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TJ-RS determina retirada de símbolos religiosos dos prédios da Justiça gaúcha

Foi acatado o pedido sobre a retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha.

Samir Oliveira
Atualizado às 18h46

Uma decisão unânime do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) determinou nesta terça-feira (6) a retirada dos símbolos religiosos das dependências da Justiça gaúcha. Foi a etapa final de um processo que havia começado no dia 7 de novembro de 2011, quando diversas organizações ligadas à defesa dos direitos dos homosexuais e das mulheres protocolaram no TJ o pedido de retirada dos crucifixos de suas repartições.

A primeira manifestação sobre o tema veio somente no dia 27 de janeiro deste ano, quando o então presidente do TJ-RS, desembargador Leo Lima, acatou o parecer do juiz-assessor Antonio Vinícius Amaro da Silveira, que utilizou o preâmbulo da Constituição Federal de 1988 para justificar a presença dos símbolos, sendo que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que esse trecho da Carta Magna não possui força normativa.

No preâmbulo, está escrito que a Constituição foi promulgada “sob a proteção de Deus”. O juiz-assessor também argumentou que a permanência dos crucifixos “se justifica em raízes predominantemente cristãs, que amoldaram a cultura deste país”.

Os autores da ação recorreram da decisão, que parou nas mãos do segundo vice-presidente do TJ-RS, desembargador Cláudio Baldino Maciel, que decidiu submeter o tema ao Conselho da Magistratura, entidade formada pela cúpula administrativa do Judiciário gaúcho. Maciel leu seu voto na sessão de hoje do conselho, que acompanhou integralmente a decisão de retirar os símbolos religiosos das dependências da Justiça no Estado.

Acompanharam a posição os desembargadores Marcelo Bandeira Pereira (presidente do TJ-RS), André Luiz Planella Villarinho, Liselena Schifino Robes Ribeiro e Guinther Spode. O tribunal irá esperar a decisão transitar em julgado para determinar a remoção dos símbolos religiosos na sede estadual do TJ e nas comarcas no interior do Rio Grande do Sul.

“É uma decisão histórica”, comemora Liga Brasileira de Lésbicas

A decisão do TJ-RS de retirar os símbolos religiosos das dependências da Justiça gaúcha foi provocada por uma ação de seis organizações ligadas à defesa dos direitos dos homossexuais e das mulheres: a Liga Brasileira de Lésbicas (LBL), o grupo Nuances, a ONG Somos, a ONG Themis, a Rede Feminista de Saúde e a Marcha Mundial de Mulheres. Junto com o pedido no TJ-RS, essas organizações também requisitaram a retirada de símbolos religiosos da Câmara Municipal de Porto Alegre, do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa.

Ana Naiara Malavolta, integrante da LBL no Rio Grande do Sul, avalia que a decisão do TJ-RS é “histórica” e irá reforçar os pedidos já feitos nos outros órgãos públicos. “É uma decisão histórica para a tratativa deste tema em nível nacional. Será positiva, inclusive, para avançarmos na cobrança nos outros espaços do Estado”, anima-se.

Crucifixo no topo do plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Ela acredita que o fortalecimento da laicidade do Estado é “fundamental para a continuidade da democracia no país”. E aponta que o maior desafio será pautar o assunto em nível nacional. “Há partidos políticos organizados em torno de religiões. No Congresso Nacional, que deveria ser o local de discussão mais profícuo, é onde temos menos espaço. As bancadas religiosas se organizam de forma muito articulada para que esse e outros debates não avancem”, critica.

A integrante da Liga Brasileira de Lésbicas destaca que o principal objetivo das ações protocoladas nos órgãos públicos é gerar a discussão sobre a presença dos símbolos religiosos nos espaços estatais e, portanto, a própria influência da religião no Estado brasileiro. “Por trás de um simples símbolo, há toda uma ideologia que trava um embate muito desleal com diversos segmentos, como o dos homossexuais. Até que ponto a moral religiosa deve influenciar de forma direta o Estado brasileiro em sua tomada de decisões?”, questiona. Malavolta cita como exemplo da influência religiosa no Estado a escolha, pela presidente Dilma Rousseff (PT), do senador e bispo evangélico da Igreja Universal, Marcelo Crivella (PRB-RJ), para ocupar o ministério da Pesca.

Na Câmara Municipal de Porto Alegre, o pedido de retirada dos símbolos religiosos está com a assessoria jurídica desde do dia 5 de novembro do ano passado. Na Assembleia Legislativa, a solicitação foi repassada pelo ex-presidente Adão Villaverde (PT) a todas as bancadas e o assunto não foi mais debatido. No governo gaúcho, o pedido aguarda um parecer da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos.

“Decisão será um farol que iluminará outras país afora”, comenta juiz

O juiz e doutor em Antropologia, Roberto Loréa, que sempre defendeu a retirada de símbolos religiosos das repartições públicas, acredita que a decisão do TJ-RS irá nortear posições em outros estados do Brasil. Apesar de ser uma decisão administrativa do Conselho da Magistratura do TJ-RS, Loréa entende que o voto do desembargador Cláudio Baldino Maciel servirá de fundamentação em outros casos semelhantes.

“A decisão do Conselho da Magistratura servirá como um farol que iluminará outras decisões país a afora. Os argumentos e a força do voto têm a capacidade de inspirar e subsidiar outras decisões da mesma qualidade”, opina.

Loréa já havia proposto, no Congresso Estadual da Magistratura, em 2005, que os símbolos religiosos fossem retirados das instâncias da Justiça gaúcha, mas acabou perdendo por apenas um voto. Ele entende que é preciso “encerrar a falsa ideia de que a retirada do símbolo de uma religião é uma ofensa” e argumenta que isso representa, na verdade, a possibilidade que de “as demais crenças não sejam discriminadas pelo Estado”.

O juiz considera que o efeito simbólico da decisão do TJ-RS “sinaliza que estamos num novo tempo” e aponta para a necessidade de o assunto ser debatido em outras instâncias do Estado, como nas escolas públicas, por exemplo, onde é comum a presença de símbolos católicos. “Imagina o filho de um pai de santo chegar numa escola pública e ver um crucifixo na parede. É uma violência simbólica enorme contra uma criança indefesa”, compara.

”O espaço público não pode ser marcado, como se pertencesse a uma religião”, aponta pesquisador

Doutor em Educação e professor da Ufrgs, Fernando Seffner é especialista em estudos que relacionam religião, sexualidade e políticas públicas. Para o pesquisador, a decisão do TJ-RS ajuda a “desnaturalizar” a presença dos símbolos religiosos nos espaços públicos.

“Determinadas questões culturais ficam naturalizadas. Na medida em que cada vez mais as pessoas acreditam ser natural a presença de cruzes em tribunais, deixam de perceber os efeitos que isso acarreta”, avalia, acrescentando que “o Brasil é um país cada vez mais diverso do ponto de vista religioso e muitos indivíduos que acorrem aos tribunais não têm identificação com a cruz cristã”.

Seffner ressalta que “o espaço público não pode ser marcado, como se pertencesse a uma religião” e acredita que postura do TJ-RS fará com que as pessoas se sintam mais à vontade no tribunal. “As pessoas precisam ser livres para portar os símbolos religiosos que acharem convenientes. Mas as paredes e os documentos dos espaços públicos não podem optar por uma religião”, defende.

