Cão Uivador
SIM à campanha eleitoral no Facebook. Viva a democracia!
Começou na última sexta-feira a campanha eleitoral de 2012. Será a primeira em que o Facebook é a rede mais utilizada pelos brasileiros: dois anos atrás, tal papel ainda pertencia ao Orkut; e o Twitter foi muito mais importante na briga por votos.
Ao mesmo tempo em que era aberta a “temporada de caça ao voto”, uma imagem começou a ser compartilhada por vários de meus contatos. Com uma mãozinha com o polegar para baixo (figura inversa à que simboliza o “curtir”), dizia “não à propaganda política no Facebook”. Não compartilhei, e uma das primeiras coisas que pensei foi em como responder àquilo.
Me pergunto: qual é o problema de alguém pedir voto pelo Facebook? “Propaganda indesejada”? Ora, até parece que ninguém nunca recebeu uma ligação de telemarketing, nem um spam via e-mail…
Comentários (3)
» Deixe seu comentárioO Facebook não deixa de ser um espaço público e, portanto, deve estar aberto a essas manifestações. Pessoalmente, se houver manifestações exageradas, simplesmente deixo de assinar as atualizações de um determinado contato.
O Facebook é composto por perfis privados, onde os donos tem a liberdade de filtrar e bloquear conteúdos indesejáveis.
Não consigo imaginar uma propaganda mais indesejável que a política.
A própria campanha do “SIM” já deixa claro o que as pessoas não querem. Por que então querer enfiar goela abaixo?
Espero que seja discutido o quanto é prejudicial a presença nefasta de religiosos como padres e pastores na política brasileira.
Esses religiosos so fazem bem ao Vaticano que administra a Igreja Católica e aos proprietários de organizações religiosas e seus profissionais.
Ôlho neles.