Opinião Pública
Propaganda enganosa: o Brasil em 5º lugar no PIB
Por Sérgio Alves de Oliveira
A comemoração que “eles” fizeram quando, num trimestre deste ano, o Brasil ultrapassou o Reino Unido no resultado do produto interno bruto (PIB) foi algo verdadeiramente descomunal. Mas se olharmos esse fato PROPORCIONALMENTE ao porte dos dois países (ultrapassante e ultrapassado),veremos que não temos o que festejar. Pelo contrário, impõe-se lamentação e vergonha pela simples comparação entre TODOS os outros índices sociais, econômicos e políticos envolvidos. Tanto a POPULAÇÃO, quanto o TERRITÓRIO do Reino Unido, são bem menores que os do Brasil. Enquanto a população de lá está em torno de 62 milhões de habitantes dentro de um território de 243.000 Km/2 ,o Brasil tem uma população de 190 milhões de pessoas e um território de 8,5 milhões de Km/2. Trocando em miúdos: o território do Brasil é 37 (trinta e sete) vezes maior e a população 3 vezes mais que a do Reino Unido. Também o PIB “per capita” deles é de US$ 35.000 e o do Brasil US$ 12.000. Portanto o brasileiro é 3 vezes MENOR. Mas não é só isso : como a concentração de renda é bem menor lá fora, as diferenças sociais entre as pessoas melhor e pior situadas no “ranking” social,que não podem ser medidas pelo PIB “per capita”, também e consequentemente são bem menores. Significa dizer : a distância entre as “extremidades” sociais no Brasil é muito maior do que poderia parecer mediante a simples comparação entre os respectivos PIBs “per capita”. Se o Brasil “ganhou” no trimestre em PIB,continuou perdendo nele “per capita” e muito mais ainda na distribuição das riquezas e renda , onde leva uma “goleada” do Reino Unido.
Mas mesmo aderindo ao critério dos marketeiros oficiais, comparando os países por eles mesmo escolhidos, os demais dados estatísticos já desmancham esse engodo. No IDH (índice de desenvolvimento humano) o Reino Unido está em posição privilegiada. E o Brasil? No 84º lugar. No “ranking” na OMS e gasto “per capita” em saúde, o Brasil fica na 72ª posição ; e na EDUCAÇÃO não fica por menos, está no 88º lugar. Todavia o mais chocante conflita com o discurso governamental de progressos sociais. O Brasil ocupa a 3ª PIOR posição mundial em DESIGUALDADE.
A comemoração desse resultado significa o mesmo que um elefante sentir-se superior a um animal de menor porte pelo simples fato de ser maior, desconsiderando a sua condição de “elefante”. Se válido fosse o critério escolhido pelos marketeiros de comparar o PIB do Brasil com o de outros países,evidentemente não poderia ter sido com o Reino Unido, de menor porte que o Brasil, porém, por exemplo, com os EUA, onde existem mais semelhanças (território, população, etc.),inclusive a “idade histórica” doa países. Seria até uma questão de ética. A ética que ocorre entre as categorias de boxeadores, onde as lutas são selecionadas entre contendores de pesos aproximados.
Mas de toda essa observação o que espanta mesmo é o fato do Poder Público ditar regras de “moral”para a sociedade civil em forma de leis. Agora,por exemplo, está na moda o Estado mobilizar todo o seu aparato repressivo contra os “infratores” assim definidos no tal de Código do Consumidor, como prática de “propaganda enganosa”. O setor produtivo da sociedade não pode atribuir aos produtos comercializados qualidades inexistentes ou defeitos ocultos. Penso até que se um dia resolverem instituir a pena de morte,os infratores desse código nesse item estarão sujeitos a enfrentar o “carrasco”.
Aqui fica uma pergunta: o “porte” da mentira governamental dirigida à toda a sociedade civil , por exemplo, em relação ao tal de “ 5º lugar no PIB” não seria muito maior ,mais grave e de mais danosos efeitos, que as “mentirinhas” punidas no código do consumidor ?