Presidente da associação de ateus projeta “onda de laicidade” no país

Daniel Sottomaior diz que Justiça gaúcha não reproduziu argumentos pobres | Foto: Arquivo Pessoal

O presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA), Daniel Sottomaior, avalia que decisão do TJ-RS sinaliza um descontentamento cada vez maior da sociedade brasileira com as violações diárias contra o Estado laico previsto pela Constituição Federal de 1988. “Acredito que isso aponte para um novo norte. A sociedade começa a se assustar com a falta de laicidade do Estado. Espero que essa onda de violações da laicidade, que ocorre principalmente durante as eleições, seja sobreposta por uma onda de laicidade no Brasil”, defende.

Sottomaior comenta, ainda, que a postura do TJ-RS representa uma mudança dentro do próprio Judiciário, que costuma utilizar argumentos pouco jurídicos ao apreciar temas relativos à laicidade do Estado. “Vemos outras decisões que levam em contra o preâmbulo da Constituição ou as tradições do país. São argumentos muito pobres”, critica.

Confira abaixo trechos do voto do desembargador Cláudio Baldino Maciel

“Embora sejam ouvidas algumas vozes apontando para a irrelevância do tema ora tratado quando cotejado com as graves questões enfrentadas pelo Poder Judiciário brasileiro, não hesito em afirmar, em primeiro lugar, que o tema deste expediente é muito relevante, especialmente porque diz respeito a matéria regida pela Constituição Federal e porque se trata de refletir a respeito da relação entre Estado e Igreja em um país republicano, democrático e laico.”

“(…) hoje é fácil constatar a existência de uma política de concessão de rádios e televisões que, além de criar outros graves problemas (…), proporcionou a criação e a manutenção de uma bancada evangélica no Congresso Nacional, hoje com número e força suficiente para barrar a tramitação de qualquer projeto de lei que contrarie elementos de sua doutrina religiosa.”

“Ora, a laicidade deve ser vista, portanto, não como um princípio que se oponha à liberdade religiosa. Ao contrário, a laicidade é a garantia, pelo Estado, da liberdade religiosa de todos os cidadãos, sem preferência por uma ou outra corrente de fé. Trata-se da garantia da liberdade religiosa de todos, inclusive dos não crentes, o que responde ao caro e democrático princípio constitucional da isonomia, que deve inspirar e dirigir todos os atos estatais (…).”

“(…) não se trata de julgar forma de decoração ou preferência estética em ambientes de prédios do Poder Judiciário, senão de dispor sobre a importante forma de relação entre Estado e Religião num país constituído como república democrática e laica.”

“Nada impede que um magistrado, no interior de seu gabinete de trabalho, faça afixar na parede um símbolo religioso ou uma fotografia de Che Guevara.(…) no entanto, à luz da Constituição, na sala de sessões de um tribunal, na sala de audiências de um foro, nos corredores de um prédio do Judiciário mostra-se ainda mais indevida a presença de um crucifixo (ou uma estrela de Davi do judaísmo, ou a Lua Crescente e Estrela do Islamismo).”

“Ora, o Estado não tem religião. É laico. Assim sendo, independentemente do credo ou da crença pessoal do administrador, o espaço das salas de sessões ou audiências, corredores e saguões de prédios do Poder Judiciário não podem ostentar quaisquer símbolos religiosos, já que qualquer um deles representa nada mais do que a crença de uma parcela da sociedade (…).”

“Causaria a mesma repulsa à idéia de laicidade estatal, por exemplo, a ostentação, em um altar de Igreja católica, do brasão do Estado do Rio Grande do Sul.”

“O cidadão judeu, o muçulmano, o ateu, ou seja, o não cristão, é tão brasileiro e detentor de direitos quanto os cristãos. Tem ele o mesmo direito constitucionalmente assegurado de não se sentir discriminado pela ostentação, em local estatal e por determinação do administrador público, de expressivo símbolo de uma outra religião, ainda que majoritária, que não é a sua.”

Comentários (76)
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Comentário de: papista | 6 de março de 2012 | 17:30

Ora, o Estado não tem religião. É laico. Assim sendo, independentemente do credo ou da DESCRENÇA pessoal do administrador, o espaço das salas de sessões ou audiências, corredores e saguões de prédios do Poder Judiciário podem ostentar quaisquer símbolos religiosos, já que A AUSÊNCIA DELES qualquer um destes representa nada mais do que a DESCRENÇA de uma parcela da sociedade, circunstância que demonstra preferência ou simpatia pessoal incompatível com os princípios da impessoalidade e da isonomia que devem nortear a administração pública

pq esta minha lógica estaria errada ?

Comentário de: Diego | 6 de março de 2012 | 17:52

Caro papista, a sua lógica está errada pois parte de uma premissa equivocada. Não é verdade, como você diz, que a ausência de símbolos representa a descrença. A ausência de símbolos na verdade representa o respeito pela crença e descrença de todos.

Comentário de: Elizeu JM Chiogna | 6 de março de 2012 | 18:02

O que adianta ter um crucifixo ou uma bíblia nestes ambientes se ninguém prática de fato a fé em Cristo? Ai isso não passa de uma ornamentação qualquer.
Deus está em nossos corações e em nossas orações.

Comentário de: Pedro Carraro | 6 de março de 2012 | 18:17

Lamento profundamente esta decisão equivocada do TJ. Mais uma vez, o TJ mostrou-se sensível à argumentações superficiais e contrárias ao desejo da maioria da população. Mas não é novidade, basta lembrar o juiz que recentemente decidiu revogar um termo pejorativo dos significados de uma palavra. E, por fim, não custa esquecer que, se estamos discutindo isto, é justamente porque somos fruto da civilização cristã.

Comentário de: camila | 6 de março de 2012 | 18:36

Já era a hora dos tribunais começarem a respeitar o descrito na Constituição. O Estado é laico e garante a liberdade de crença. Se não podemos manter todos os símbolos religiosos de todos os brasileiros (mesmo daqueles que não creem), então, não se mantém nenhum, para não privilegiar uns em detrimentos de outros. Nem o fato da maioria do povo ser cristão justifica a manutenção dos crucifixos, já que uma democracia não é uma ditadura da maioria. Caso contrário, por que lutamos tanto para que minorias tenham seu espaço? Por que temos carteiras escolares para canhotos, ônibus adaptados para deficientes físicos, remédios especiais para detentores de doenças raras? O Estado Democrático de Direito deve a todos respeitar proteger. Ótima e pioneira iniciativa de nosso Tribunal de Justiça!

Comentário de: Joel Santos Corrêa | 6 de março de 2012 | 18:55

O Juiz Lorea, se esconde em uma matéria que nada tem haver com sua alçada. Cabe a este juiz, nao apenas apontar a laicicidade do estado. Mas, em suas decisões equivocadas que beiram ao autoritarismo na vara de violência domestica do Rio Grande do Sul, fazer com que os princípios constitucionais sejam respeitados tanto para a ofendida quanto ao ofensor. Vergonha é o Lorea para o Judiciário Gaúcho. Eu diria mais. Incompetente para o cargo.

