces entre a medicina e outras áreas. Ex: Psiquiatria e psicologia, Fisiatria e fisioterapia, Nutrologia e nutrição clínica, médico patologista clínico e biomédicos / farmacêuticos / biólogos especializados, mas a essência da medicina prática (o diagnóstico das doenças e a prescrição do tratamento das mesmas) não é compartilhada, não existindo, portanto, possibilidade de concorrência nesse ponto. Somente haverá concorrência no diagnóstico de doenças se tal diagnóstico passar a ser compartilhado com outras profissões, que é o que algumas das entidades não médicas defendem, mesmo que isso signifique a descaracterização da medicina enquanto profissão, pois se todos podem atuar como médicos, então médicos não mais existirão. E por isso defendo a preservação da essência da medicina através do Art 4º inciso I.

  245. Thiago disse:

    (cont..)
    Não assisti ainda esse programa (bem estar), mas o conheço, sei que é um programa bem popular. Com relação a possibilidade de médicos falarem sobre a relação de alimentos e processo saúde-doença, não vejo nada de anormal, afinal, como expliquei em outro comentário, a nutrição clínica nasceu na medicina, e nada impede que um médico possa dedicar sua vida profissional a esse campo do saber. Os médicos nutrólogos fazem dessa dedicação um ofício. E muitos outros médicos não-nutrólogos podem intensificar seus estudos nessa área. A medicina é polivalente, permitindo a seus membros o alcance profissional em qualquer área do saber em saúde, a não ser que uma lei o limite, como tantas leis que regulamentam profissões não-médicas já o fazem, criando reservas de mercado para elas.
    Já o contrário, nutricionista falar sobre câncer de mama em termos que fujam da esfera nutricional é um absurdo, pois a nutrição já nasceu especializada, não possui a polivalência da medicina.
    Em relação ao fato de médicos falarem “coisas erradas” na TV, acho que os profissionais devem se ater ao assunto que dominam, sob pena de cometerem erros, mas isso vai depender de um juízo pessoal e não significa que na medicina não exista um médico que saiba tanto ou mais de nutrição clínica que um nutricionista, pois de fato nós dois sabemos que existe.

  246. Thiago disse:

    (cont…)
    Não acho que o PL terá grande impacto no atendimento, nem para melhor, nem para pior. Mas tenho certeza que melhorará as relações interprofissionais, deixando claras as devidas atribuições e permitindo ao ministério da saúde a regulamentação do trabalho em saúde de forma explícita, com embasamento técnico e não por favorecimentos políticos a um ou a outro.

  247. victor silva disse:

    Thiago,

    mais uma vez você “mostrou” que o médico “tudo pode”, em detrimento dos demais (independentemente desses últimos aprovarem ou não) e, confirmou, o caráter mercadológico da proposta – reserva de mercado. Essa estória que originou profissão assim ou assado, não convence e não justifica invadir a “ossada” do outro profissional. Existem várias profissões que originaram outras e nem por isso, há tamanha extrapolação de atribuições. E os demais profissionais aqui, não querem ser médicos, ou fazer diagnóstico nosológico, contudo desejam que aquilo que já fazem, com esmero, seja mantido. Isto é, aquilo que já era/é regulamentado para eles, por seus respectivos conselhos, regimentos, etc. O Ato méd. regulamentará uma profissão, desregulamentando a de outros. Se não fosse assim, não haveria tanta polêmica e restrição dos demais profissionais quanto a esse proposta. Mas, enfim, seja o que Deus quiser. Levando em consideração o poder político que a classe médica tem, provavelmente, esse “Ato” será aprovado. Não só pelo poder político, como econômico-financeiro. O conselho de vocês é forte e influente e, mesmo tendo muitos médicos na política, a saúde pública continua..*#$. Para minha felicidade seguirei carreira acadêmica e não terei que “passar” por situações que outros já passam cotidianamente – desde subordinação a humilhações. Claro que existem bons profissionais, principalmente que respeitam e valorizam as áreas de atuação dos demais, mas são minoria. Tenho excelentes colegas os quais fazem medicina e, mesmo assim, são contra o Ato médico. Vivemos em sociedade, as pessoas não são iguais e nunca vão ser. Sou contra esta proposta por essas questões aí postas e outras. E fico feliz por ter minha opinião. Espero que você que tanto defende o Ato médico seja um desses profissionais que citei, o qual respeita o espaço do outro. Eu jamais, como futuro nutricionista, prescreveria medicação para alguém, mesmo com ou sem Ato médico. Não é o Ato médico que vai inibir isso.

  248. Thiago disse:

    Victor,
    Como disse, não tenho a pretensão de convencê-lo, afinal acho importante que vc defenda a sua opinião. Temos, apenas, uma discordância sobre esse tema, e toda divergência é saudável.
    Espero que vc tenha sucesso em suas aspirações profissionais e, no caso do PL do Ato médico, o TEMPO, pai da verdade e carrasco da mentira, mostrará qual interpretação está correta.

  249. estevao disse:

    Olha passei 29 anos estudando todo dia de 7 as 23 horas para ser médico e não vou deixar ninguem tomar o meu lugar achando que são médicos também, cada um fique no seu quadrado ou então vão estudar mais alguns anos.

  250. Bruno disse:

    O caminho para encontrar a verdade e, dessa forma, aprender a não se utilizar de discursos falsos, eivados de mentiras camufladas por um discurso politicamente correto, para justificar os seus desejos não concretizados por desistências ou incapacidades frutos dos mais variados motivos, eu sinceramente não posso ensinar a ninguém. Resta-me encorajá-los a seguir o caminho da força de vontade, do estudo, da dedicação, do cientificismo. Nessa linha, vocês conseguirão atingir o sucesso profissional sem se utilizar de técnicas e práticas do charlatanismo. Novamente: lutem, estudem, caminhem… um dia colherão o fruto do seu próprio suor, independentemente da sua profissão, seja médico, enfermeiro, fono, fisio, TO…

  251. Jonathan Ribeiro disse:

    Envergonham-se todos os médicos-éticos? Isso deveria estar no começo do artigo, porque aí eu já parava de ler dali.

  252. Cesar Oliveira disse:

    Claudia, embora eu seja a favor do Ato Médico, tenho muitas ressalvas quanto a essa lei. Nas comunidades médicas sou constantemente acusado de ser “anti médico”, pelos questionamentos que faço ao Ato Médico. Você fez uma crítica até certo ponto muito bem feita ao Projeto de Lei, e tocou em pontos muito pertinentes, como o narcisismo e a falsa esperança de reserva de mercado que move alguns médicos nessa luta, a desvalorização dos profissionais de saúde não médicos e da atenção multiprofissional. Mas acho que você teve uma visão um tanto quanto maniqueísta ao dizer que médico ético é contra e antiético é a favor. Achei um exagero. O Ato Médico também tem objetivos que trarão enormes benefícios à população, e o principal deles seria a proteção da população contra diagnósticos e tratamentos inadequados feitos por profissionais não habilitados. Claro que existem maus médicos, que deverão responder e ser punidos pelos erros, mas isso seria um outro tema de discussão, que vai desde a formação médica passando fiscalização e punição pelos Conselhos Regionais de Medicina. Outro ponto importante do Ato Médico seria a definição legal das atribuições de cada Agente de Saúde (Médicos, Enfermeiros, Nutricionistas, Psicólogos, etc) e colocando o médico como o líder à frente dessas equipes, já que é o médico o profissional que possui a formação mais abrangente entre todos os profissionais de saúde. Portanto, embora eu tenha algumas questões mal resolvidas ao Ato Médico, e tenha algumas sérias reservas em relação ao PL e às intenções de algumas lideranças, pelos motivos citados eu não posso ser contra o Ato Médico. E pode ter certeza de que não sou anti-ético.