Devido à consciência de que por tais motivos, dentre outros, “o Brasil não deu certo”, e de que ,como diz o povo,”tamanho não é documento”, urge repensar o Brasil de modo a dividi-lo conforme acordos e conveniências regionais, reformulando as leis impeditivas e consultando os seus povos pela via plebiscitária.
Sérgio Alves de Oliveira é sociólogo, advogado, membro do GESUL (Grupo de Estudos Sul Livre)
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Comentários (38)
» Deixe seu comentárioque vergonha um sociólogo pensar assim. Vai lá abraçar teu tio Sam.
Caro colega de comentários, por favor, não leve para o lado emocional, partidarista ou pseudo-nacionalista a questão aqui abordada. A usurpação citada continua existindo em grande escala em nosso país, só observar todos os principais segmentos da economia, desde o agro-negócio, dominados por corporações estrangeiras. Ou seja, crescemos na mesma proporção do aumento da dependência econômica de outros países. O autor tenta mostrar a manipulação oficial que faz de tudo para igualar desenvolvimento com crescimento.
Faltou mencionar que:
1) Essa ultrapassagem se dá em um momento de declínio dos países capitalistas centrais.
2) O simples observar do PIB é tão enganoso que é incluído nele a riqueza que vai lá para fora, ou seja, a elevação do mesmo pode estar favorecendo muito mais os estrangeiros do que os brasileiros – ainda mais em um cenário de aprofundamento da desnacionalização da indústria brasileira.
O alerta do autor é pertinente, pena que ele tente suavizar a infâmia de setores empresariais com a infâmia das falácias governistas que, também faltou dizer, são difundidas, incentivadas e aplaudidas pelo imperialismo nos fóruns internacionais.
Grupo de Estudos Sul Livre???
Quando é que ficaremos livres desse tipo de mentalidade???
Concordo com o Luis Fernando, “Estudos Sul Livre”, o que vem a ser isso? Ora, todo mundo sabe que o PIB é a mera expressão da renda ou produto gerado num país num determinado ano. Só isso. O fato do Brasil ter alcançado o quinto lugar no ranking mundial é fato que invitavelmente viraria notícia. Como numa situação oposta, quando ocupávamos o 11º lugar no mesmo ranking, ou perdíamos posição era também noticiado. A China, com mais de um bilhão de habitantes e com PIB “per capita” extremamente baixo ganhou ares de “grande potência” por ter seu PIB crescido extraordinariamente e tem, ainda, muita miséria e renda péssimamente distribuída. Como o próprio PIB do Brasil que cresceu extraordinariamente no período pós segunda guerra até os anos 70, o “milagre da ditadura militar”, cantado em prosa e verso pela “grande” mídia cabocla Ora, comparar a Inglaterra com o Brasil (PIB “per capita”, distribuição de renda, etc), é um absurdo, não tem nada a ver. Os ingleses tem um “per capita” de mais de trinta mil dólares por que acumularam capital explorando dezenas de países num império “onde o sol nunca se punha” e que durou mais de cem anos. Fazer o que o Sérgio Alves Oliveira fez é numa linguagem jornalística pegar uma manchete como “gancho” para, oportunísticamente, baixar a lenha, dizendo que estamos muito mal na educação, saúde, habitação, etc, etc, sem considerar os importantes avanços que ocorreram nos últimos anos no país, apesar de virem acompanhados, reconheça-se, de mazelas. O papo do autor tem cara de FHC e faz a gente suspeitar que o “SUL Livre” é coisa do PSDB.
Que texto sem pé nem cabeça. Fala algumas obviedades e tira da cartola uma conclusão nada a ver com a história.