Comentário de: Itamar Maschio | 6 de março de 2012 | 19:32

É apenas uma questão de cumprimento da Lei. se a Carta Magna define o Brasil com um Estado laico, nada mais justo o fim da presença de símbolos de qualquer manifestação religiosa.

Comentário de: Adriano Faria | 6 de março de 2012 | 20:07

Belíssimo voto do Dr. (este merece o doutor) Cláudio. Damos um passo atrás no fundamentalismo. Vou abrir um espumante na esperança que a decisão se estenda a outros setores da sociedade. Estou muito, muito feliz com esta decisão revolucionária. O país avançou hoje. Parabéns a todos, mas parabenizo especialmente a Liga Brasileira de Lésbicas.

Comentário de: Fernando | 6 de março de 2012 | 20:10

Ótima decisão…mas na prática, o que muda? Tiraram um “móvel’ das salas. Tá, e daí?
Quero saber é quando vão deixar de pagar os penduricalhos ilegais nos contracheques dos juízes e desembargadores.

Comentário de: Adriano faria | 6 de março de 2012 | 20:20

Hoje eu estou tão orgulhoso de ser gaúcho que pareço a RBS.

Comentário de: Olavo | 6 de março de 2012 | 21:22

Cumprimentos efusivos à justiça gaúcha, decisão acertada e histórica, como dizia Marx “o estado não tem religião quem tem são os homens do estado”.

Comentário de: BRASIL | 6 de março de 2012 | 21:22

Um dia de grande orgulho para o Brasil. Quem sabe agora o Brasil começa a se valorizar e dar exemplo para o mundo!
Esse cristianismo que foi empurrado garganta abaixo mediante a truculência da Inquisição.
Viva !!!!!!!!!!!!

Comentário de: Eneida Melo | 6 de março de 2012 | 22:14

E viva o Estado laico.

Comentário de: José | 6 de março de 2012 | 22:38

A pessoa que cita a nossa Constituição em favor da decisão, não deve ter lido o Preâmbulo da mesma onde se evidencia o caráter de um Estado laico porém o devido respeito ao Deus superior.
Segue: “Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, SOB A PROTEÇÃO DE DEUS, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.”

Pingback de: Vitória (mesmo que parcial) do Estado laico | Cão Uivador | 6 de março de 2012 | 22:45

[...] Hoje, a Justiça do Rio Grande do Sul tomou uma decisão histórica. Por decisão unânime do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado, foi determinada a retirada dos símbolos religiosos (leia-se crucifixos) dos espaços públicos pertencentes ao Judiciário gaúcho. O processo fora protocolado em novembro passado por organizações de defesa dos homossexuais, e inicialmente rejeitado com base no preâmbulo da Constituição Federal de 1988 – que segundo o STF, não possui força normativa. [...]

Comentário de: Pedro Carraro | 6 de março de 2012 | 23:15

Qual será o próximo passo da LBL? Provavelmente com a mesma argumentação pedirão o impedimento de juízes que não sejam notadamente ateus ou agnósticos…

Comentário de: Victor Luiz Barcellos Lima | 6 de março de 2012 | 23:44

Verdadeiramente laico, secular ou profano é o Estado cujos dirigentes não se deixam impressionar por símbolos religiosos. Não afronta a lei, o senso médio, e quaisquer religiões a existência de um crucifixo em prédio público. Igualmente não se pode imaginar de que modo um símbolo religioso possa atentar contra o sexo de alguém.

Comentário de: Etiele | 7 de março de 2012 | 0:09

Eu acho perfeita essa decisão, já estava mais que na hora… sempre vai existir os insatisfeitos, mas estamos em um país de minorias, e não de maiorias… se a maioria do país é cristão, isso não significa nada, a ausencia do crucifixo não significa descrença, e sim o respeito por outras crenças! Devemos respeitar mas também ser respeitados por nossas escolhas e crenças, nosso próximo passo é a laicidade em escolas públicas! Espero muito que isso se espalhe pelo resto do Brasil… parabéns Rio Grande do Sul, hoje tivemos um grande avanço!

Comentário de: Andréia | 7 de março de 2012 | 1:04

Acho ótimo, se o Estado é laico não deve ostentar símbolos religiosos nos prédios Públicos.
Também estão tentando retirar o “Deus seja louvado” das cédulas de real, espero que aconteça.

Comentário de: Alexandre Migueles | 7 de março de 2012 | 3:01

Isso é apenas pontuar, com atraso, o óbvio em um Estado Laico, aonde os espaços públicos pertencem a todos e não a “uma maioria cristã”.
Agora só falta aprovar de vez as leis que proíbam partidos de cunho religioso ou políticos representantes de religiões de serem candidatos, para que, de uma vez por todas, possamos estar sujeitos às leis de um Estado e não de algumas religiões que não cremos.
A democracia, sim, se faz com a maioria dos votos, mas as imposições das religiões não, ainda mais com influências nas leis… lugar de religião é do Templo pra dentro!

Comentário de: Fernanda | 7 de março de 2012 | 4:11

Parabéns! A Constituição Federal, que rege nosso país, está começando, finalmente, a ser respeitada. Estado sempre laico!

Comentário de: Itamar Maschio | 7 de março de 2012 | 8:38

Vejo aqui argumento de todosos tipos, de quem defende a permanência de síbolos religiosos em órgãos públicos. A maioria do povo brasileiro é católico e/ou cristão. É uma tradição secular.
Para mim esses argumentos são pífios, pois vivemos numa democracia onde todos tem seus direitos iguais, maiorias e minorias. Defender a permanência desses símbolos sob o prisma da existencia de uma maioria cristã é desprezar e desrespeitar as crenças de uma minoria não cristã ou ateus.
Defender a permanência desses síbolos sob o argumento de ser uma tradiçào secular também é pouco seguro, pois não é apenas por uam tradição ser secular que a torna certo. Se apenas por ser uma tradição secular a justificaria, então ainda viveríamos em um mundo onde mulheres, negros, índios, entre outras nem ao menos teriam o direito de voto, sendo que as primeias ainda deveriam viver sobe o jugo de seus maridos.
Defender a permanência dos símbolos religiosos é um direito, ams por favor o façam com argumetos sólidos, se é que eles existem.

Comentário de: Twiaj | 7 de março de 2012 | 8:41

Acho coerente a posição do TJRS em retirar os crucifixos das salas de audiência, pois seriam muito hipócritas darem decisões que fogem e muito do ideal cristão. Agora eu queria saber se vão retirar símbolos de religiões pagãs também, como a deusa Themis do tribunal, ou retirar o nome do programa que gerencia os processos judiciais chamado Themis? Seria mais coerente o Tribunal de Justiça aproveitar os espaços dos crucifixos retirados para mostrar a verdadeira cara deste Tribunal, colocando o compasso e o esquadro afixado nas salas de audiência ou Baphomet! Quer dizer que a população tem de ter opinião política desvinculada da religião, mas os donos de poder podem se reunir nas suas Lojas para decidir os rumos do país!! Parabéns presidente do TJRS pelas suas máscaras invisiveis a maioria da população!