  253. Guilherme disse:

    Thiago, parabéns pelos seus comentários. O Ato Médico é necessário e não irá atrapalhar em nada a atuação profissional de nenhum fisioterapeuta ou psicologo (os que mais têm medo da lei aprovada), além de tudo é necessário uma maior fiscalização por parte do Governo para esse grande número de escolas médicas e também de profissões paramédicas que estão sendo abertas, pois isso sim é um problema sério e atinge diretamente a formação dos profissionais e o nível salarial dos mesmos, e isso sim tem um efeito ruim sobre qualquer prática profissional. Sou estudante de medicina e totalmente a favor do Ato Médico, estudo na UFMG, a maior escola de Medicina do Brasil, com 320 novos alunos por ano, a maioria das pessoas que conheço é a favor do Ato Médico. Sou contra é o sucateamento da saúde e a abertura desregrada de escolas, tando médicas quanto de profissões como fisioterapia e psicologia, pois há muitas escolas particulares sendo abertas sem aparato nenhum para o ensino de bons profissionais, e esses estudantes, dessas escolas são os mais contrários ao Ato Médico. Fora isso, quem tem alguma “dor de cotovelo” que volte para um cursinho pré-vestibular e se prepare para ser médico, isso não é vergonha nenhuma, vergonha é não correr atrás de nossos sonhos e viver uma vida medíocre baseada em atirar pedras nos outros.

  254. Naposi Napo disse:

    Quanto preconceito e desinformação! Vc gostaria de ter seu medico recebendo ordens TECNICAS, como do que deve enacaminhar para hospitais, ou que exames pode solicitar, toda essa orientação TECNICA por um não médico? Esse é a grande normatização !!! Texto amargo, rancoroso, vingativo, mentiroso e de pessima qualidade!

  255. Joao paulo disse:

    Foi falado sobre varios proficionais mas quanto ao optometriata que tem sua funçao totalmente distinta do oftalmologista podendo perfeitamente trabalhar em armonia e no entanto e marginalizado,isso nao e reserva de mercado?

    Por

  256. Joao paulo disse:

    Quanto ao optometrista e

  257. José de Que disse:

    Sugiro mudar o nome de Biomedicina para Tecnologia em Análises Clínicas

  258. Químico e Médico pela UFMG disse:

    Se continuar com essa briga boba, não vai demorar muito voltará como era antes: teremos dua profissões na área da saúde e suas tecnologias, MEDICINA e suas especialidades e QUIMICA e suas habilitações; aliás ambas são suficientes.
    Análises Clínicas, Radilologia, Estética, Bioquímica, Farmácia, Patologia Clínica etc. tudo é química aplicada, não é?

  259. Luciana disse:

    Quero só ver os Conselhos de Medicina darem conta de tanto corporativismo a partir de agora, pq se já tinha muito médico açougueiro, a coisa agora só vai piorar. O caso mais recentemente ocorrido, o da garotinha de 10 anos que morreu baleada, tendo socorro negado pelo Neurocirurgião que deveria estar de plantão no hospital,e no entanto faltou com o juramento feito lá atrás quando se formou. O médico (que na minha visão é tb tão assassino quanto o traficante que efetuou o disparo),alega que não fazia plantões há pelo menos 1 mês, por não concordar com a escala de trabalho acertada no hospital. Mas aposto que os salários caíram na conta! E não interessa se avisou ou não! Se não concordava com a escala de trabalho, pedisse demissão. Os profissionais que tem alguma dignidade agem dessa forma. Ouvi hoje que esse cara será indiciado! Só que ele tem que apodrecer na cadeia, junto com o traficante que deu o tiro!

  260. Thiago disse:

    Luciana, Em resposta a “se já tinha muito médico açougueiro, a coisa agora só vai piorar”

    Não seja injusta com uma profissão tão bela e importante para a história humana como a medicina. A medicina não prega o descaso, não ensina atos anti-éticos, não se associa ao errado, não privilegia. A profissão é muito maior do que meia dúzia de corruptos, egoístas, acomodados e descompromissados que parasitam tão digna profissão, e, como portadores de “diploma de medicina” prejudicam aquela que contribui e tanto contribuiu para o crescimento humano. Posso citar inúmeros médicos exemplares, e sei que vc também pode, que dedicam suas vidas em prol da pessoa humana. Nos últimos 30 anos a medicina vem sendo covardemente atacada por declarações e atos irresponsáveis que partem de diversos setores da sociedade (setores da imprensa, conselho federal de psicologia – uma instituição vergonhosa por sinal, setores do poder executivo federal-notadamente o ministério da educação, e outros) interessados na descaracterização dessa arte e ciência. Não seja mão-de-obra manipulada, respeite a medicina, porque pessoas mal intencionadas existem, infelizmente, em todo lugar. Não seja mais uma.

  261. EDINA G MACHADO disse:

    CADA MACACO NO SEU GALHO, MAS SE FOR MACACO GORDO VAI QUEBRAR
    SOU MEDICA COM VARIAS ESPECIALIZAÇÃO INCLUSIVE COMO MEDICA DA FAMILIA , TD HAVER COM EQUIPE.

    DIGA SIM AO ATO MEDICO .

    DEPOIS EU EXPLICO MAIS SOBRE O ASSUNTO AOS LEIGOS

  262. Gerson Pinho disse:

    Não sou de meias palavras e na verdade gosto mesmo é de ir direto ao assunto!
    Sou Psicólogo e atuo em instituição pública de saúde. Desde a minha formação vivo situações das mais constrangedores decorrentes de atitudes desmedidas, incoerentes e irresponsáveis advindas de Profissionais Médicos.
    As últimos foram: Profissional Médico Neurologista (salário de R$ 8.500,00, 20 horas/jornada de trabalho), atendia a 20 pacientes em, aproximadamente 20 minutos, por que precisar sair urgente para atender no hospital particular, seu principal exame: Raio X. A mãe de um paciente (criança com TDAH) disse: “Gerson, ele levantou o Raio X próximo a luz e disse: é, seu filho sofre de ansiedade!” (segundo informações da mãe do paciente). Ela recorreu a MP e a promotoria junto a Vara Infância requisitaram esclarecimentos deste médico sobre o uso do “Raio X” para o diagnóstico de AVE, Alzheimer e outros neuropatias. Ridículo!!!
    Outros caso, na mesma Instituição: Profissional Médico Neuropsiquiátra, (salário R$10.340,00, 20 horas/jornada de trabalho). Um ótimo Profissional, boa escuta, boa habilidade disgnóstica, contudo, é uma auxiliar administrativa que preenche os prontuários, as receitas, assina e carimba, ou seja, atende o paciente. Recentemente, este profissional que também atende como Psiquiatra em um CAPS da mesma cidade, indignou-se por esta assistente administrativa não poder ficar no consultório para “assistir” ao atendimento porque a paciente solicitou seu Direito ao sigilo. Esta paciente, faz acompanhamento para Reabilitação Neuropsicológica comigo em decorrência de um AVE Hemorrágico. Foi-lhe encaminhado por mim a este Profissional para cuidar de uma Depressão Secundária as sequelas do AVE.
    Respeito alguns médicos que conheço, foi assistido por ótimos Profissionais Médicos do meu Estado durante minhas formações, contudo, são a médicos como os citados que iremos nos deparar quando recorremos nos Hospitais e programas de saúde.
    Absurdo!!!