A política internacional é longe de ser democrática ou justa, ganha quem é mais forte e quem tem mais dinheiro. Por isso, mesmo que socialmente qualquer um saiba que o Brasil está muito atrás do Reino Unido, o crescimento do nosso PIB em relação à maioria dos países desenvolvidos é importante e decisivo pra que o Brasil consiga ter força pra defender seus interesses político e econômicos perante outras nações.
Mas pra quem quer que o Brasil SE DIVIDA e se enfraqueça, virando uma meia dúzia de países que para os quais ninguém vai dar bola deve ser difícil mesmo entender isso.
Grupo de Estudos Sul Livre é um grupo de pesquisa que milita pela separação do restante do país. No popular: “Se acham”. Sonham com a transformação do Rio Grande numa imensa fazenda, aonde a carne, seus derivados e a agricultura extensiva seriam as alavancas de um desenvolvimento que, aí, sim, colocaria o sonhado país entre as cinco maiores economias do mundo. Isso enquanto não houvesse seca. Aí, se socorreriam no Brasil, afinal, no passado “formamos um mesmo país”. É o mesmo pessoal que glorifica os Farrapos e que comemoram, ano após ano, aquela derrota. É o pessoal que, num devaneio alucinógeno, sonha com a volta das charqueadas e o comércio de pelegos e erva-mate. Uma economia baseada na agropecuária e de matriz carvoeira. Um primor de sustentabilidade.
Em 6 parágrafos eu percebi que o sujeito não é bom sociólogo nem advogado: fala que lei quer ditar moral, diz que o CDC é “de agora” e propõe plebiscito pra alterar cláusula pétrea. Deve querer separar o Brasil pra ficar mais fácil de vendê-lo em partes. Quando eu tinha 14 anos também achava incrível a ideia separatista… Queria ver se o 5º lugar no PIB tivesse sido conquistado no governo dos entreguistas da trupe do FHC.
Paulo Muzzel, acertaste no cravo. Se o autor não se mexeu, a outra foi na ferradura. Parabéns!
O PIB é uma medida, como qualquer outra. Tornou-se mundialmente aceito desde que a ECONOMIA NEOCLÁSSICA substitui substitua o clássico entendimento da ORIGEM DA RIQUEZA DAS NAÇÕES com base no VALOR TRABALHO .Para os neo-clássicos, patronos dos NEOLIBERAIS contemporâneos, o que importa é a RENDA, isto é, toda e qualquer remuneração, indiscriminadamente, dos ditos FATORES PRODUTIVOS, sejam do trabalho, sejam da propriedade. O PIB , enfim, é a somatória destas remunerações num território. Muitos países e analistas consideram que ele , embora como medida geral, não serve para medir sequer o que fica DISPONIVEL desta renda numa nação. Usam,para tanto o conceito de PRODUTO NACIONAL BRUTO, expurgado das transferencia ao exterior. Outros nem isso aceitam. Acho que devemos a KUNAR SEN a criação do IDH, hoje calculado pela ONU. Outros , como o Butão, preferemum INDICE DE FELICIDADE. Enfim… O PIB é enganoso, leva a equivocos de análise. É como dizer que alguém que ganha a SENA é DESENVOLVIDO. Errado. Pode até ser rico , mas a crônica está cheia destes sortudos que acabam perdendo tudo. Por fim, em toda a MODERNIDADE, o Brasil sempre teve um dos mais altos PIBs do mundo. Graças às exportações: açúcar, café, ouro, commodities. Náo é novidade…Veja-se por exemplo: http://www.paulotimm.com.br/site/pags/noticias3.php?id=74&layout=
Que vergonha, o Brasil ser 37 vezes maior do qua a Inglaterra e não estar no topo dos PIBs.É a maneira de nossa elite tratar o Brasil, bem como o apoio humanitário.Não basta ter um PIB gigantesco, há que se haver melhor ditribuição do mesmo.
O autor dessa reportagem é muito tucano.
Porrrrrcaria, como dizem os alemães daí!
O carrra é sociólogo?