Comentário de: Elton Castro | 7 de março de 2012 | 9:16

Viva. Uma vitória simbólica que nos enche de esperança de vermos o respeito à todas as diversas e diferentes religiões, bem como como o respeito aos descrentes, tornar-se realidade. Auspiciosa decisão neste momento em que uma certa categoria de políticos espertalhões tentam se utilizar de Cristo como seus cabos-eleitorais (combinaram com Ele antes?), propondo leis que visam transformar o Brasil em uma espécie de Irã cristão.
Lindo o voto do desembargador, aliás.

Comentário de: Vinícius Cerqueira | 7 de março de 2012 | 9:25

Como católico e como defensor do Estado Laico, creio que a decisão foi acertada. Os símbolos religiosos não deveriam estar nos lugares públicos.
Resta aos católicos (e cristãos em geral) focalizar energias no esclarecimento dos fiéis para que estes possam, democraticamente, como cidadãos, escolher melhor em quem votar. Assim como os gays, as feministas e os demais militantes de esquerda orientam suas escolhas políticas por determinadas pautas e valores, os cristãos devem fazer o mesmo. Respeitando o Estado Laico, devemos apoiar candidaturas que defendam (de forma irrestrita) a vida humana, a família e os valores que compartilhamos. Não podemos fazer nada a respeito do judiciário, todavia é possível – através do voto consciente – nos fazer representar no executivo e no legislativo. Nesse contexto, é fundamental criar incentivos para que os candidatos declarem suas convicções e se manifestem sobre temas que nos interessem. Somos soberanos em relação ao nosso voto e isso significa que ninguém pode arbitrariamente estabelecer o que é ou não importante para nossas escolhas. Este ano tem eleições e podemos mostrar ao Brasil, através do nosso voto, a nossa força.

Comentário de: Luiz Siq | 7 de março de 2012 | 10:06

O catolicismo promoveu a ciência-“Nos últimos 50 anos”, afirma o professor Thomas E. Woods, Jr., “virtualmente todos os historiadores da ciência… chegaram à conclusão de que a Revolução Científica se deveu à Igreja”..J.L. Heilborn da Universidade de Califórnia em Berkeley escreve que: “A Igreja Católica ajudou mais que ninguém financeira e socialmente ao estudo da astronomia por mais de seis séculos, da recuperação dos estudos antigos durante a última etapa da Idade Média até a Ilustração”. Bem mais do que o povo hoje tem consciência, a Igreja Católica moldou o tipo de civilização em que vivemos e o tipo de pessoas que somos. Embora os livros textos típicos das faculdades não digam isto, a Igreja Católica foi a indispensável construtora da Civilização Ocidental. A Igreja Católica não só eliminou os costumes repugnantes do mundo antigo, como o infanticídio e os combates de gladiadores, mas, depois da queda de Roma, ela restaurou e construiu a civilização”. [Woods, 2005, pg. 7]

Comentário de: Jorge Nunes | 7 de março de 2012 | 10:13

Carta Encíclica do Papa Leão XIII-Libertas Praestantissimum (Sobre a liberdade humana)-Exórdio: Excelência e conceito da liberdade.1. A liberdade, excelente bem da natureza e exclusivo apanágio dos seres dotados de inteligência ou de razão, confere ao homem uma dignidade em virtude da qual ele é colocado entre as mãos do seu conselho e se torna senhor de seus atos. E o que, todavia, é principalmente importante nesta prerrogativa é a maneira como ela se exerce, porque do uso da liberdade nascem os maiores males, assim como os maiores bens. Sem dúvida, está no poder do homem obedecer à razão, praticar o bem, caminhar direito ao seu fim supremo. Mas pode também seguir outra direção diferente, e, seguindo espectros de bens falazes, destruir a ordem legítima e correr para uma perdição voluntária. Capela

Comentário de: Pedro Carraro | 7 de março de 2012 | 10:13

Preocupado… a retirada de significados de palavras nos dicionários (MPF via procurador Cléber Eustáquio Neves, em Uberlândia, MG); o aparelhamento da BM (promoção por indicação, não por merecimento: um doutorado valerá 1,6, a indicação valerá 18!); e agora a retirada dos crucifixos nos prédios da Justiça (com a mesma argumentação, em breve pedirão o impedimento de juízes notadamente não ateus ou agnósticos). A distopia (a novilíngua e o duplipensar) de 1984 de Orwell se aproxima.
E tudo por retaliação: “Ana Naiara Malavolta, da Liga Brasileira de Lésbicas (grupo que ingressou com a petição), admite que o pedido é uma resposta dos gays ao que consideram “perseguições sistemáticas movidas por fundamentalistas religiosos” em várias partes do Brasil. ZH 07/03/12, pág. 34.”

Comentário de: Ernesto | 7 de março de 2012 | 10:34

O dia em que essas “associações” manifestarem expressamente que irão exercer atividades em feriados religiosos – corpus christi, 12 de outubro, sexta-feira santa, etc – aí talvez haja um pingo de legitimidade nessa discussão.

Comentário de: Adriano Faria | 7 de março de 2012 | 10:35

Proponho uma imensa FOGUEIRA DE CRUCIFIXOS numa grande festa.

Comentário de: papista | 7 de março de 2012 | 11:44

como e ? eu vou num predio publico ONDE RETIRARAM AS CRUZES e não queremq eu saiba q eles são descrentes….
se o juis crente é akela q tira as cruzes
imagina o descrente …….

Comentário de: Laurindo B. Jr. | 7 de março de 2012 | 12:17

Napoleão dizia: “os que se dizem oprimidos, querem oprimir”!

Comentário de: Paulo Lins | 7 de março de 2012 | 12:20

Testemunho do Pe. Bernard O’Connor:um sacerdote canadense, estava em Roma enquanto o diretor Ron Howard filmava a obra.Escreveu o Artigo “Inside the Vatican” (Dentro do Vaticano)-Um dos trabalhadores lhe disse: “a Igreja miserável está contra nós outra vez e nos está causando problemas”.Logo,falando de seu amigo Dan Brown, acrescentou “como muitos de nós,ele com frequência diz que faria algo para demolir esta detestável instituição, a Igreja Católica. E triunfaremos. Já verão”.Quando o Padre O’Connor lhe pediu que precisasse suas afirmações, o oficial de produção disse “ao final desta geração não existirá mais a Igreja Católica, ao menos não na Europa ocidental.E em realidade os meios merecem muito crédito por seu desaparecimento”.Este sujeito também mencionou o papel que algumas universidades jogaram para minar o catolicismo.