  263. Gerson Pinho disse:

    Claudia Rodrigues,

    Perdoe-me por meu modo de me expressar!
    Mas, vamos lá!
    Uma amiga Profissional de Medicina em Minas Gerais, disse-me durante uma reunião de amigos: “Veja só! Um paciente entrou na minha sala e ‘fungando’ – aspirar fortemente pelo nariz, fazendo ruído – disse: ‘Drª, tem dois dias que estou assim’! Eu lhe respondi, disse ela também fungando: tem 27 anos – sua idade – que estou assim e nunca procurei um médico por causa disso!”.
    Então vejamos… é com esse tipo de médico que queremos ver a saúde ser administrada?! Não estou generalizando, porém considerando a democratização da saúde, a ampliação/criação de conhecimento, uma visão integralizada do paciente, uma visão interdisciplinar da vida e da saúde! Afinal saúde não é apenas a ausência de doença!
    Poxa vida, gente! Não estamos mais em 1961, quando a Lei 3.999 foi constituída e muitas das profissões que temos hoje na saúde ainda caminhavam! São 2013!!! Agora elas, essas Profissões somam, fomentam ainda mais a medicina, suscitam ainda mais conhecimentos médicos aos médicos! Estas, ainda se inspiram nos atos médicos, nos avanços científicos e tecnológicos! Hospitais não são mais quartéis nem tão pouco aquarteladores, hospitais infantis possuem cores e dinâmica lúdica, como num jardim com brinquedos! O MS propõe a integralização das ações em saúde e o SUS promove essa convergência no fazer saúde! Não desejamos ser médicos, desejamos apenas o nosso Direito de sermos nutricionistas, psicólogos, fisio, fonos, TOs, etc., e de podermos participarmos dum con-junto junto com os Profissionais médicos!
    Infelizmente, o ego de alguns e o desejo desenfreado por dinheiro, faz, estes, pensarem apenas em si mesmo, faz o lobismo dos planos de saúde, dos hospitais particulares, das indústrias farmacêuticas pensarem apenas em si mesmas!
    Pensemos no todo, no mundo e no que podemos fazer para tornar a vida ainda mais valorizada, respeitada!!!
    Infelizmente, bem vindos Profissionais Médicos incompetentes!!!

  264. David disse:

    Prezada Claudia, saiba que você não esta sozinha. Existe muitas pessoas que concordam contigo e inclusive alguns médicos. Quanto a discutir com médicos que fazem parte deste corporativismo (alguns de forma ingenua e outros nem tanto) sugiro que não gaste sua energia e sim saiba que tem mais gente que defende uma medicina verdadeira que envolveformada por todos os profissionais de saúde! segue um link por exemplo onde o profissional americano escreveu um livro do que é o Terror na Pediatria (http://drsircus.com/free-e-book-the-terror-of-pediatric-medicine) e mais, leia na net os artigos muito bem posicionados do Dr. Carlos Braghini Jr, tem muito mais pesquisador e cientista verdadeiros e da Luz que tentam fazer um trabalho para o Bem! Falo de cadeira, pois trabalho na área da saúde com um médico Verdadeiro e perseguido pela corporação , óbvio! Mas o resultado, apesar das perseguições médicas, dificuldades em poder acessar medicamentos que realmente curam, vale a pena pelo resultado dos nossos esforços! Continue firme nas suas convicções! Abraço

  265. Saulo disse:

    Nao concordo com a generalização do texto e nao concordo também com a forma “PESSOAL” que ,na minha opinião,ele foi escrito. Um texto que tem como argumentos o tempo todo: ganância , monopólio , enriquecimento ou seja ATAQUES a classe medica. Na minha opinião isso sim é nao ter ÉTICA .
    Seria melhor q fosse discutido IDÉIAS !!!!!!!

  266. Ademir Suocawa Continuação disse:

    http://blogprocurandoeles.blogspot.com.br/2012/12/ato-medico-potencialmente-centralizador_2.html
    O importante aqui é esclarecer que o ato médico é parte da trama denominada “nova ordem mundial” – o ato médico visa derrubar as demais profissões da saúde (psicologia, nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia entre outras) para unificação de uma única profissão (medicina), o plano consiste em aprovar a lei do ato médico, enfraquecer cada vez mais as profissões da saúde “não-médicas” e com o tempo reduzir cada vez mais o direito dessas profissões até que elas se tornem inúteis, todos os cursos fechariam e a medicina tomaria posse dos recursos terapêuticos das profissões falidas tornando-as especialidade da medicina tendo apenas os conselhos de classe médica o direito de decidir sobre a saúde da população. Mas porque isso? Criaturas de cérebro reptiliano, muitos deles extra-terrestres infiltrados entre nós, planeja dominar nosso mundo nos destruindo aos poucos, eles dominam governos e grandes empresas, além de terem suas forças concentradas na maçonaria – ver mais sobre reptilianos no site: http://www.umanovaera.com/reptilianos.htm

    Ser Alpha-draconiano (Google.com)

    Como o presidente do Conselho Federal de Medicina Roberto Luiz d´Avila, assim como grandes lideres, é dominado por forças escuras reptilianas ou Alpha-draconianas com o intuito de usar a medicina unificada (sem a proteção e a intervenção das outras profissões da saúde) para o controle total da raça humana auxiliando um único governo ligado aos Illuminat a governar a mente e a vontade dos cidadãos do mundo. – Para esclarecer, os conselhos de medicina do mundo todo fazem parte da conspiração, tentativas do ato medico ocorrem em Portugal, Itália e já tentaram na França sem sucesso. O mais bizarro no ato médico é a declaração que essa lei pretende regularizar a medicina, sendo que a medicina já esta regularizada. (Conforme vimos na parte 1/2) Uma das grandes armas da medicina unificada é implantar chip c

  267. Thabata disse:

    Cada profissional deve exercer sua profissão e deixar que os demais também o façam. Todos são aptos e estudaram muito. Nenhum é melhor ou superior ao outro, cada um atua em uma área e ponto. Cada um deve respeitar o outro. Eu como nutricionista sonho com a saúde em primeiro lugar e respeito aos profissionais e sociedade.

  268. Dr. Glauber disse:

    Sou Medico e lembro que a profissão médica no Brasil já é regulada pelo Decreto nº 20.931, de 11 de janeiro de 1932, ainda em vigor, que exige uma habilitação profissional e outra legal para o exercicio da medicina.
    A Medicina ja está regulamentada, não é correto uma nova regulamentação que gera tantos transtornos e brigas entre colegas de outras profissões da saúde!

  269. Homem X disse:

    © 2013

  270. Jorge do Nascimento Gonçalves disse:

    Não tenho o que comentar, pois as normas doBlog, não permitem….

  271. alvaro disse:

    Claudia, quanta infelicidade vejo nos seus comentários, voce como jornalista deveria ser mais técnica, demonstrar mais conhecimento de causa, achar que a saúde não precisa ter hierarquia, toda equipe tem que ter uma liderança, e o médico é e sempre será o mais apto para esta função.

    Voce faz generalizações absurdas, como se as atitudes de alguns profissionais fosse o espelho da medicina. Com certeza voce faz parte deste “alguns profissionais” que denigrem a imagem do jornalismo brasileiro. Por favor seja mais inteligente em seus comentários.

    Te pergunto já é mãe…. Seus filhos são de partos normais….Se sente mais mae do que aquelas que optaram por parto cesareo….Já perguntou a elas qual a opinião delas….. ou o que vale é só a sua….

  272. Ana disse:

    Sou médica, e eu lembro na faculdade de um dia inteiro de aula de pediatria apenas sobre a amamentaçao, a forma de pega, as substancias contidas no leite materno e etc, alem de uma prova no final. Estava gostando do texto até voce falar que os pediatras sao os primeiros a nao incentivar a amamentaçao…

    Me decepcionou, tendencioso seu texto… acredito que existam maus profissionais em todas as áreas, mas as outras áreas da saúde além da medicina, parecem focar apenas nos ditos maus médicos.

  273. Joao disse:

    Enriquecem os médicos? Faz o seguinte, se forma e me conta como essa estrutura estapafúrdia da saúde no Brasil enriquece os médicos! Estamos de saco cheio de segurar o rojão de toda essa sujeira.. Pia bonito aí, depois critica que um técnico em enfermagem, sem formação alguma, faz cagada e mata alguém

  274. freitas Batista disse:

    infelizmente todas as outras profissões na area da saude serão prejudicadas mas os medicos sempre lutaram para isto ocorrer . Os medicos já se acham superiores a todos e são cheios de orgulhos eles se acham o maximos está lei e 100% injusta . havera uma crise grande na saude
    havera desemprego em massa, havera processos judiciais em grande escala superlotando o poder judiciario processos contra os medicos , qual será a proxima acão dos medicos será que ele irão quere ser Deus ? Não duvido nada disto será que os medicos irão querer um projeto de lei que proiba Deus de cura cancer maligno em estagio final , aids , diabete , doença chamada ela e outras doenças graves? não duvido pois e uma categoria profissional que se acham superiores a todas as outras profissões da saude . Não só contra os medicos são eles 100% uteis e nescessarios para a saude das pesssoas só sou contra está super valorização e indolatria que e á eles cultuadas só contra os medicos se acharem superior a tudos só contra os medicos acharem que estão ate acima de Deus em relação a cura de doenças , não são todos medicos mas são muitos que agem assim . Nada contra os medicos mas sim contra o orgulho e soberbas de muitos deles .