Tá perrrdoado!
Parabéns Sérgio Alves de Oliveira.
Alguns comentários são cômicos. Na ditadura militar quem contrariava o regime era “comunista” e devia deixar o país (Brasil,ame-o ou deixe-o). Agora que os comunas estão no consórcio do poder quem os contraria é partidário do “FHC” ou “tucano”. Mas se continuarem copiando os poderosos daquela época,até concordo em “deixar o país (Brasil)”,desde que com meu povo mantenhamos o direito ao pedacinho de território que fica ao Sul,que é nossa verdadeira pátria.
Produto Interno Bruto em nada ajuda nos problemas sociais…
O PIB Brasileiro é maior do que o Britânico, no entanto, a vida do Brasileiro dificilmente será da mesma qualidade em relação a vida de um Britânico. o que vale é o índice de Desenvolvimento Humano….PIB? É pra “InglÊs ver!”
Não podemos comparar, analisar sim.
EUA, nasceu com projeto de pais.
Brasil segue sem projeto.
BRASIL
Independência : ano de 1822
27 Estados
População: 194 milhões
PIB 2011 : U$ 2,2 trilhões
Renda : U$ 12 mil
Divida Publica: U$ 1,4 trilhão (63%)
Crescimento 2012 : 1,6 %
Desemprego: 5,8%
IDH: 84º (muito baixo)
ESTADOS UNIDOS
Independência: ano de 1776
50 Estados
População: 308 milhões
PIB 2011: U$ 15 trilhões
Renda: U$ 48 mil
Divida Publica: U$ 13 trilhões (87%)
Crescimento 2012: 1,7 %
Desemprego: 8,2%
IDH: 4º (alto)
Se o Reino Unido construiu sua riqueza atráves de imperialismo e usurpando a do povo alheio, AO MENOS (NA PIOR DAS HIPOTESES) ele teve respeito para com seu povo, DIFERENTE DO BRASIL que EXPLORA E USURPA O PRÓPRIO BRASILEIRO…
Propaganda enganosa é este texto… o Brasil É sim a quinta economia mundial em termos de PIB.
O autor, maliciosamente, muda o ângulo da analise para PIB per capta e cola um monte de rótulos em quem ele não gosta.
Quer escrever uma analise sobre PIB per capta (perfeitamente pertinente), por favor! Precisamos mesmo!
Quer escrever artigos pseudo econômicos para atacar A ou B, e transformar uma análise pertinente em panfleto político? Sugiro voltar pro boteco.
Sempre assim. O Reino Unido é rico não porque tem IDH alto, indústria de ponta, população estudada, mas porque foi imperialista e sugou as riquezas do mundo. Claro, ninguém lembra que Austrália, Nova Zelândia e Canadá foram colônias desse terrível país (e que hoje são riquíssimos) ou que Taiwan, Coréia do Sul e Cingapura ficaram extremamente ricos sem nunca ter sido imperialistas, mas adotando instituições e sistemas econômicos que funcionam. Enquanto isso, o Brasil é pobre porque foi ‘vítima do imperialismo’ ou do ‘colonialismo norte-americano’ ou ainda da terrível ‘elite burguesa’. Falta de ferrovia e estradas ruins, excesso de imposto por conta de um Estado gigante, corrupto e inoperante e uma quase opressão às indústrias e conquistas por mérito não contam na equação de nosso subdesenvolvimento. Contra essas porcarias de instituições e se opondo a esse Estado excessivamente centralizado e sedento por dinheiro surge o movimento separatista do Sul- mas não, eles não são separatistas por causa do Estado ruim. É que não tem orgulho de seu país! Oh, são racistas! Ah, são reacionários! Se o movimento tem uma proposta de renovação estatal, ele deveria era ser louvado e tomado como exemplo! Pregam-se os valores que de fato levam ao desenvolvimento econômico, social e democrático. Caso algum de vós, defensores incondicionais do governo, nunca tenha dado uma lida nos ideários do movimento, recomendo que dêem- e claro, leiam sem preconceitos. Não é bom basear todas as suas idéias só no que a mídia diz…
Que comentário mais lamentável e lastimável. Como é que um brasileiro pode pensar dessa forma simplista e submissa.
