Impedimento
Nos pés de Oscar, na caneta do ministro
Por alguns destes fatores inesperados que reinam no futebol, os dois finalistas do Gauchão chegaram para decidir mais fragilizados do que já estiveram na competição. Enquanto o o Caxias estava sem atuar às ganhas desde a final do primeiro turno, o Internacional contava com desfalques de QUILATE, como Damião, D’Alessandro e Dagoberto, mas tinha Oscar, escalado pelo ministro Guilherme Caputo Bastos. A despeito destas questiúnculas, as esquadras acabaram proporcionando um jogo disputado e com POSSANTES alternativas e certamente agora estão todos tendo uma overdose de galeto ao primo canto, entoando “Ser Caxias é ser desportista” e brindando à fraternidade que impera no futebol.
Mesmo tendo passado o segundo turno tropicando em campo e inclusive demitindo o treinador campeão – medida que causou surpresa geral, mas que pode ser compreendida, não justificada, pelo fato de que Paulo Porto subiu no altar e passou a dizer que o time havia “perdido o foco”, o Caxias provavelmente ainda é o melhor time do interior, pois conta com jogadores bastante superiores à média do que se percebe no Gauchão. Por este motivo, os comandados de Mauro Ovelha impuseram extremas dificuldades ao Inter no primeiro tempo, adotando uma postura IMPERATIVA, tendando enfrentar os colorados na base do OLHO NO OLHO – o que nenhum time do Interior ousou fazer diante da dupla Gre-Nal no restante do campeonato.