  275. Julia disse:

    Tambem não sou totalmente a favor do Ato médico, porque não faço medicina e estou na área da saúde.Mas muitos pontos colocados por você, no texto, já foram modificados! E vejo algumas questões do ato médico como uma forma de prevenir as outras profissões de possíveis erros médicos, já que alguns procedimentos tem que ter a supervisão do msm para acontecer!

  276. karina medaglia disse:

    perdoe-me mas o texto me pareceu tendencioso na medida em que tira conclusões precipitadas e cheias de preconceitos contra os médicos, generalizando como se todos os médicos fossem oportunistas e gananciosos. Trabalho em unidade de saúde, sempre gostei de trabalhar com enfermeira e assistente social que faziam parte da equipe, por muito tempo perdemos estes profissionais e isto realmente foi um grande perda pra comunidade e pra equipe, portanto nenhum médico sensato negaria a importância destes e de outros profissionais numa equipe de saúde bem estruturada, mas é preciso demarcar limites pra cada profissão, sou pediatra e acupunturista e nesta área vejo com bons olhos o ato médico, pois pra quem não sabe , na China, berço natal da acupuntura, só médicos aplicam o tratamento por acupuntura, e no Brasil qualquer um podia fazer um cursinho de fim de semana e sair agulhando as pessoas, sem ter noção de diagnóstico e desta forma colocando em risco os pacientes. Talvez a prezada jornalista tenha tido tal atitude porque é terapeuta não?

  277. Thiago disse:

    Freitas Batista,
    Antes de sair atirando toda sorte de acusações contra os médicos, tente ler o projeto de Lei que regulamenta a medicina (PL do Ato Médico). Depois de ler, identifique, se puder, onde o projeto afeta o exercício de outros profissionais. O que as entidades que representam os psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas e biomédicos querem é ampliar as suas funções, avançando sobre o campo de atuação dos médicos. Pouco se importam se estarão fazendo um bem ou um mal para a população brasileira, querem apenas aumentar os seus mercados de trabalho, e ainda acusam os médicos de fazê-lo – HIPÓCRITAS!

  278. claudia disse:

    Sou psicólogo e trabalho em um hospital. Observo que mais da metade dos médicos trabalham com absoluto descaso e falta de preparo. Considero o ato medico um ato de irresponsabilidade, de monopolizaçao e desqualificaçao de outras profissoes. Pior ainda, considero o ato médico um gesto de violencia contra a populaçao brasileira que nao tem médico e tem a sorte de ser amparada pelos demais profissionais. Enfim, é lamental este ATO SUJO!

  279. Dr. Vasconcellos disse:

    Chegou esse E-mail para mim:
    Luta Contra o Ato Médico.

    O PLS 268/2002 (ato medico) foi aprovado pelo plenário do Senado Federal nesta última terça feira às 22:43h após quase 12 de anos de tramitação. Envio este E-mail para pedir a contribuição dos profissionais da Saúde e da população em geral para manifestar contra a aprovação do projeto “ato medico” pela Presidenta Dilma Rousseff – peço a todos que enviem criticas ou pedidos de veto através do sistema fale com a presidenta encontrado no site: https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/

    Neste site é possível enviar mensagens a presidenta da republica e seus assessores, peço a todos que contribua para o veto ou modificação do ato medico.

    Deixo como exemplo uma das mensagens que já enviei:

    1-Peço a Presidenta Dilma Rousseff (caso aprove o ato médico), que garanta autonomia e direito de prescrição terapêutica aos profissionais da saúde \não médicos\ dentro de sua profissão e campo de atuação, peço também que garanta autonomia e direito de prescrição nas praticas integrativas e complementares multiprofissionais descrita na portaria Ministério da Saúde 971/2006 sendo esses atos complementares direito de todos profissionais de acordo com a resolução de seus conselhos de classe (fisioterapia, Nutrição etc), peço também que escute a opinião dos conselhos de classe podendo fazer as alterações necessárias para não prejudicar as demais categorias. Precisamos de sua ajuda e compreensão. As praticas integrativas e complementares é parte do programa do SUS, se as categorias da saúde enfraquecem não somente os profissionais perdem, como a população fica prejudicada. Fica com Deus, eu te agradeço!

    *****O Sistema é fácil de usar, contribua e espalhem este E-mail*****

    https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/

    Noticia:

    **Terapeutas Ocupacionais e os Fisioterapeutas do estado de São Paulo estão sendo chamados para uma AUDIÊNCIA PÚBLICA , a ser realizada no dia 28 de junho, sexta feira próxima, no Salão Nobre da Câmara de Vereadores de São Paulo.

    Com a finalidade de reforçar o nosso desejo de que a Presidente Dilma Rousseff exerça seu poder de veto ao projeto do “ato medico”

  280. Capo disse:

    Texto absurdo… Totalmente carente de imparcialidade e dados para embasar as afirmações. Notadamente criado por alguém ligado à uma destas “subáreas” da saúde. Sugiro duas coisas: leitura da lei e obrigatoriedade de disciplinas de português/interpretação de textos nas grades de tais cursos…

  281. Beatriz Kotel Selistre disse:

    Será que nao foi lido o artigo 7 da lei do ato medico ?
    lei ato médico § 7º O disposto neste artigo será aplicado de forma que sejam resguardadas as competências próprias das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional e técnico e tecnólogo de radiologia.

  282. Antonia disse:

    Ehhhh Claudinha rancorosa….e magoadinha!!!!
    Que textinho barato hein…!!!
    Atualize-se…informe-se antes de “escrever” asneiras…rsrs

  283. Yuri Matheus B. Bauer disse:

    Uma análise invertida do Ato Médico… Fiquem livres para compartilhar…

    Como estudante de Medicina, tenho acompanhado discussões calorosas das classes da saúde após a aprovação do Ato Médico. Decidi então pegar a LEI QUE FOI PARA SANÇÃO presidencial para tentar entender no que o Ato Médico fere as outras classes… Fiz uma “inversão” da lei… Procurei primeiro deixar claro o que o Ato Médico garante as outras classes e no final sobrou apenas os que os médicos estarão regulamentados a fazer. Ficou longa a análise, mas vale a pena ler para uma discussão sincera e clara sobre o assunto e não apenas com os achismos e terrorismos… Talvez se não fosse a rigidez do processo legislativo, muita confusão seria evitada… meus comentários estarão entre ### para poder debater, civilizadamente, com os meus colegas de trabalho das outras áreas.

    (o texto final da lei pode ser acessado em http://legis.senado.gov.br/mateweb/arquivos/mate-pdf/130477.pdf)

    ### Começo do Art. 3º pois os outros dois apenas definem para que serve a lei e como o médico atuará. ###

    Art. 3º O médico integrante da equipe de saúde que assiste o indivíduo ou a coletividade atuará em mútua colaboração com os demais profissionais de saúde que a compõem.

    ### Logo de início fica claro que o Ato Médico não quer excluir as outras classes da área da Saúde na atenção e nos serviços de saúde. Será que resta alguma dúvida disso?? ###

    Art. 4º São atividades privativas do médico:

    ### Como falei, inverti o texto… vamos ver o que o médico NÃO poderá fazer após a lei entrar em vigor. ###

    § 7º O disposto neste artigo será aplicado de forma que sejam resguardadas as competências próprias das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional e técnico e tecnólogo de radiologia.

    § 2º Não são privativos do médico os diagnósticos funcional, cinésio-funcional, psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamental e das capacidades mental, sensorial e perceptocognitiva.

    § 6º O disposto neste artigo não se aplica ao exercício da Odontologia, no âmbito de sua área de atuação.