Devemos comemorar sim,estarmos melhorando apesar da péssima colonização portuguesa que tivemos, ao contrário da América do Norte e Europa.
Nesses continentes devido à colonização mais avançada, a mentalidade dos povos sempre foi de melhorar, servir à pátria e dar valor ao que tem valor de fato ,e ali a possibilidade de surgirem cidadãos com idéias pessimistas e inferiores ,como o autor do artigo, são bem menores e prontamente rechaçadas pela população em geral. Assim é que eles evoluiram.
“desde que com meu povo mantenhamos o direito ao pedacinho de território que fica ao Sul,que é nossa verdadeira pátria.” Que posição infantil e excludente a do autor. O mundo devia lutar contra a separação, contra o nacionalismo, por um mundo onde todos se preocupem com todos e não apenas com aqueles de mesma nacionalidade. Esse texto, além de mal escrito, não passa de um aglomerado de desculpas que justifiquem a fantasia de superioridade que o autor alimenta.
Sr Roberto: você está errado. Quem tem idéias inferiores são aqueles que pensam que a população em geral deveria rechaçar a pessoa que pensa diferente. Caso não saiba, a sociedade é formada por indivíduos, e não formiguinhas que não tem vontade e opinião próprias e só trabalham em virtude de um Bem comum. Fascismo e comunismo querem obrigar a sociedade a agir e pensar desta maneira aí. Tendem a eliminar a idéia de ‘indivíduo’, em prol de um Bem superior- e o resultado é medido em crânios. E os europeus seguramente não tem essa concepção de mundo, pois já a superaram faz tempo. Estamos em uma democracia, e nela, a existência de conflitos de idéias são essenciais para que se evite que a maioria esmague o diferente (ou original, se assim preferir).
Além disso: A culpa de um país ser atrasado não é culpa de uma colonização boa ou ruim. Se assim fosse, países como Belize, Jamaica e África do Sul- além das outras inúmeras possessões inglesas- seriam desenvolvidos. Se o Brasil é atrasado, a culpa é do brasileiro, sim! Quem mandou não renovar as suas instituições e investir em educação desde cedo? Por que pagamos tanto imposto? Não adianta tentar empurrar a culpa para ‘a colonização portuguesa’. Como é que Portugal e Espanha (apesar da crise de agora) são países desenvolvidos? Afinal, tiveram colonização portuguesa e espanhola respectivamente, hehe. É que eles lutaram para acabar com suas instituições ruins- e conseguiram. Assim como as ex-colônias ricas da Inglaterra. O mesmo quanto ao Japão- que se renovou e se tornou potência mundial, apesar da Europa, em pleno século XIX. Que foi destroçado na segunda guerra, inclusive com duas bombas atômicas em seus centros industriais- e estão de novo aí, na crista da onda! Quando foi que o Brasil fez algo assim? Ora, entramos no século XXI e vemos um ministro do Supremo participando da mesma festa que um dos advogados dos réus de seu processo! E você diz que sou eu quem pensa de forma submissa?
É incrível o quanto os habitantes, os setores médios e até alguns intelectuais (inclusive progressistas) conseguem criar uma visão tão romântica quanto falsa dos países estrangeiros, em especial dos “países modelos”.
Vivemos em um momento onde as badaladas “terras das liberdades” vivem uma intolerância e repressão abertas contra o seu próprio povo e suas economias “prósperas” estão em frangalhos. E tem gente falando que eles têm instituições aperfeiçoadas e que estão na crista da onda!