Comentário de: neusa | 7 de março de 2012 | 13:50

Só espero que aqueles (ou ‘aquelas’) que não querem ser ‘constrangidos’ (‘as’) por uma peça de decoração, porque esses símbolos não passam disso, já que o Senhor Jesus VIVE e reina absoluto, não venham a CONSTRANGER os demais (a maioria) com as idéias próprias e particulares deles (ou delas). Como por exemplo, impor a uma mãe de família que a educação de seus filhos deva ser confiada a pessoas com idéias e ideais diversos, sob o pretesto de que essa mãe estaria cometendo ‘crime de discriminação’.
Espero que permitam as famílias usufruir da mesma liberdade que buscam, e não medem esforços para reivindicar.
Espero, também, que utilizem a mesma medida, e não se insurjam, e não façam qualquer alvoroço, quando as famílias (pai/masculino, mãe/feminino e seus filhos biológicos) não aceitarem mais uma ‘babá’, porque constataram que ela (a babá) está incutindo na cabeça de seus pequenos idéias contrárias àquelas que norteiam o ‘estatuto interno’ da família.
Espero mesmo.
Se ouve muito falar em direito das MINORIAS, tanto e tanto, que a MAIORIA está pensando em criar um movimento para defender os seus próprios direitos, porque se continuar assim, daqui a pouco, a maioria perderá a sua liberdade.
Estará OBRIGADA e CONSTRANGIDA a viver da forma que agrade aos pequenos grupos, que representam os segmentos mais diversos, mas não a sociedade como um todo.
Espero que a sociedade não seja constrangida a engolir (boca a baixo) tudo que é bom para poucos, sem que seja questionado se está bom para o grande grupo.
Enfim, espero…
E que Deus se mantenha no controle de TUDO.
Obrigada pela oportunidade.

Comentário de: neusa | 7 de março de 2012 | 13:54

COMPLEMENTANDO O MEU COMENTÁRIO, digo que concordo com NAPOLEÃO e com o LAURINDO (VIDE COMENTÁRIO ACIMA).

Comentário de: jonas /RS | 7 de março de 2012 | 15:04

Quem sabe agora a justiça seja mais a de Deus que a dos homens. E quem sabe aí mesmo é que a coisa fique feia pra quem não nem dos gosta de símbolos que a representem. Outra coisa: Porque foram as lésbicas a pedirem e não os gays em geral? Será que até aí elas são mais machos que eles?

Comentário de: Paulo Fernandes Teixeira | 7 de março de 2012 | 15:32

Quero comprimentar o conselho de justiça que ganhou a primeira batalha por um estado laico, retirando o crucifixo ds paredes.
Mas mas a guerra só vai ser ganha quando mudarem o nome de todos os estados, cidades, municipios etc… que tiverem nomes de santos ou que lembrem um motivo religioso.E e a vítoria final será quando implodirem o cristo redentor , no rio de janeiro.
Parabéns a todos pelo inicio de nova guerra santa, tirem o crucifixo e depois , quem saibam coloquem o pentagrama

Comentário de: Paulo Fernandes Teixeira | 7 de março de 2012 | 15:37

Gostaria de saber para quando está programada a retirada da escultura da deusa Temis da fachada do tribumal de justiça do RGS.

Comentário de: Ricardo | 7 de março de 2012 | 15:41

Imagino que a bancada greco-romana do Congresso vai ficar indignada se retirarem a deusa Themis do TJ.

Não sejam obtusos. Essa comparação é ridícula e descabida.

Comentário de: Denis | 7 de março de 2012 | 16:51

“Gostaria de saber para quando está programada a retirada da escultura da deusa Temis da fachada do tribumal de justiça do RGS.”…gostei da proposta…chega de entidades pagãs posando de donas da verdade. No prédio da prefeitura também.

Comentário de: Vinícius Cerqueira | 7 de março de 2012 | 16:54

Discordo, Ricardo. (15:41). Se o objetivo é ligitimar o Estado laico a questão proposta por Paulo Fernandes (15:37) merece ser investigada com maior rigor e menos preconceito. Se isso não ocorre fica difícil estabelecer um critério para a remoção dos simbolos religiosos.

Comentário de: Paulo José Ribeiro | 7 de março de 2012 | 17:24

Para mim, ter crucifixo em tribunal equivale a ter um juiz de futebol apitando um jogo com a camisa de um dos times hehehe
Imaginem um ateu que processou um cristão (seja por qual razão for) ver, na audiência, um crucifixo pendurado na parede atrás do juiz?

Ah, e a quem citou o preâmbulo da CF, eu pergunto: só existe deus cristão?

Comentário de: César Bento | 7 de março de 2012 | 17:24

Quem não acredita em deuses não gosta de ver os poderes da República serem marcados com um símbolo CATÓLICO (pois os protestantes não utilizam o crucifixo) Quem acredita em algum deus, não precisa se preocupar em não haver alguma imagem, pois o deus estará presente de qualquer maneira.
Os feriados são definidos por Lei, a colocação de crucifixos em predios públicos são uma decisão autocrática dos dirigentes. Se os feriados, religiosos ou não, forem revogados, TODOS irão trabalhar. Do contrário, ninguem vai ser idiota de ficar na porta do serviço em nome de uma suposta coerência.

Comentário de: Ricardo | 7 de março de 2012 | 17:38

Vinícius, ninguém cultua Themis no RS. Themis não é objeto de culto dos magistrados – ao contrário do crucifixo, que representa uma linha religiosa altamente atuante sobre nossa sociedade. A mitologia grega só existe em livros de história e não influencia ninguém – inclusive porque Themis representa a justiça em TODOS os tribunais e cartórios do ocidente, não é um capricho de meia dúzia de juízes. Comparar ambos é um argumento pobre, que mistura alegremente coisas que nada tem a ver uma com a outra.

Comentário de: Ernesto | 7 de março de 2012 | 17:54

“Do contrário, ninguem vai ser idiota de ficar na porta do serviço em nome de uma suposta coerência.”

Ou seja, ser coerente = idiota.

O próprio TJRS, não fecha as portas para serviço interno, em feriados. Logo, se alguma das lésbicas, ou ateus que por lá trabalham, quisessem tanto um estado laico, deveriam trabalhar nos feriados RELIGIOSOS.

Aumentaria a eficiência da prestação jurisdicional, enquanto o congresso – assembléia ou câmara – não legislam retirando a “qualidade” de feriado de tais dias.

Comentário de: Paulo Lins | 7 de março de 2012 | 20:18

p/ Paulo Jose Ribeiro

Realmente no Brasil, nascido sob uma Cruz, e em sua imensa maioria Catolica Apostolica Romana, e que ninguem pode negar que o cristianismo norteou o avanço para uma sociedade democratica ocidental, existe somente um unico DEUS!Para não constranger minorias que destino esta reservado ao Cristo Redentor e a constelação Cruzeiro do Sul?
“Pouco se fala do comunismo em Cuba,da Coréia do Norte,do Camboja,Mianmar,Vietnã,Índia,Arábia Saudita entre outros países do mundo muçulmano,hindu e do antigo bloco socialista,onde crer em Jesus Cristo é quase um atestado de óbito.Como já escrevi,mata-se mais pela ausência de Deus do que quando se usa Ele como justificativa para cometer crimes.Para terminar com esse artigo desejo à todos a paz de Cristo e o amor de Maria Sempre Virgem ! Profº Felipe Aquino,Ed Cleofas”

Comentário de: Vinícius Cerqueira | 7 de março de 2012 | 20:29

Prezado Ricardo,
“A mitologia grega só existe em livros de história e não influencia ninguém”

Pela sua argumentação a presença de símbolos em espaços públicos seria função (inversa) do grau de influencia de determinada crença sobre o conjunto da sociedade? Mas isso não é contraditório com a própria definição de Estado laico, na medida em que discrimina (pela exclusão de seus símbolos) uma determinada crença pelo fato de esta possuir muitos seguidores?