    ### Alguém pode me esclarecer em que o Ato Médico fere as outras classes? Como deixar mais claro que os direitos e deveres de TODAS as outras áreas da saúde estão devidamente resguardados nos parágrafos 2º, 6º e 7º? ###

    § 5º Excetuam-se do rol de atividades privativas do médico:
    I – aplicação de injeções subcutâneas, intradérmicas, intramusculares e intravenosas, de acordo com a prescrição médica;
    II – cateterização nasofaringeana, orotraqueal, esofágica, gástrica, enteral, anal, vesical, e venosa periférica, de acordo com a prescrição médica;
    III – aspiração nasofaringeana ou orotraqueal;
    IV – punções venosa e arterial periféricas, de acordo com a prescrição médica;
    V – realização de curativo com desbridamento até o limite do tecido subcutâneo, sem a necessidade de tratamento cirúrgico;
    VI – atendimento à pessoa sob risco de morte iminente;
    VII – coleta de material biológico para realização de análises clínico-laboratoriais;
    VIII – procedimentos realizados através de orifícios naturais em estruturas anatômicas visando à recuperação físico-funcional e não comprometendo a estrutura celular e tecidual.

    ### Aqui a lei deixa bem claro que algumas atividades poderão ser executadas por QUALQUER profissional da área de saúde devidamente habilitado – mesmo tendo assegurado de forma mais geral nos incisos de I a XIV do art. 4º os procedimentos privativos do Médico. Por exemplo, embora a invasão dos orifícios naturais do corpo, atingindo órgãos internos seja um procedimento invasivo (Art 4º, § 4º, III) e, por isso, uma atividade privativa do médico (Art 4º, III) , no caso de caterização (§ 5º, II) a atividade poderá ser feita por QUALQUER profissional competente, desde que siga prescrição médica. Será que não ficou claro que o médico não fará o serviço de nenhuma outra área e que as outras áreas continuarão atuando da mesma forma? Faltou a lei resguardar algum outro procedimento??? ###

    Art. 5º São privativos de médico:
    I – direção e chefia de serviços médicos;
    II – perícia e auditoria médicas; coordenação e supervisão vinculadas, de forma imediata e direta, às atividades privativas de médico;
    III – ensino de disciplinas especificamente médicas;
    IV – coordenação dos cursos de graduação em Medicina, dos programas de residência médica e dos cursos de pós-graduação específicos para médicos.
    Parágrafo único. A direção administrativa de serviços de saúde não constitui função privativa de médico

    ### Resta alguma dúvida que o enfermeiro continuará sendo o chefe do posto de saúde??? ###

    ### Finalmente, as atividades finais que serão privativas dos médicos (Art. 4º, I a XIV), resguardados todos os direitos e deveres das outras classes bem como procedimentos que embora privativos, poderão ser executados por outros profissionais desde que orientados por prescrição médica. ###

    I – formulação do diagnóstico nosológico e respectiva prescrição terapêutica;
    II – indicação e execução da intervenção cirúrgica e prescrição dos cuidados médicos pré e pós-operatórios;
    III – indicação da execução e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo os acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias;
    IV – intubação traqueal;
    V – coordenação da estratégia ventilatória inicial para a ventilação mecânica invasiva, bem como das mudanças necessárias diante das intercorrências clínicas, e do programa de interrupção da ventilação mecânica invasiva, incluindo a desintubação traqueal;
    VI – execução de sedação profunda, bloqueios anestésicos e anestesia geral;
    VII – emissão de laudo dos exames endoscópicos e de imagem, dos procedimentos diagnósticos invasivos e dos exames anatomopatológicos;
    VIII – indicação do uso de órteses e próteses, exceto as órteses de uso temporário;
    IX – prescrição de órteses e próteses oftalmológicas;
    X – determinação do prognóstico relativo ao diagnóstico nosológico;
    XI – indicação de internação e alta médica nos serviços de atenção à saúde;
    XII – realização de perícia médica e exames médico-legais, excetuados os exames laboratoriais de análises clínicas, toxicológicas, genéticas e de biologia molecular;
    XIII – atestação médica de condições de saúde, doenças e possíveis sequelas;
    XIV – atestação do óbito, exceto em casos de morte natural em localidade em que não haja médico.
    § 1º Diagnóstico nosológico é a determinação da doença que acomete o ser humano, aqui definida como interrupção, cessação ou distúrbio da função do corpo, sistema ou órgão, caracterizada por, no mínimo, 2 (dois) dos seguintes critérios:
    I – agente etiológico reconhecido;
    II – grupo identificável de sinais ou sintomas;
    III – alterações anatômicas ou psicopatológicas.

    ### Ao meu ver, o Ato Médico vem apenas para deixar claro o que já acontece na rotina de qualquer serviço de saúde. Ele organizou o que era feito pela tradição. Não interfere em nada a atuação dos demais profissionais da área de saúde e regulamenta a Medicina de forma clara, simples e objetiva. Por favor, opinem… ###

    ### Obs: em relação à acupuntura as decisões sobre o assunto ainda estão no campo judicial, ou seja, não estão no escopo da Lei do Ato Médico ###

  284. Lucy disse:

    Primeiramente, não achei necessariamente tendencioso o artigo. Acredito que levanta pontos válidos de discussão.

    Não sou absolutamente contra a Regulamentação da Medicina como profissão. Regulamentação de uma profissão é sim, e muito, benéfica para a classe e para quem o serviço será prestado. Nesse caso os pacientes/clientes.

    Como estudante de Direito e de Fisioterapia tenho uma visão jurídica e da saúde ao mesmo tempo, que acredito contribuir para esse debate.

    SOBRE O ATO MEDICO: O que é necessário é uma reformulação textual no que concerne a conflitos de conteúdo do texto legal. O Ato Médico deve ser repensado, com um caráter multidisciplinar. Aqui cabe dizer, que as profissões da saúde em geral, devem ter suas regulamentações formuladas tendo em vista o trabalho multidisciplinar. Não somente o médico. Afinal, as regulamentações de classe servem para guiar os profissionais e assegurar os pacientes/clientes.

    OBS ETIMOLÓGICA: A nosologia (do grego) “doença” + “estudo” – refere-se aos critérios de classificação das doenças segundo a etiologia (causa), a patogênese (mecanismo de surgimento e desenvolvimento de um processo patológico) ou sintoma.

    SEGUE UMA BREVE ANALISE DOS PONTOS CONFLITANTES DO ATO MEDICO:

    “Art. 4º
    §1º São atividades privativas do médico:
    I – formulação do diagnóstico nosológico e respectiva prescrição terapêutica”

    SE CABE SOMENTE AO MEDICO O DIAGNOSTICO NOSOLOGICO….(DE DOENÇAS)
    HIPERLORDOSE, ESCOLIOSE, ESTRESSE PÓS TRAUMÁTICO, DÉFICIT DE ATENÇÃO, DEPRESSÃO, ENTRE OUTRAS SÃO DOENÇAS, MAS SÃO TAMBÉM PARTE DO DIAGNÓSTICO FUNCIONAL/CINÉSIO-FUNCIONAL, NO CASO DA HIPERLORDOSE E ESCOLIOSE POR EXEMPLO, QUE COMPETEM AO FISIOTERAPEUTA.
    E NO CASO PTSD E ADD SÃO DOENÇAS CUJO DIAGNÓSTICO É PSICOLÓGICO/ PSICOCOGNITIVO, E COMPETE AO PSICÓLOGO. – Essas competências se cruzam com a do médico segundo o texto legal deste parágrafo.

    ” §2º Não são privativos dos médicos os diagnósticos psicológico, nutricional e socioambiental e as avaliações comportamental e das capacidades mental, sensorial e perceptocognitiva e psicomotora”

    NAO SAO PRIVATIVOS DOS MÉDICOS ESSES DIAGNÓSTICOS, MAS O DIAGNOSTICO DE DOENÇAS E TRATAMENTOS – O QUAL SERIA PRIVATIVO AO MEDICO – PERPASSA NA MAIORIA DOS CASOS POR TODAS ESSAS ÁREAS, PORTANTO, CONTRADIZENDO E INVALIDANDO O §2º DO ARTIGO 4º DESSE MESMO ATO MEDICO. – Novamente, verifica-se contradição de texto legal.