Também fazem afirmações apologéticas passando por cima de contextos históricos para celebrar o progresso de países que foram devidamente financiados pelas potências imperialistas para isso (como Japão e Coréia do Sul) e se esquecem que esse mesmo imperialismo atuou para sabotar regimes que, mesmo nos marcos do capitalismo, buscavam um caminho independente.
Crítica razoável. O crescimento do PIB é motivo de comemoração? Claro!!! Entretanto, a comemoração DESCOMUNAL como citada é o ponto do questionamento, atrelada a questão de se atribuir este crescimento como evolução social. O que não existe! Foi apenas um crescimento no PIB, que deve ser comemorada, mas de pés no chão!
O ponto válido do texto é este.
Depois vem uma sequência de comparações evidenciando problemas que já estamos cansado de saber, e no final do texto, sabemos o porque destas evidenciações. GESUL! Apelou de forma fraca.
Por mim o texto parava no primeiro parágrafo.
Excelente texto.
Dividam o PIB pela população e, então, veremos que o Brasil é só um país “mais ou menos”. Não é dos piores, mas está muito distante dos melhores.
Tem mentiras bem danosas ao Brasil, mas o autor não se encontra, devido ao seu viés ideológico, em condições de vê-las.
Estacionamos 8 anos por causa delas no IDH e escorregamos para 14ª posição do PIB.
Se ele acha que não há o que comemorar com o 5º PIB mundial, deve ter achado ótimo os governantes que ele simpatiza terem nos empobrecido de 8º para 14º.
[...] provoked sociologist and lawyer Sergio Alves de Oliveira to respond on the website South 21 that Brazil also fares poorly on the Human Development Index, which [...]
Incrivel como certos setores retrogados da sociedade brasileira insistem em bancar o avestruz. Pior que isso, tentam com descaramento e manipulação ideológica tapar o sol com a peneira, enxergando um país que não existe e criando uma unidade mundial que jamais houve ou vai haver. Falar das entranhas do Brasil e dos seus defensores com sindrome de vira latas imbecilizados pela Globo (que eles dizem odiar) é remar contra a maré. Sérgio Alves de Oliveira é conhecedor profundo disto que se acostumou chamar de Brasil. Este amontoado de povos sempre explorados pelo imperador (ou imperatriz) de plantão, tem o direito sim de pensar no seu futuro e decidir livremente se desejam ou não manter esta união expuria, disfarçada de federação. Para não discutir o cerne da questão, os contrários a qualquer tipo de liberdade invocam “criações da globo” e como papagaios repetem “que a questão Sulista está centrada nas questões étnicas”. Será que ao menos um escapa desta teia tenebrosa da globo e consegue ver no horizonte, ao menos a possibilidade de um povo sonhar com sua liberdade? Tomara que sim, por que muitos já se decidiram e a luta continua… O SUL É O MEU PAÍS… Basta de Brasília… Basta de Brasil…
O GESUL segundo informações existentes na internet é um grupo que defende a autonomia não só do Rio Grande do Sul mas dos estados do sul em relação ao Brasil,(foi fundado em Santa Catarina). O que vem a ser essa “autonomia” não está bem claro. Será um movimento separatista? De toda forma, trata-se de uma visão estreita, caolha, preconceituosa, obscura. Parece que defende a separação do sul europeu do norte e nordeste índio, negro e mestiço. Também deve ter como motivação segregar a indesejável pobreza, mais concentrada nas regiões norte, centro-oeste e nordeste e de modo a construir um “Brasil 2″, depurado, mais “puro”. Sinais evidentes de preconceito racista. Alô, alô editoria do Sul 21, vê se escolhe melhor a turma dos artigos de opinião!!!
A classe trabalhadora só tem uma salvação. Apoiar uma comunidade intelectualizada descompromissada com a ideologia burguesa/sionista.