Sou favorável ao Estado laico, porém sabemos bem que outras variáveis contribuíram para este evento. Parece ser uma espécie de resposta aos católicos pelo comportamento e escolhas democráticas conservadoras.

Comentário de: Luís CPPrudente | 7 de março de 2012 | 20:50

O Estado brasileiro é laico, então não pode ter nenhum símbolo religioso exposto nos prédios públicos. Ou então que se exponha os símbolos de todas as religiões, dos ateus e agnósticos em condições de igualdade.

É mais fácil retirar os símbolos. Quanto aos feriados religiosos, se eles existem e já fazem parte de nossas tradições (e para o bem de nós trabalhadores de qualquer religião, ateus e agnósticos) eles devem ser mantidos para incrementar o turismo e o comércio!!!!!

Símbolos religiosos não!!!!!!! Feriados religiosos sim!!!!!!

Comentário de: Luís CPPrudente | 7 de março de 2012 | 20:54

A Páscoa é um feriado religioso onde milhões de trabalhadores descansam, além de consumirem ovos de Páscoa, teoricamente produzidos pelo Coelhinho da Páscoa!!!!!!!

Comentário de: Jonathan | 7 de março de 2012 | 20:55

Para quem não entendeu ainda,é simples.
o estado deve ser laico,ou seja,não está envolvido com qualquer religião,para que por motivos obvios seja imparcial.
E apenas um começo, acredito que a frase ‘Deus seja louvado’ na nota de real desapareça também
São também principios de respeito,por exemplo,acredito que ninguem aqui gostaria de ver uma galinha preta decepada em praça publica em um ritual religioso,parecem coisas distintas,mas o princípio é o mesmo.

Comentário de: Luís CPPrudente | 7 de março de 2012 | 20:58

Corpus Christi é um belo de um feriado que ocorre no mês de junho. Nesse feriado os trabalhadores podem descansar ou fazer turismo visitando as cidades que promovem os famosos tapetes de ruas com diversos temas!!!!!!

Comentário de: Luís CPPrudente | 7 de março de 2012 | 21:05

O Natal é uma outra data importante, que movimenta a economia do país em dezembro, pois nesse período o Papai Noel distribue presentes para alguns. E como o Papai Noel é um só e não pode atender todas as pessoas ao mesmo tempo, os que não foram atendidos pelo Papai Noel têm que comprar os presentes e distribuir no Natal. Portanto, este feriado é de muitíssima importância para os trabalhadores, que podem descansar no dia 25 ou praticar turismo.

Então concluo que muitos feriados religiosos têm que ser mantidos para o bem de nós trabalhadores, do Turismo e do Comércio! Viva os feriados religiosos!!! Mas que fique claro que sou contra a presença de símbolos religiosos nas repartições públicas!!!!!

Comentário de: Rosi | 8 de março de 2012 | 0:48

É, bem se vê que está chegando o final dos tempos. Para satisfazer os modismos grita-se “viva o estado laico; fora os crucifixos, etc, etc”. Mas na hora do desespero, esses mesmos recorrem ao crucifixo, a Jesus e tantos santos e mártires que viveram neste mundo cada vez mais pervertido. Ervas daninhas, discípulos da maldição. O mundo está indo pro ralo por falta de pessoas de fé. A europa está em decadência e por coincidência também renegou sua crença cristã. Quanto mais eu observo os humanos, mais admiro os animais.

Comentário de: Eugênio | 8 de março de 2012 | 5:09

Neusa
Se existe alguém constrangendo alguém, não são aqueles que defendem um estado laico. Quem sempre constrangeu e continua querendo constranger são os que defendem a sua fé religiosa e a “peça de decoração” que veneram, como norma e símbolo a serem impostos a todos, indiscriminadamente.
Uma coisa que vc como crente não entende é que essa sua convicção de que o “Senhor Jesus VIVE e reina absoluto” é uma convicção só para vc e para os que pensam como vc. Para quem não acredita nisso, como eu, um ateu convicto, isso não passa de uma pretensiosa afirmação de quem sente-se portadora de uma verdade absoluta ou, quanto muito, de uma crendice.
Ninguém quer impor a uma mãe de família que deixe de educar seus filhos de acordo com suas convicções. O exemplo que vc trás não é pertinente, pois poucas pessoas hoje podem contratar uma “babá”, para ficar “incutindo na cabeça de seus pequenos idéias contrárias àquelas que norteiam o ‘estatuto interno’ da família”.
O que é inaceitável, isso sim e sob qualquer ponto de vista, é uma mãe esperar que seus filhos sejam educados numa escola por outras pessoas de acordo com o “estatuto interno da família” ou dentro de uma visão religiosa que não condiga com as crenças das pessoas que educam. Principalmente se essa escola for pública. Assim como vc quer respeito por suas crenças, deve respeitar as cresças dos outros. E, inclusive, o direito de quem não crê.
Vc espera “que a sociedade não seja constrangida a engolir (boca a baixo) tudo que é bom para poucos, sem que seja questionado se está bom para o grande grupo”. Mas “engolir” o que de quem, Neusa? Das lésbicas? Ou desses vereadores criminosos, que açulados por esse padre canalha fizeram isso?
http://sul21.com.br/jornal/2012/03/cidade-goiana-retira-atendimento-a-casos-de-aborto-previstos-no-codigo-penal/
Ou isso: http://sul21.com.br/jornal/2012/03/nao-cabe-cura-para-quem-nao-esta-doente/
“Estará” a sociedade “OBRIGADA e CONSTRANGIDA a viver da forma que agrade aos pequenos grupos, que representam os segmentos mais diversos, mas não a sociedade como um todo”?
Pois eu espero, ao contrário de vc, que seu deus, ou pelo menos aqueles que falam em nome dele, sejam afastados cada vez mais do controle de tudo, pois que estamos vendo, a todo o momento, a tragédia que isso significa. Eu, como ateu, farei tudo ao meu alcance para diminuir esse controle a fim de evitar que o estado fique refém desses grupelhos retrógrados.
Fique certa também que, como ateu, estarei na frente da sua igreja para garantir o seu direito de frequentá-la e fazer e adorar lá dentro tudo o que vc bem quiser. Mas veja bem: fazer e adorar LÀ DENTRO DE SUA IGREJA. Não no parlamento ou em qualquer outra instância do estado.
E digo isso, Neusa, não pela minha vocação democrática, mas simplesmente por saber ser inútil tentar convencer alguém, em pleno século XXI e a despeito de todas as conquistas do conhecimento, de que não existem verdades anunciadas.
Assim, a melhor solução ainda é manter os devotos em seus templos, sob a atenta vigilância do estado laico e de suas instituições. E, de preferência, pagando impostos.
É preciso evitar que os dogmas, as crendices e as “verdades” pseudo universais contaminem o resto da sociedade, que a duras penas tenta livrar-se dessa nefasta influência religiosa.

Comentário de: Eugênio | 8 de março de 2012 | 5:09

Laurindo
Também concordo com NAPOLEÃO sobre os oprimidos que se tornam opressores. Quem diria que aqueles primeiros cristãos que se escondiam em catacumbas se transformariam nisso que são hoje.