    “§ 7º O disposto neste artigo será aplicado de forma que sejam resguardadas as competências próprias das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional e técnico e tecnólogo de radiologia.”

    SIM, O PARAGRAFO SETIMO GARANTE O DIREITO DOS OUTROS PROFISSIONAIS DA SAUDE, MAS PARÁGRAFO §1º, DÁ AO MEDICO A PRERROGATIVA EXCLUSIVA DE PRESCREVER O TRATAMENTO TERAPEUTICO. (ou seja, o fisioterapeuta por exemplo não pode prescrever exercícios, porque é prerrogativa do médico, já que o exercício para correção de uma hiperlordose, como por exemplo a possível aplicação do RPG, consistiria em PRESCREVER TRATAMENTO TERAPÊUTICO DE UM DIAGNÓSTICO NOSOLÓGICO, o que caracterizaria, segundo o §1º do Art 4º desse Ato Médico, a prática ilegal da profissão de fisioterapia, o que é sabido que não é verdadeiro).

    ENTÃO, COM OU SEM §7º, O §1º AINDA FERE A AUTODETERMINAÇÃO DAS OUTRAS PROFISSÕES DA SAÚDE SIM.
    E por isso, deve ser reavaliado, e possivelmente re-escrito, para evitar contradições entre artigos/parágrafos dentro de seu próprio texto legal, o que pode gerar margem para conflitos judiciais. Esse reajuste textual seria benéfico a classe médica por essa mesma razão. E indiretamente às outras classes também, é claro.

    Não vou entrar no mérito de profissionais (médicos em geral, pediatras, obstetras, ou o que seja) bons ou ruins, porque profissional bom e ruim existe em todas as profissões.

    (Aliás, ressalto que existem mães irresponsáveis, e mães super dedicadas. Então pode ter mães que pulam de alegria ao receber uma receita de NAN, e outras que sentem-se ultrajadas. Isso é relativo. E cada paciente é um paciente, e não deve ser generalizado).

    Cabe ao paciente/cliente avaliar e dar-se o direito de uma 2ª opinião, ou uma 3ª, ou quantas se fizerem necessárias para que o atendimento esteja de acordo com seus princípios e objetivos. E deve também o paciente reclamar formalmente de qualquer profissional que julgue estar praticando sua profissão de maneira anti-ética.

    Não nego que a saúde nesse país necessita – com urgência – adquirir um caráter mais humanístico, mas isso deve ser feito não só pelo médico, mas por todos os profissionais da saúde. Então, colocar a culpa no médico não é justo. Afinal, se a medicina vigente no país é a que trata a doença, assim o é o sistema de saúde como um todo, embarcando todos os profissionais. Cabe a nós profissionais e futuros profissionais do direito e da saúde, conscientizar a população leiga, bem como os legisladores, o governo, e lutarmos juntos por um sistema de saúde que de fato zele por ela.

    Como disse Mahatma Gandhi “Seja você a mudança que quer ver no mundo”.

    Reclamar de médicos ruins que encontraram, não melhora a situação. Se você considera anti-ético o comportamento a que foi exposto, faça um denúncia formal no conselho regional que supervisiona esse profissional, ou no hospital em que foi atendido, pelo menos. E quando encontrar uma pessoa no mesmo dilema que o seu, não hesite em direcioná-la ao órgão ou ao profissional que possa ajudá-la de forma apropriada.
    Por exemplo, se você conhece um pediatra que incentiva o aleitamento materno, indique-o a conhecidos. Ou se conhecer alguém com dúvidas sobre isso, informe-a sobre onde conseguir a instrução necessária, se você o souber. Faça sua parte como cidadão conscientizando outras pessoas. Ajudar ao próximo não custa nada, e contribui para que mais pessoas aprendam e divulguem essas informações.

    Eu tive uma experiência do tipo, e assim o fiz. Fui até um hospital, acompanhar minha tia a retirada de um gesso após fratura radial distal sem deslocamento de membro esquerdo. Ao pedir a guia de liberação para sessões de fisioterapia, o ortopedista plantonista em questão respondeu “fisioterapia não serve para nada, não vou recomendar, e não vou dar a guia de liberação”. Eu o informei novamente, que eu acredito na fisioterapia como reabilitação, e gostaria de um diagnóstico fisioterapêutico, já que este é um profissional da reabilitação cinésio-funcional. O ortopedista negou-se a fazê-lo. E eu o informei que faria uma reclamação formal, porque ele estava negando acesso burocrático a um tratamento especializado de reabilitação quando um paciente assim o pediu, o que considero um desrespeito para com o paciente, que tem o direito de tomar decisões informadas sobre seu tratamento.

    Vale observar que não deixei de levar minha tia ao um fisioterapeuta por conta disso. Fui atrás, porque é do meu interesse reabilitar minha tia a sua saúde ótima. Um médico, ou outro profissional, não pode nem deve ser empecilho para tratamento especializado, e de acordo com seus princípios.

    Mas isso foi um caso, e apenas um caso. Para este “um” profissional desrespeitoso, conheço uma dúzia de outros médicos ortopedistas que respeitam as outras profissões da saúde. Sim é pena, que alguns sejam ignorantes e desrespeitosos com os pacientes e seus princípios. Mas generalizar denigre toda uma classe de especialistas. Respeito a classe médica, pelo estudo e dedicação. E espero receber o mesmo respeito como profissional de qualquer área, seja do Direito, de Relações Internacionais e Política Externa, seja como Massoterapeuta, ou da Fisioterapia.

    Att,
    Lucilla Tamaru

    *Massoterapeuta
    *Analista de Relações Internacionais e Política Externa (Bacharel em Relações Internacionais)
    *Estudante do 4º ano de Direito
    *Estudante do 3ª ano de Fisioterapia

  285. Isabel Gouveia disse:

    Eu gostaria de ver os profissionais da área de saúde não médicos brigando por autonomia não só para diagnóstico e tratamento mas também para o reconhecimento e resolução das complicações . Pois o que vejo no meu dia a dia como médica ,atualmente, é exatamente o oposto… fica nas nossas mãos a resolução de complicações nas terapêuticas fracassadas iniciadas por profissionais não médicos além da responsabilidade ,inclusive legal,por quadros complicados onde houve a intervenção e até o norteamento exclusivo por outros profissionais desde o inicio .
    Que o conhecimento na área de saúde cresce exponencialmente nos nossos dias é inegável e isso torna impossível que somente uma categoria possa deter o saber necessário para promoção de saúde mas todos que trabalham nesta área também sabem que toda a equipe precisa sim de uma chefia que orquestre o trabalho em conjunto e dê uma linearidade ao trabalho que está sendo executado.
    Não vejo nenhum paradoxo no fato de que quem deva coordenar um serviço médico seja um médico . Na prática atual o que vivencio são as dificuldades em ter meu trabalho gerenciado por profissionais não médicos que não têm uma visão mais abrangente e aprofundada da medicina que só um médico tem.O mesmo ocorreria se um médico fosse coordenar a equipe de enfermagem ou farmácia por exemplo.
    As especificidades de cada área têm que ser respeitadas …. isso é óbvio … aliás já garantido por lei … já que já existe a regulamentação de várias dessas outras áreas. Mas quem tem
    capacitação para visualizar e atuar na saúde do individuo como um TODO?…
    Nós médicos não fazemos nada sozinhos … mas gostaríamos de poder regulamentar a proporcionalidade entre responsabilidade e liberdade de atuação no trabalho na área de saúde. O cenário atual é bem desequilibrado nesse sentido…

  286. Juliana disse:

    A profissão médica tem que ser regulamentada, sem dúvida! Se eles vão dar conta de toda demanda, daí é outra história, porque 350.000 médicos é pouco! Pense, não chega a 1% da população, hoje são aproximadamente 200 milhões de pessoas no Brasil, sendo que muitos pra não dizer a maioria, usam SUS.
    Mas isso não será mais problema dos outros profissionais, até porque serão introduzidos médicos estrangeiros! O que eu não concordo também, acho que deveriam abrir mais vagas e ter mais unidades oferecendo o curso.
    O pulo do gato é o seguinte, por ser uma formação antiga, porque já não fizeram antes sua regulamentação?