Sr.Paulo Muzzel, – Não consigo explicar se foi milagre da eletrônica , ou premonição paranormal,o fato de um comentário “anterior” (do “Celso”,dia 10,às 23:26 hs) se reportar a um “posterior” (o seu,dia 11,às 9:47 hs.). Tudo se encaixa na descrição do Sr.Celso. Não precisamos nem queremos cabeças como a do senhor,que mais combina com esses palhaços que estão pedindo votos na propaganda eleitoral. Sirva-se ali à vontade.
Não precisa empurrar pra baixo, já ta lá. Vide falcatruas
“cavalaria” que já corre para defender o “chefe”. Empurrar?
Se não fosse tudo o que esta acontecendo, vide Supremo, aí sim seriamos uma potência, por agora, no momento, é fixão.
O Ary fala em transformar o Rio Grande em fazenda, sendo que o movimento é Catarinense, e envolve os três Estados. Nem sabe o que diz.
O Magnus claramente é um esquerdista fanático, recuscitou o FHC. Claramente não aceita criticas, é a versão comunista do Regime Militar.
O Carlos Fernando vive no mundo da fantasia, pois ele disse “querem que o Brasil se divida em meia-dúzia de países que ninguém vai dar bola”. E é que dá bola pro Brasil mesmo?
A Graziela, defende o fim do nacionalismo e um mundo onde todos ajudem todos, nossa, e ainda disse que o texto é infantil.
Eu até compreendo que muitos dos comentários contrários sejam de Petistas ofendidos com a posição do autor sobre o crescimento do PIB, mas o fato é que o texto é realista(oque realmente importa é a riqueza per capita)
, e talvez colocado num momento errado (PT perdendo eleições em todo o país), mas acusar o autor de ser tucano, é no mínimo não ter condições de receber críticas. A propósito, eu não apoio nem PT nem PSDB, e não acho que o movimento separatista seja racista. Isso é apelação, típica da Rede Globo, aprendida por outras pessoas que dizem criticá-la.
As palavras do P. CESAR trazem muita luz à discussão. Como um dos soldados da causa libertária sulista,não gosto muito de usar o termo “separatismo”.Prefiro independentismo. Mas os que preferem nos chamar de “separatistas” devem saber que na verdade somos muito mais “unionistas” do que os outros que se dizem contra-separatistas. Mas queremos,sim,separação. Mas só JURÍDICA e POLITICAMENTE falando. Sob as óticas ECONÔMICA e SOCIAL pregamos a verdadeira UNIÃO com os demais povos do atual Brasil. Não queremos mais as “guerras” de hoje (fiscal,etc.) .Mas cada um agindo com sua própria SOBERANIA,e cuidando do próprio “nariz”.
Ótima visão sobre o PIB brasileiro, está de parabéns Sergio de Oliveira. Agora não consigo compreender a visão desses críticos ( se é que posso chama-los assim), pois sempre que é analisado a oposição da separação sulista sempre vem de povos que não pertence ao sul, e que dá para caracterizar como inveja, pois queremos e podermos nos separar, ao contrário deles (que não pertence à nossa cultura) serem contra nossa opnião e desejo, isso se dá pelo fato de serem fracos, vivem em contraversa consigo mesmos, defendem um sistema corrupto e ultrapassado, antes de acreditar que não consiguiremos chegar entre as maiores potencias. Tente apoiar as nossas ideologias, e na pratica verão se é possivel ou não. Aí sim poderam críticar nossa ideologia de separação. Já que para vocês que não pertencem à região Sul não vai afetar em nada.
Enganosa para os ignorantes e/ou mal intensionados, pois é perfeitamente compreensível, que mesmo tendo indicadores sócio-econômicos desfavoráveis em relação ao Reino Unido, tem-se que comemorar sim o fato de a economia do Brasil ultrapassar a daquela ex-potência imperialista, a qual construiu o seu lastro graças à usurpação da riqueza alheia. Vergonhosa é a posição desses “sempre prontos” a empurrar para baixo o nosso país numa clara atitude que denota o famoso “complexo de vira-latas”.