Comentário de: Eugênio | 8 de março de 2012 | 5:10

Tem comentadores por aqui que pensam que todos são idiotas e nunca abriram um livro de história na vida.
“A Igreja Católica não só eliminou os costumes repugnantes do mundo antigo, como o infanticídio e os combates de gladiadores, mas, depois da queda de Roma, ela restaurou e construiu a civilização”, mandando crianças em cruzadas para serem massacradas pelos “infiéis” e instituindo novos e edificantes “costumes”, como o de fazer fogueiras para queimar pessoas em praça pública.
“A Igreja Católica ajudou mais que ninguém financeira e socialmente ao estudo da astronomia por mais de seis séculos, da recuperação dos estudos antigos durante a última etapa da Idade Média até a Ilustração”. Ah tá…aquele negócio de querer meter o Galilei Galilei na fogueira também fazia parte dessa “ajuda” social e financeira ao estudo da astronomia ou foi só um pequeno mal entendido, hein Luiz Siq?

Comentário de: André da S. B. | 8 de março de 2012 | 11:00

Um absurdo completo, a ética e a moral que são as bases da jurisprudência têm base religiosa. Protesto indignado contra a decisão do STJ/RS e acredito que não sou voz dissonante.

Comentário de: Kcrau | 9 de março de 2012 | 17:22

Depois os gaúchos não querem ficar mal falados, mas olha só a grande consquista podre desta classe de onde veio…..

Comentário de: Marcos | 10 de março de 2012 | 20:48

O Sr.Maciel deve ser um Anti-Cristo pois as imagens não estão ali representando uma só religião e sim todas pois o simbolo é igual a todas, mas agora o TJ_RS devera colocar nas salas dos tribunais mulheres se beijando pois é oque o Sr. Maciel quer para sua filha que ela se transforme em uma Lésbica ou será que ele é Contra? Temos um Deus que é salvação e religião como conselheira e agora ficamos a merce da idiotice de ONG que querem aparecer e defrontar a DEUS ficam de olho pois o Titanic afundou por ter seu fabricante ironizado que nem DEUS o afunda-se. Lesbicas agora é religiao e os magistrados não poderão ter vergonhas de suas filhas estarem se beijando a publico pois não tens a Deus para seguir. O Rio Grande do Sul ainda pertence a DEUS.

Comentário de: Paulo Lins | 10 de março de 2012 | 23:30

O tribunal que julgou Joana não era um tribunal eclesiástico e tampouco o bispo Pierre Cauchon,responsável por sua morte era inquisidor.Foi um julgamento por heresia que não teve o aval da Santa Sé.O bispo Pierre Cauchon era corrupto e aliado dos ingleses e vivia refugiado em Rouen,cidade francesa sob o domínio inglês.Prova que Joana não foi encarcerada em uma prisão eclesiastica é esse relato dela mesma:´´Meu Deus,se eu estivesse na prisão da Igreja à qual eu estava submissa eu não teria chegado à uma situação como essa.“(Santa Joana D` Arc lamentando sua condenação à fogueira)- Joana morreu em Rouen aos 30/05/1431.Foi canonizada pela Igreja aos 16/03/1920 por Bento XV e é considerada padroeira da França.
O CASO GALILEU GALILEI
Galileu não foi intimado pela Inquisição por causa da Teoria Heliocêntrica,pois Copérnico era quem a defendia,mas reconhecia que isso era só uma hipotese,mesmo sendo verdade e Copérnico era membro da Igreja.Galileu não foi acusado por defender que a Terra era redonda,pois isso já era uma teoria que surgiu no século III A.C. por Pitágoras.Galileu foi preso por usar a Bíblia para provar que o mundo girava em torno do sol sem ter bases concretas e por isso,ter partido para a área da Teologia,sendo que ele era cientista e não teólogo.Ele não foi torturado e nem morto,apenas sofreu uma pena de dois anos de prisão domiciliar e sem nenhum maus tratos.

Comentário de: Rafael Cirilo | 12 de março de 2012 | 9:58

Aqui no interiorzão aonde moro essa aplicação tem um nome! É a lei que diz o seguinte: Ou é de todos ou não é de ninguém! O que quero dizer com isso? Na verdade, o que se busca aqui é arguemntar que se é colocado um símbolo religioso de uma religião deve-se colocar de todas as outras tbm. Ou então de nenhuma. Simples assim.
Além disso, o esopaço público não pode servir de propagação de opinião pessoal. No espaço público democrático todas as alas devem ser assistidas sem nenhum tipo de privilégio para nenhuma delas em detrimento de outras. Se há um símbolo de uma religião no espaço público o correto é por de todas as outras. Ou seja, vamos ter símbolos do catolicismo, do budismo, do Umbanda, do Santo Daime e inclusive do ateísmo não por ser uma religião mas por que sua parcela da população tbm deve ser representada em um símbolo. Ok! Como não há espaço sufuciente nas paredes para todas as religiões do Brasil não se coloca nenhuma hahahha…viram como é simples.
Brincadeira, já estava mais do que na hora de alguém tirar esse personagem histórico, importante, da humanidade, das paredes nos espaços públicos. Personagem importante sim, mas um mero humano como todos nós. Concordo e defendo a retirada de todos os símbolos religiosos. Até porque ninguém sabe qual é a imagem correta para se atribuir a Deus. Para mim a imagem perfeita de deus é o nada, justamente a imagem que agora vigora aí nas paredes do judiciário do Rio Grande do Sul….

Comentário de: Cleber Fros | 14 de março de 2012 | 14:00

Parabéns pela sábia atitude!

Comentário de: Juliano Grando | 19 de março de 2012 | 20:33

Uma ação ao meu ver que dispensa a grande maioria da população brasileira que é de de origem CRISTÃ afinal de contas estamos vivendo uma “NOVA ERA” como dizem. Ações de GRUPOS MINORITÁRIOS como estes parecem ter um enorme crescimento para a humanidade, afinal de contas a” cultura de morte contrária as Leis de Deus o criador do universo parecem estar ganhando forças . É uma pena que temos que ver isto sendo exemplado no RS .

Comentário de: Diego Costa Boeira dos Santos | 28 de março de 2012 | 0:06

Democracia, ensina a ciência política, é o poder de todos, não da maioria. O bem público é de todos pois é construído com o suor de todos. ele não deve se curvar à maioria ou minoria, mas deve ser imparcial. Não deve ostentar crucifixo, caveira, estrela, ou qualquer símbolo que represente maioria ou minoria religiosa. O estado é soberano: nem padres, pastores, pais de santo, rabinos ou ateus devem ser representados, favorecidos, desfavorecidos. Todos devem ser acolhidos como cidadãos e integrantes de um estado que é de todos e para todos.

Comentário de: Ieda Denise Nóbrega Elste | 6 de abril de 2012 | 22:07

Muito respeitando opiniões e interpretações diversas da CF, gostaria que alguém explicasse: por que o símbolo da cruz (altruísmo) incomoda tanto? E se tal decisão abre um precedente para vermos, em seqüência, proibidas as celebrações públicas de datas religiosas, tais como Natal, Páscoa e abolidos do calendário os dias santos.