    P.S: Na minha opinião todos aqui poderiam concorrer ao Oscar 2014 com esse drama!

  287. Rapho disse:

    Depois, quando dá xabu pro paciente, por manobra errada de um algum profissional não-médico, quem vai ter que assinar lá, meter o carimbo, é o médico. Enfermeiros, psicólogos, parteiras e afins somem ra-pi-di-nho.

    O ato médico só regulamenta e faz com que os outros profissionais de saúde pensem duas vezes antes de receitarem algo ou realizar alguma intervenção.

    Paremos com o mimimi…..

    Profissional bom não se espanta com ato médico, vai ser indicado por todos eles, inclusive.

  288. Paula Castro disse:

    A psicologia não tem o menor interesse de medicar, conforme um comentarista colocou. Fica a cargo do psiquiatra medicar, não é esse fator que incomoda a classe em relação ao ato médico. O importante para nós é o significado do sintoma e os aspectos subjetivos relacionados a ele. Só para informar um comentarista desinformado.

  289. Cara Cláudia Rodrigues,
    Tenho um comentário sobre o seu texto “Ato médico aprovado, a vergonha para os médicos éticos”:
    Sou médico formado há 2 anos, já trabalhei em Postos de Saúde, clínicas de Medicina do Trabalho e em Plantões de Urgência. Em todos esses ambientes, tive a oportunidade de trabalhar com equipes multiprofissionais. Nesses contextos, cada profissional tem seu papel bem definido e seu valor. O trabalho bem feito de um dos membros da equipe auxilia no trabalho de todos os demais membros da equipe.
    Você colocou em seu texto vários dados epidemiológicos da área de saúde, mas não citou a fonte desses dados. Falou de entrevistas com médicos amigos seus, mas não colocou o nome deles e nem quantos foram os médicos entrevistados.
    Sugiro a você em seu próximo texto ter uma metodologia mais focada em dados científicos bem consolidados e menos pautada em argumentos apelativos que comprometem a qualidade do texto.

  290. Marcelio disse:

    Impressionante o preconceito estampada em cada palavra, cada parágrafo deste texto. Muito desinformada, Sra. Cláudia;.

  291. Paulo Henrique Duarte disse:

    Sou médico há 9 anos e nesse meio tempo encaminhei pacientes para outros profissionais da área de saúde quando necessário, sejam eles psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos etc. Essa postagem é tendenciosa e mostra desinformação e até preconceito. Não entendo o motivo dessas colocações. O mais chocante foi essa afirmação irresponsável sobre os pediatras, em cor vermelha, parece que são até demônios. Faça-me o favor.
    Ler o projeto aprovado recentemente faz bem a todos, mais ainda à autora dessa postagem.

  292. Flávia disse:

    Também achei o texto repleto de mágoa e preconceitos. Sinceramente, não conheço nenhum médico que seja contra o Ato médico… pelo menos, não na sua totalidade. Será q não conheço nenhum médico “‘ético”??? Quanto à pediatria, quanta bobagem e injustiça com esses profissionais, que na maior parte das vezes, são bastante dedicados. Dizer que pediatra estimula o desmame, que loucura!!! Na própria maternidade, costumam pedir que as enfermeiras nos orientem e insistem ao máximo no aleitamento exclusivo. Alguns pediatras indicam cursos leciionados por enfermeiras para facilitar a prática de amamentação e cuidados com os bebês. O que acontece e q muitas mães não querem ou não podem (Isso, a maioria das mães não tem 6 meses de licença maternidade!) dar continuidade à amamentação exclusiva.

  293. Flávia disse:

    Concordo com uns dos comentaristas que diz que os bons profissionais não se incomodam com o ato médico, que continuarão sendo refência de muitos médicos, com os quais exercem trabalho em equipe, e discutem de igual para igual a abordagem do paciente, cada um dentro da sua visão. Os que temem são os que devem estar exercendo atividades que não cabem à sua profissão.

  294. Paty disse:

    Eles Querem muito dinheiro e o paciente que se ……

  295. Anônimo Junior disse:

    Se os médicos quisessem exercer os ofícios dos outros profissionais de saúde, eu acho que eles não tinham feito medicina, o curso mais difícil de entrar. Só uma opinião….

  296. LUIS RONCATO disse:

    Infelizmente esta discussão tão importante para todos nós rumou por um tom raivoso, pouco produtivo e preconceituoso. Acredito firmemente na possibilidade e eficácia de integração entre as áreas profissionais citadas em benefício dos pacientes. Como psicólogo jamais pretendi receitar remédios aos meus pacientes e, sempre que necessário, conto com a colaboração pontual de colegas psiquiatras para isso. Na proposta conhecida como Lei do Ato Médico, a única questão que me parece questionável é que refere o “diagnóstico de enfermidades e indicação terapêutica” como prerrogativa dos médicos. No que me diz respeito, sinto-me plenamente habilitado para diagnosticar e tratar enfermidades psíquicas e, quando percebo alguma necessidade do paciente fazer uso de alguma medicação, encaminho para um profissional médico como já explicitado. De um modo geral não tenho tido dificuldades nestas situações, mantendo uma parceria de troca com o colega em benefício do paciente. Pessoalmente já fui atendido por médicos extremamente dedicados e outros nem tanto. Penso que bons e maus profissionais existem em qualquer área (obviamente). Não posso deixar, no entanto, de pontuar que muitas vezes, até mesmo por uma distorção de formação, muitos médicos acabam perdendo uma necessária capacidade de reflexão e humildade diante do seu saber e vendo o paciente de forma parcial, desconectado de seu meio. Esta parcialidade também acaba se estendendo para as relações de trabalho, às vezes marcada por autoritarismo e sentimento de superioridade. Mas, sinceramente, acho que isto já foi bem pior. Precisamos urgentemente humanizar as relações em todas ás áreas e manter o respeito. Acredito que o CFM deveria, junto com esta iniciativa de regulamentar a profissão, deveria também se preocupar com esta saudável interdisciplinaridade, com a relação muitas vezes perniciosa entre médicos e os grandes laboratórios, com uma maior qualificação de seus profissionais e dos cursos de medicina (acredito que isto já deve estar sendo feito. Espero!!!). Por fim, penso que a regulamentação da profissão de médico, conforme colocada na Lei do Ato Médico, deveria sim ser aprovada com alguns reparos. Se a sociedade precisa discutir mais o assunto, que assim seja, em benefício de todos.

  297. Ana Patríca disse:

    Não são todos os médicos que são há favor do desmame, porém o que se vê é que boa parte deles sim, já que basta um RN não está ganhando peso que o médico já receita uma fórmula, sendo que o RN não tem o trato gastro intestinal desenvolvido e pode vir a desenvolver uma intolerância a algum alimento e principalmente à proteína do leite de bovino, que possui uma composição de proteínas bem diferente do humano, que foi o que aconteceu com minhas sobrinhas após ter sua alimentação modificada por fórmula.

  298. Caio Maia disse:

    Sou médico e era contra o Ato Médico que foi aprovado pelo Senado.
    Concordei com os vetos nos pontos polêmicos que restringia a ação de outro profissionais de saúde. Agora o Ato Médico está cada vez mais perto do ideal.

    Mas uma coisa me preocupa: prescricao de medicamentos. No Ato Médico atual, após os vetos da presidente, não há qualquer menção e esclarecimento acerca da prescricao de fármacos. Se a lei não regulamenta esse ponto, qualquer outro profissional de saúde não estaria cometendo o crime de exercício ilegal da Medicina ao prescrever uma medicação, o que aí sim, é um grande absurdo.

    Existe a questão da enfermagem que contribui muito nas estratégias de saúde prescrevendo algumas medicações, mas sempre sob orientações e suporte de médicos, e ainda assim, uma parcela bastante restrita de medicamentos.