Pingback de: Waters no Brasil: além de mensagens ecológicas, a defesa do Estado Laico « OngCea | 8 de abril de 2012 | 8:09

[...] junto ao Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) a retirada dos símbolos religiosos das dependências da Justiça gaúcha. Inclusive nós do CEA estamos aderindo à Carta do RS pelos Direitos [...]

Comentário de: Maurício Oliveira | 13 de abril de 2012 | 16:20

Se para os católicos, o símbolo é representativo não acho que deva ser retirado, tendo em vista que os protestantes pregam que tal símbolo não tem valor ou vale alguma coisa, então porque se sentem descriminados?

Comentário de: ELIAS | 13 de abril de 2012 | 23:52

O PT COMUNISTA, USA OS GAYS PARA DESTRUIR AQUILO QUE ELES, OS COMUNISTAS, NÃO PODEM FAZER SOZINHOS. EM CUBA, OS COMUNISTAS TOMARAM O PODER E MATARAM OS GAYS, MANDARAM MILHARES PARA CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO, A MANDO DE CHE GUEVARA, FIDEL CASTRO E RAUL CASTRO. EM TODO PAÍS COMUNISTA OS GAYS NÃO SÃO BEM VINDOS. USAM OS GAYS PARA CHEGAREM AO PODER, DEPOIS, OS COMUNISTAS OS MATAM.

http://www.catolicismo.com.br UMA REVISTA QUE MOSTRA A VERDADEIRA CARA DO PT COMUNISTA!

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Comentário de: ELIAS | 14 de abril de 2012 | 0:08

O BRASIL É DE MAIORIA CRISTÃ (CATÓLICOS, EVANGÉLICOS, ORTODOXOS E ESPIRITAS), NÃO DEVEMOS COLOCAR O LAICISMO (UM ESTADO LAICO), COMO UM deus UNIPOTENTE… EM UMA DEMOCRACIA, MANDA A MAIORIA E NÃO AS MINORIAS. NUNCA NA HISTORIA DA HUMANIDADE, A MINORIA DOMINOU POR MUITO TEMPO, A MAIORIA. VAI CHEGAR UM LIDER CRISTÃO, QUE COLOCARÁ LIMITES NESSAS MINORIAS INRESPONSÁVEL… O ESTADO DEMOCRATICO NÃO É INDESTRUTIVEL. CABE A MAIORIA, QUE É CRISTÃ, COLOCAR POR TERRA A UMA DEMOCRACIA, QUE SE COLOCA COMO UM deus, ACIMA DO PROPRIO DEUS. SOMOS A MAIORIA ESMAGADORA E, NÃO VAMOS PRECISAR DE MUITA FORÇA, PARA COLOCAR ESSA DEMOCRACIA CADUCA NO CHÃO. CONTRA A FORÇA DE DEUS, NÃO EXISTEM DEFESAS!!!

Comentário de: carlos alberto belmonte chaves | 19 de abril de 2012 | 22:45

Acho que os juízes deveriam decidir coisa mais importantes como a falta de leito nos hospitais do SUS só como um exemplo e quanto a uma criança de religião afro não iria se chocar nada como alegou o dr juiz pois o cristo é Oxalá e não assusta ninguém só se for anti cristo.

Comentário de: Manuel | 21 de abril de 2012 | 23:40

Lamento muito esta decisão do Judiciário Gaúcho. Por mais de 2012 anos a Igreja CATÓLICA – por que é universal- APOSTÓLICA -por que foi testemunhada por pessoas que viveram com Jesus Cristo, os Apostolos e ROMANA – por que é Roma que DEUS escolheu para produzir frutos de paz. No Livro Sagrado diz que DEUS criou homem e mulher, não existe – gay, lésbica, ou outro. Então, por que o Estado Juridico, depois de tanto tempo, resolve mudar de entendimento, igualando minorias (gays, lébicas e outros) com a MAIORIA que são CRISTÃOS. Pergunta: em que a Igreja Católica prejudica essas minorias? A Igreja apenas prega o que viu e ouviu de JESUS CRISTO – DEUS. Alguem lembrou a Inquisição – tempo em que a Igreja errou e já pediu perdão por isso e muito mais. A Igreja é feita de homens e mulheres, que erraram e vão continuar errando, mais se alguém nunca errou atire a primeira pedra! O Crucifixo, antes de tudo, deveria ser visto, no judiciário como simbolo do INOCENTE – do JUSTO – do PERDÃO antes da condenação, mas foi banido dos lugares, onde a justiça, passa a ser só dos homens. Esquecerão que existe Aquele que é por todos, inclusive pelos juizes. É o que penso, se estou errado, me perdoem. A PAZ-JESUS esteja com todos!

Comentário de: gilberto | 2 de maio de 2012 | 20:03

eu como um bom cristão,tambem fixarei a merce do preconceito!infelismente.

Comentário de: Arcanjo | 27 de julho de 2012 | 21:38

O estado Laico não é sinonimo de antireligioso.Conforme bem disse:
001- Juiza de Direito Maria Lúcia Lencastre Ursala, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo- “O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa.A liberdade de crença, de culto, e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico, e não como oposição a ele.”
002 – Pouco se fala do comunismo em Cuba,da Coréia do Norte,do Camboja,Mianmar,Vietnã,Índia,Arábia Saudita entre outros países do mundo muçulmano,hindu e do antigo bloco socialista,onde crer em Jesus Cristo é quase um atestado de óbito.Como já escrevi,mata-se mais pela ausência de Deus do que quando se usa Ele como justificativa para cometer crimes.Para terminar com esse artigo desejo à todos a paz de Cristo e o amor de Maria Sempre Virgem!Profº Felipe Aquino,Ed Cleofas)

Comentário de: Gomercindo Portella de Andrade | 1 de setembro de 2012 | 18:03

Quero manifestar minha opinião sobre a retirada dos simbolos religiosos das repartições Públicas, aliás não somente nesses locais, mas em qualquer outro local privaddo, pois somos livres para cada um ter seu ponto de vista religioso ou filosófico e simbolos gera uma ideia de tentaiva de influenciar as pessoas a seguir determinada ordem religiosa e isso sim gera desconforto da liberdade. Sou religioso e nem por isso fico tocando busina arespeito de minha relisiosidade, não divulgo nenhum tipo de publicidade no automovel, nem mesmo politicos ou qualquer outro movimento, parabéns a essa iniciativa.

Comentário de: Antonio | 12 de novembro de 2012 | 16:50

Eu achei uma perda de tempo essa bobagem. O Brasil necessita de tantas coisas importantes e ficam perdendo tempo com isso. Depois do slogan “Brasil um país de todos” acabou nossa cultura completamente. Quem construiu essa nação foram católicos (por convicção e por herança) e no meu modo de pensar os outros (a minoria) que teriam que se adaptar e não a maioria. Mas, a retirada dos crucifixos não me incomoda, o que me incomoda a inversão de valores que essa minoria está nos impondo.

Comentário de: Eduardo Ferreira | 19 de novembro de 2012 | 16:10

Só posso dizer dps de ler issu que rezarei por voces !!!

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