    O que impediria um psicólogo de prescrever um antipsicotico para um esquizofrênico? Diferentemente do que escreveram antes de mim, há sim um movimento dentro da Psicologia com interesse de prescrever medicamentos. E aí temos um risco enorme para a população.

    Em linhas gerais, concordo com vetos, mas tem que ser acrescentado alguma parágrafo que verse a respeito das prescrições medicamentosas. Estas devem estar restritas e ação privativa do médico, com algumas exceções, como já disse, no campo da enfermagem.

  299. RRO disse:

    Quanto mimimi….seriam todos medicos com os sentimentos feridos? A critica do texto é quanto a postura da classe, e vcs se comportam SIM de maneira arrogante e corporativista. Vide a briga contra a importaçao de medico ao inves de pensarem nisso como parceria. Se ainda dicordam alguem me explique pq as politicas de cura superam e muito as politicas de prevençao das doenças? Pensem na atitude q a classe toma e concluam se eh em favor do proprio bolso ou a favor da saude do povo. Em especial aquele classe tao conhecida q ocupam universidades publicas, pagas pela populaçao.

  300. brasilllll disse:

    blábláblábláblábláblá………e o BRASIL continua uma merda……..essas discussões nunca produziram uma melhoria na questão saúde.
    muita besteira que escrevem e não quer dizer absolutamente merda de nada.

  301. Joao Roberto disse:

    Texto absolutamente inócuo e preconceituoso. O Ato Médico vem organizar essa proliferação de “clínicas” e “terapias alternativas” que nada contribuem para a Saúde. Acupuntura, Homeopatia, Psicoterapia, Nutrição, Fisioterapia, Quiropraxia etc. são “especialidades” que não servem para nada. Só a Odontologia deveria ter um tratamento diferenciado, por não ser especialidade médica no Brasil, embora entendo que deveria ser. Voltando ao tema: O assunto em discussão é o diagnóstico e tratamento de doenças. Quem faz isso é médico e ponto final.

  302. ESIA disse:

    Que nada! Receitar medicamento sintético no povo dá mais grana! E afinal de contas, muitas vezes não resolve! Aí o paciente é obrigado a retornar para fazer várias consultas, dando mais lucro a nós médicos!! E viva o Ato Médico! Quem não tem grana vai morrer!

  303. Luana disse:

    Caro João Roberto,

    se você for médico, peço encarecidamente o número do seu registro, para que meus familiares não passem nem perto de você.
    Quer dizer que a nutrição não serve pra nada? diga-me como um hospital funciona sem a cozinha? Diga-me como você se alimenta sem um nutricionista? Porque sim, embora você diga que é especialidade que não serve pra nada, é essa especialidade que garante que você não vai morrer de intoxicação alimentar, é esse núcleo que garante que um paciente não vai morrer quando vocês socam remédios nele, sem se preocupar com o tipo de nutriente que esse fármaco vai afetar na absorção. É esse especialidade que pode determinar ou não o bom prognóstico do paciente. É esse profissional que garante que o seu filho está consumindo um alimento limpo, seguro e sem nenhum contaminante. É pelas mão desse profissional que passa tudo que você se alimenta. Por favor , pare de comer e extermine essa profissão.
    E outra diga-me como é conhecer médico que praticam exercício ilegal de profissão prescrevendo as inúteis dietas?

  304. Julio Filho disse:

    Trabalho com médicos há 29 anos, sob meu comando. Como em todas as profissões, há os bons e os ruins. O problema é que na profissão médica a grande maioria compõe o segundo grupo; e esses eu duvido muito que lembrem o juramento de Hipócrates (nome estranho). Das mais lindas profissões, eu gostaria que os médicos atuais voltassem a pensar como os antigos: “A medicina não é apenas uma profissão, é sacerdócio.” E lembro que os que assim pensavam eram extremamente respeitados, chegando a resolver até mesmo problemas que não deveriam ser de sua alçada, mas “só o Doutor poderia resolver.”

  305. Eu disse:

    É Claudia,
    Como ja dizia um sabio autor:
    “A asneira humana não tem limites”

    A proposito, Hitler tambem se achava detentor da primazia etica…

  306. Regina Costa disse:

    Existem médicos E médicos. Como todos os demais profissionais há médicos inteligentes, eficazes, e há os médicos pouco inteligentes, ineficazes. Bem pouco tempo, um homem de 84 anos de idade, forte, inteligente, lúcido, cheio de vida, aos poucos foi submetido ao uso do medicamento Rivotril, isso ,indicado por um determinado médico, o qual, sem o uso de qualquer exame prescreveu o tal remédio ao idoso devido este por vez ,perder hora de dormir. Pois bem, o tempo foi passando, a família desconhecia o procedimento do então médico. Alguém, interessado nos bens do idoso, sem ser da familia, mas morando debaixo do mesmo teto , vendo o estado lamentável em que ficava ele sempre que ao tomar o Rivotril, devido provavelmente o descontrole e alta dosagem, começou a dar outros medicamentos mais fortes. O idoso mal podia mexer-se, de tão dopado que ficava. Com o tempo, teve a mucosa da boca toda queimada. Com medo da família, tanto o médico, como a pessoa moradora junto com o idoso, tomaram uma decisão desastrosa. Mas antes disso, esse idoso foi internado em um hospital onde a familia ficou sabendo da incompetencia do primeiro médico e dos recursos perigosos, usados pela pessoa que cuidava dele.. Esse segundo dito médico “o deus”, garantiu a familia que ali ele estava sendo desintoxicado, mas deveria ser internado num hospital psiquiatrico devido encontrar-se (o idoso ) com problemas mentais e surtos psicóticos. Mentiroso, tratava-se de mais um médico mentiroso, um clínico geral, que continuava dopando o idoso de maneira inescrupulosa com medicação fortíssima, e teve a desonra e a vergonha imoral de ameaçar a família que só liberaria o idoso daquele hospital se fosse para leva-lo para uma casa de repouso ou um hospital psiquiatrico. Cometeu esse médico vários erros, muitos erros. E todos esses erros estão devidamente provados , documentados, apenas ele ainda não sabe. O idoso, foi transferido de hospital, constatou ser lúcido e estar intoxicado e não ter , no primeiro hospital recebido tratamento adequado, ao contrário. Infelizmente, o idoso, quando liberado por esse “MÉDICO”, já pouco tinha-se a fazer, ficou por mais 20 dias em hospital tendo todo atendimento e do melhor, mas como eu disse, infelizmente era tarde demais , tanto que veio a falecer. Existem muitas provas , não contra esse único médico, médico? Deveria sim, estar desde ja na cadeia !!

  307. Ricardo disse:

    Exercício ilegal da medicina interessa a alguém ?

    Vamos desrregulamentar tudo:
    Técnico judiciário proferem sentenças judiciais.
    Mestre de obra projetam e constroem edifícios
    Assessor Parlamentar vota no plenário do Congresso Nacional
    Monitores assumem as disciplinas em escolas publicas
    O chefe de gabinete assume a presidência da republica
    O Garçom assume a cozinha …
    Os anti-medicos assumes a medicina!!!

    Mas, como seria o caráter desses anti-medicos ???

    Certamente seriam éticos e nao atenderiam a própria mãe. Fariam o encaminhamento técnico necessário no melhor estilo façam o que digo, mas nao o que faço.
    Na minha mãe? ? Sou ético, nao posso. Melhor chamar O MEDICO!!!

  308. Adriano disse:

    Eu irei achar bom é quando o Brasil inteiro decidir: todo mundo a fazer o curso de Medicina e como diz minha vovozinha: É Médico que dá nojo, saturar por completo o mercado. E olha que isso já está acontecendo. Aqui em minha região mais de 15 Instituições de Ensino superior já fecharam os cursos de Odontologia, Fisioterapia, Farmácia , Enfermagem e outros por falta de alunos interessados. Agora imaginem para onde essa galera tá indo? Exato isso mesmo Medicina, só próxima a minha cidade já abriram mais 5 (cinco) novas faculdades de Medicina. Finalizando como diz minha vovozinha: é Médico que dá nojo, isso podem aguardar.

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